Eu confesso que preciso amar. Mas não amar como amo minha família ou amigos. Sabe, de repente me vem a necessidade de andar de mãos dadas num dia frio de inverno, deitar com alguém numa noite estrelada e adivinhar as histórias que as estrelas tentam contar, dividir um sorvete no verão, beijar com toda a paixão, dividir piadas sem graça, amar com todo o amor…
Mas sou conhecida por ser fria, me tornei por causa do meu passado mas, a eu de antes desperta de sua inbernação, trazendo consigo o calor do verão para minhas emoções congeladas no frio do inverno. A eu de antes que era feliz quer trazer sorrisos para o meu triste presente. A loba solitária quer se aconchegar nos braços de um amor, ainda desconhecido.
Mas o amor anda escasso, é triste viver num mundo de corpos malhados e mentes vazias sem ter ninguém pra admirar as coisas simples que a vida proporciona. Me da um vazio no peito saber que não tenho aquela pessoa especial…

