Segunda-feira, 16 de maio de 2016, por volta das sete e meia da noite, recebo a notícia que minha mulher Sandra (51 anos) e uma amiga, haviam sofrido um acidente fatal quando estavam a caminho do aeroporto de Viracopos em Campinas. Uma van atravessou o canteiro central da pista e colidiu com o carro que elas estavam.
Correria total. Moro em Jundiaí, uma das minhas filhas mora em Curitiba e a outra em Ribeirão Preto. Minha sogra mora em Sorocaba e dos cinco irmãos, todos casados, dois moram em São Paulo, uma mora em Sorocaba, outra mora em São José dos Campos e outra em Itu.
O velório e o sepultamento foram em Sorocaba. Fizemos a missa de sétimo dia no domingo dia 22 de maio de 2016 e a missa de primeiro mês no sábado, dia 18 de junho. Aí começa uma história maluca, que vou contar como começou, só não sei quando, nem como vai acabar.
Sandrinha e eu namoramos durante seis anos. Nos casamos, eu com 24 anos e ela com 21 anos de idade. Hoje estou com 54 anos.
A minha relação com minha sogra sempre foi de amor e ódio e eu nunca consegui entender o porquê. Ela, hoje com 74 anos, viúva há mais de trinta anos, pois meu sogro morreu em um acidente quando, ao fazer a conversão para atravessar a pista para entrar em Mongaguá, um ônibus da Breda Turismo vindo pela contra mão, bateu de frente do seu carro (Brasília branca).
Sempre que estávamos juntos, ela fazia questão de me provocar, dizendo que um cunhado tinha comprado um carro novo, que a outra filha tinha ido com o marido fazer um tour pela Europa, enfim, ela devia achar que eu era um boneco de vodu, sempre que podia, espetava um alfinete. Porém, se alguém cogitasse de falar mal de mim, iria arrumar uma grande encrenca, pois ela, quando eu não estava por perto, me defendia com unhas e dentes. Ela se orgulhava de minha mulher e eu lhe darmos uma neta médica (29 anos) e uma neta engenheira de alimentos (27 anos).
Só para informação, dos outros seis netos, dois são formados em direito, uma é psicóloga, outra professora de inglês, um é agente de turismo e ou outro está cursando arquitetura e urbanismo na UNISO em Sorocaba.
Tudo isso para montar o cenário da surpreendente história da revelação do porquê ela sempre ter me tratado com uma certa agressividade.
Quando comecei a namorar, eu tinha 17 anos e a Sandrinha 14 anos de idade. Ela achou que esse namoro não ia durar muito, pois sua filha recém-falecida, desde os 4 anos de idade, sofria de epilepsia. A cada dois, ou três meses, Sandrinha tinha uma crise convulsiva.
Voltando à história. Na missa estavam os dois filhos que moram em Sorocaba, três netos, ela e eu. Após o final da missa, depois que recebemos os pêsames de alguns amigos e conhecidos, minha sogra nos convidou para tomarmos um café em sua casa.
Por volta das nove da noite, o pessoal começou se despedir. Levantei-me e quando fui me despedir dela, pois ainda tinha de voltar para Jundiaí, minha sogra pediu-me para ficar mais um minutinho, dizendo que tinha um assunto bastante sério e precisava saber a minha opinião. Meu concunhado, ao sair, me disse bem baixinho:-“Boa sorte, não queria estar na sua pele”.
Também achei estranho, pois, desde o dia do velório, eu achei que ela estava diferente comigo. Durante o sepultamento, na missa de sétimo e de trigésimo dia, ela ficou o tempo todo ao meu lado, sempre com um braço enganchado ao meu.
O pessoal saiu e ela me disse: – “Vai tomar um banho relaxante porque nossa conversar pode ser longa”. Eu fiquei meio sem saber o que dizer, mas, dona Celi era fogo. Tinha um jeito bastante general de ser. “Tem roupas sua no guarda-roupa e se quiser, pode lavar sua camisa e sua cueca e por para secar na secadora”.
-“Mais uma coisa” – ela falou – “A partir de agora, procure não me interromper, vou tocar em um assunto que só vai interessar para nós. Pode ser que seja a nossa última conversa, mas pode ser que seja o inicio de uma nova amizade entre nós. De qualquer forma, vou acreditar que você manterá essa conversa como um segredo de estado. Não comentará nada com ninguém. Agora vai tomar seu banho. Também vou tomar um banho para relaxar e sentaremos para conversar”.
