em

Primeira Traição Em Quinze Anos

Faziam quinze anos que eu não traía minha esposa. Tinha dado a minha palavra que eu nunca mais a trairia, desde que engravidei uma garota fora do casamento. Ficamos três meses separados e só voltamos porque prometi isso a ela. Mas de dois anos pra cá nossa vida tem sido um mar de espinhos. As rosas desapareceram faz tempo. Então comecei a refletir sobre a minha promessa. Vontade e oportunidades nunca faltaram. Mas eu sempre fugia das possibilidades. Até que dois meses atrás eu conheci uma garota. Ela trabalha num bar perto do meu trabalho e tem 10 anos menos que eu. Como me dava mole. Tipo esfregando na cara. Então eu comecei a flertar com ela. Do flerte começou a rolar alguns amassos. Até que o fogo falou mais alto e nós combinamos. Ela queria hotel. Mas eu queria na casa dela. Isso ela disse que não aceitaria. Acho que no fundo eu estava mesmo querendo dificultar. Então acabou ficando pra depois. Ela estava mesmo muito afim de me dar. Ficamos duas semanas nesse chove e não molha. Por fim ela acabou aceitando e nós marcamos pra ontem. Ela deu um jeitinho de ser rendida no trabalho. Eu dei um jeitinho de ser rendido no meu. Então cheguei ao seu portão as 10 horas da manhã, como havíamos combinado. Ele me recebeu em sua casa e eu entrei me sentindo muito a vontade. Tanto que já fui direto pro banheiro como se estivesse em casa. Tomei um banho bem gostoso e saí só de toalha. Ela estava me esperando no sofá de babydoll. Me sentei do lado dela e nos beijamos de ladinho. Em menos de um minuto já estávamos num rala quente daqueles que ficam na adolescência. Eu deixei bem claro pra ela que sexo é para casados, transa é para adolescentes e fazer amor é para apaixonados. Eu não tinha ido lá pra brincar e sim pra FUDER no sentido mais profundo do termo. E a pegação estava mesmo de tirar o fôlego. Mãos e bocas aquí e alí… gostoso demais. Então eu me levantei e a escorei na parede de costas pra mim e comecei a beija-la, roçando em sua bundinha gostosa, enquanto mantinha uma das mãos nos seios dela e a outra em sua bucetinha, brincando de deixar ela maluca. Por vezes ela pedia pra eu meter logo. Pra parar de atiçar, que ela não se aguentava mais. Eu sussurrava em seu ouvidinho pra ela ter calma, que aquilo era só o começo e que o que era dela estava bem guardadinho. Ela não se aguentava mais dentro de si. Então eu a levei pro seu quarto e a coloquei de quatro, com sua bunda bem impinadinha pra minha cara. Aí foi que eu mostrei a que tinha ido. Chupei a bucetinha dela como se jamais tivesse visto uma. Mamava seu clitóris dando mordidinhas de leve, com a linguinha bem no ponto certo. Lambia seu cuzinho com vontade, introduzindo a linguinha vez e quando… deixei ela de um jeito que dava pena. Ela chegou a lacrimejar aos gemidos enquanto eu a chupava gostoso, fazendo ela chegar perto de gozar, estancando o seu orgasmo e, logo em seguida, fazendo chegar perto novamente. Ela não fazia ideia do que era aquilo… tantra. Mas fiz ela ter sensação de orgasmo diversas vezes. Até que ela praticamente implorou pra eu fazer gozar logo. Chegou a pedir pelo amor de Deus. Então eu parei e a posicionei de pernas pra cima. Subi em cima dela e comecei a beija-la… boca, pescoço, seios, umbigo, virilha… logo estava eu de novo mamando sua buceta faminta, devagarinho, acelerando o ritmo aos poucos. Fui metendo lentamente meu polegar em seu ânus enquanto a mamava gostoso. O outro polegar, fui introduzindo em sua vagina, enquanto linguava seu clitóris. Ela gemia, gritava, se contorcia toda tentando ver, praticamente brigando comigo pra eu meter logo. Então fiz ela gozar bem lentamente e insuportavelmente gostoso. Quando ela acabou de gozar, já foi feito louca a caça do meu cacete, metendo a boca com uma vontade que cheguei a ficar com medo dela morder. Eu fiquei de pé e deixei ela mostrar o que sabia fazer. O pior é que ela era tão boa de boquete, que eu tive que tirar meu pau de sua boca ou acabaria gozando. Não que isso fosse ruim. Mas eu tinha outros planos para a minha primeira gozada nela… seu cuzinho. Então a peguei e voltamos a nos beijar. A joguei na cama, arreganhei as suas pernas e fui apresentando meu pau à sua buceta, encostando, esfregando, batendo… mas como meu pau estava duro! Finalmente metí a rola, de uma só vez. Ela chegou a suspirar alto. Não estava esperando. Mantive o pau lá dentro um tempinho, só apertando e pulsando. Voltei a beija-la, falando muita putaria em seu ouvidinho. Aí eu comecei a meter em estocadas aleatórias, tirando e voltando a botar, fazendo o meu caralho explorar todas as possibilidades dentro de sua buceta. Então fiz ela ver estrelas, aos gritos. Como era gostoso fazer uma mulher ficar daquele jeito. Quase tinha me esquecido do quanto eu era bom nisso. Soquei, soquei e soquei com toda a minha fúria, mantendo suas pernas arreganhadas, fazendo-as de apoio. As vezes dava uma paradinha e tirava um pouco pra não gozar. Foi