Bati continência e disse: -“Ok, dona Celianna com dois “enes”! – a senhora é quem manda”!
Levantei e pensei comigo, pqp, era só o que me faltava, como se não bastasse tudo que estava acontecendo, ainda tinha de aguentar uma conversa que, sem dúvidas, seria muito chata com a sargentona pipa, ou sagentona tonelzinho de vinho, ou sagertona barrica de carvalho, ou ainda, anãzinha de jardim. Eram esses os apelidos que ela tinha entre os genros e noras.
Esses apelidos têm a ver com a altura e a largura dela. Dona Celianna, com dois “N’s” como ela gosta de frisar. – “Meu nome é CeliaNNa, com dois “N’s””.
Dona Celi mede um metro e quarenta e nove centímetro de altura e uns 75 kilos. Uma pele muito branca, eu diria que é um rosa claro. Sempre muito bem arrumada, cabelos sempre bem cuidados e gostava de dizer que, nem seu marido, nem ninguém, a tinham visto de cara limpa. Ela fazia questão de levantar-se cedo, passar um baton, e fazer uma leve maquiagem. Uma coisa é verdade, Ela sempre foi uma mulher de rosto bem bonito. Talvez por ser gorduchinha, (um pouco de bondade minha) ela quase tinha poucas rugas, estrias e celulite. (Vejam as fotos).
Peguei uma camiseta e um short e fui tomar meu banho. Saí do banheiro, Levei a toalha molhada à área de serviço, acomodei-me no sofá e esperei-a sair da sua suíte.
Uns vinte minutos de espera e Dona Celi apareceu vestindo uma camisola branca, bastante descente, que, se eu estivesse pensando que ela sairia com uma camisola curtíssima, com um decote gigante, ia me decepcionar. O máximo que dava para ver era o colo e a marca da calçola branca, daquelas que “seguram as gordurinhas a mais” (a da foto) que aparecia muito discretamente pela pouca transparência da camisola.
Nem as coxas eu ia conseguir ver, porque a camisola ia quase até o chão. Uma bela lingerie, porém, nada sensual. Mesmo porque, com esse “corpão”, difícil achar uma camisola que a deixe sensual.
Dona redonda sentou-se na poltrona e pediu-me para pegar na geladeira uma garrafa de vinho que tinha restado da festa do ano novo. Olhei para o relógio e eram onze e quinze da noite. Tive certeza que a noite ia ser mesmo bem longa. Abri a geladeira e perguntei se ela queria o vinho branco, ou o tinto.
–“Agora, eu preciso de um vinho tinto” – ela me respondeu.
“Cáspita” – pensei comigo – O que será que essa mulher vai aprontar. Comecei a ficar bastante preocupado. Voltei para a sala, servi uma taça para ela e servi a uma para mim. Perguntei a que iríamos brindar. – “Por enquanto, nada”, disse ela.
Tomou o vinho de uma só vez, pediu-me para servir mais e que eu sentasse no sofá e apenas a escutasse. Tomei apenas um golinho e coloquei a minha taça na mesinha de centro.
Dona tonelzinho tomou mais um pouco do vinho, se acomodou na poltrona, me olhou fixamente e começou a falar: – “Renato, eu nunca acreditei que o seu namoro com a Sandrinha, ia dar em alguma coisa, sobretudo porque ela tinha epilepsia e certamente você não iria querer uma pessoa que a qualquer momento pudesse sofrer uma convulsão. Pois bem, mordi minha língua, acho que foi uma das poucas vezes que o meu coração de mãe errou”.
Eu falei: -“Dona Celi, esse não seria um motivo para eu não ficar com a Sandrinha”. No mesmo momento ela disse: – “Eu pedi para você não falar nada. Por favor, deixe-me terminar de falar, pode ser que seja o último dia da nossa conturbada amizade baseada em uma relação de amor e ódio. Portanto, apenas escute”. -“Uauuu”- voltei a pensar comigo, parece que a coisa é bem mais séria do que eu imaginava.
Dona CeliaNNa com dois “N’s” voltou a falar: – “Achei que o namoro de vocês não passaria de dois meses, no entanto, foram 6 anos de namoro e 24 anos de casados, foram 30 anos juntos. Me deram duas netas lindas, educadas, as únicas que me chamam de senhora, as únicas que onde me encontram, me pedem: -“Sua benção, vovó”. Vocês dois me deram muito orgulho, e sei que seus pais também sentem isso”.