quase meia hora de pirocada forte nela. Fiz ela gozar no me caralho. Ela pedia pra eu gozar na buceta dela, pra eu ir junto com ela… e até cheguei a ir um pouquinho. Mas forcei a estancar. No entanto, simulei orgasmo na hora que ela estava gozando. Estou com as costas toda arranhada. Ela chegou a dizer que me ama. Já haviam se passado quase duas horas desde que tinha chegado. E nós só tínhamos mais uma hora e meia. O meu alvo estava bem pertinho. E eu queria muito encher aquele cuzinho dela de leite, depois de mostrar o que é uma enrabada de verdade. Fiquei um tempinho abraçado com ela, com a pica enterrada e voltei a beijar seu pescoço, dizendo em seu ouvidinho que iria comer seu cuzinho, que iria maltratar ele, que iria entupir ele de leite. Ela começou a ficar ofegante, se tremendo toda. Então pedi pra ela fazer chuquinha. Ela riu. Disse que já tinha feito. Eu disse pra fazer mais um pouquinho. Desengatamos e ela foi pro banheiro, dizendo que tinha latinha de cerveja na geladeira, pedindo pra eu pegar pra gente. Cinco minutinhos e lá veio ela do banheiro. Abri mais uma lata e tomamos. Então a posicionei de costas, pondo-a de joelhos com a bunda pra cima e comecei a lamber seu cuzinho, encharcando ele de saliva. Muita saliva. Fui com meu pau, que eu já tinha lavado, em sua boca e pedi pra ela lambuzar ele todinho. Ela me boquetou gostoso. Então fui me ajeitando por trás dela, apresentando meu caralho ao seu cú. Botava só a cabecinha e tirava. Depois mais um pouquinho e voltava a tirar. Então forcei o caralho até o ponto. Deixei seu cuzinho relaxar e, quando deu passagem, fui penetrando bem devagar até atingir o fundo. Fiquei com meu caralho paradinho, repetindo o mesmo processo que usei em sua xota. Comecei a tirar e voltar a botar bem devagar. Fui fazendo seu cú se acostumar com meu cacete. Logo cú e piroca estavam bem íntimos. Então fui aumentando o ritmo, também explorando com minha piroca cada milímetro daquele rabo. Aí eu puxei seus braços pra trás e os segurei, fazendo-os de rédeas. Disse pra ela que iria fazer ela gozar gostoso, comendo seu rabo e comecei a socar. Mais rápido. Mais rápido e forte. Parava com ela meio que de fora e enterrava rápido de uma só vez. Fazia impacto profundo e voltava a socar forte. Estava pegando fogo. O cuzinho dela já estava totalmente dominado pela minha piroca. Então fui trazendo ela, sem tirar a pica, nos levantando. A escorei de pé na parede e fiz um TUDO AO MESMO TEMPO AGORA… caralho sendo socado em seu cú, dedos brincando em sua buceta, mão se deliciando em seus seios e bocas se beijando ardentemente. Como havia prometido, comecei a fazer ela gozar. Quando vídeo que ela estava a ponto de bala pra gozar, com meus dedinhos em sua xota, deixando ela completamente maluca de tesão, eu disse que tinha um presentinho guardado pra ela é perguntei se ela queria receber logo. Ela perguntou, de sacanagem, o que era. Eu disse que era leite, muito leite. Então ela disse que queria sim. Pra eu gozar no cú dela porque ela já estava quase indo. Então disse pra gente gozar juntinho. Ela começou a gemer. Eu disse que meu pau já ia cuspir leite em seu rabo. Empurrei a piroca até o talo e deixei ela quietinha lá no fundo. Calei os gemidos dela com um beijo quente e molhado. Assim nós começamos a gozar juntos. Ela com meus dedinhos mágicos em sua xoxotinha e eu com minha piroca entupindo o seu cú, paradinha, pulsando aos jatos de leite numa gozada quente que parecia não ter fim. Nos mantemos alí, do mesmo jeito, até o fim absoluto de nossa gozada. As pernas dela se tremiam toda. Então eu desengatei devagar minha piroca. Dei uns tapinhas na bunda dela e disse que agora ela era minha garotinha pra toda vida. Ela riu, meio que sem graça, dizendo que eu acabei com ela. Eu disse que ainda tinha estoque de leite para umas três fodas. Ela disse que acreditava que eu tinha mesmo. Nosso tempo se esgotou. Fomos tomar banho juntos. Disse que queria ver meu leite escorrendo do cú dela. Ela ficou com vergonha. Mas a virei na marra e pedi pra ela botar meu leite pra fora. Que delícia foi ver minha porra escorrendo do seu cú. Já fiquei de pica dura de novo. Então forcei ela a se agachar e me pagar um boquete. Ela mamou muito gostoso meu caralho debaixo do chuveiro. Em menos de três minutos eu disse que queria gozar na boquinha dela. Ela riu olhando pra mim, dizendo que eu podia gozar, que ela queria. Prontinho… comecei a encher aquela boca de leite, com ela engolindo tudo. Terminamos o banho. Nos vestimos e nos despedimos. Assim foi a minha primeira traição depois de quinze anos de fidelidade. E não estou nem um pouquinho arrependido. Ao contrário. Vou virar o catiço agora. Que venha a próxima.

Reportar

O que você acha?

Escrito por Anônimo

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Tenho vontade de fazer menage masculino com minha esposa alguém com experiência

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Homenagem