Dona barrica serviu mais um pouco de vinho e tomou em um gole só, respirou fundo e voltou a falar:
-“Quando a Sandrinha teve convulsão naquela excursão que vocês fizeram para Campos de Jordão, você sozinho a socorreu, levou-a ao pronto socorro, depois trouxe-a para casa e explicou, todo sem jeito, o que tinha acontecido. Eu fiquei enternecida, me apaixonei por você. Uns seis meses depois, vocês estavam voltando do show do Vinicius de Moraes em São Paulo, ela convulsionou no ônibus. Você chegou em Sorocaba, pegou um taxi a levou no hospital Evangélico. Foi até o orelhão, nos avisou e ainda fez questão de dormir lá em casa para ver se ela estaria bem no dia seguinte. E foi nesse dia que a minha paixão, a minha doçura por você se transformou em uma espécie de ódio, raiva, sei lá”!
-“Você conheceu bem o Adalberto” – ela continuou falando- “Um marido que nunca deixou faltar nada em casa, me tratava como uma rainha, mas, uma coisa ele nunca teve comigo, esse carinho, esse cuidado, essa preocupação que você sempre teve com a Sandrinha, as meninas e por todos. Desde o primeiro dia, você sempre com uma palavra gostosa, um sorriso, boa educação. Seu carinho, sua calma e dedicação para com suas filhas. Isso sempre me incomodou. Um sentimento de inveja, de falta de alguma coisa que eu nuca tive no meu casamento”.
Eu estava perplexo, sem saber o que dizer. A única coisa que pensei foi: -“Ai de mim, se eu resolver falar alguma coisa”!
Dona Celi pegou a taça, ficou brincando com o pouco do vinho dentro dela e voltou a falar:
– “Sabe Renato, meu marido achava que com as viagens que fazíamos, os jantares, presentes caros, às vezes sem uma data especial, trocar meu carro a cada dois anos, ele achava que também estava me dando carinho. Ele não sabia a diferença entre dar conforto e dar carinho. Enquanto você, com esse seu jeito, me deu duas netas maravilhosas, cuidou da minha filha problemática, sem reclamar, sempre com um sorriso, sempre brincando, sempre com esse jeito meio moleque de ser. Isso sempre me irritou. Como já te disse, eu sentia uma inveja, ou sei lá o quê. Por isso eu te tratava dessa forma, sempre com uma pedra na mão, ou um espinho para te espetar”.
Dona gorducha sentou-se mais na beirada do sofá, me olhou no fundo dos olhos, com um olhar que eu não sabia se era de, de tristeza, de ternura, de arrependimento e falou: –“Vou te confessar um coisa. Fiquei anos da minha vida procurando alguma coisa para te ferrar. Gastei um bom dinheiro contratando um casal de detetive para ver se você tinha alguma amante, ou que recebia algum dinheiro por fora de algum advogado, ou de pessoas que você ia intimar, (sou oficial de justiça federal) mas nada encontraram. Eu queria achar alguma coisa para te esculhambar, para poder ter você nas minhas mãos, mas, não consegui encontrar nada”.
Fiquei olhando para aquele tonelzinho branco e pensando que aquele vinho deveria ter mais coisas do que uvas fermentadas.
-“Renato – ela falou- Tem coisas que eu sei e que você nem imagina, por exemplo: eu sei que você sempre teve vontade de fazer sexo anal, mas a Sandrinha sempre recusou. Sei que depois da última gravidez ela engordou quinze quilos e vocês reduziram bastante o número de relações. Ela passou a ficar até de madrugada assistindo o programa do Jô e você ia dormir para levantar cedo para o trabalho”.
Eu fui falar e ela disse: -“Já sei, quer saber como eu sei disso? Quando eu era ainda era mocinha, tinha meus 13, 14 anos e ia passar férias na casa dos meus avós, ou do meu tio, nove e meia, no máximo dez da noite, todo mundo ia dormir. Na época não existia televisão. Um dia eu estava na casa da minha avó e demorei a dormir. Levantei para tomar água e quando abri a porta do quarto, escutei um “nhec, nhec” vindo do quarto da vovó e tive a impressão de que ela estava gemendo. Dois dias depois, escutei novamente o “nhec, nhec”. Levantei e fui com muito cuidado espiar pelo buraco da fechadura o que estava acontecendo. Foi assim que descobri para que servia aquela latinha prateada escrita VASELINA. Na casa do meu tio foi a mesma coisa. Fui espiar os dois pelo buraco da fechadura e vi minha tia, magrela, quase sem bunda, ajoelhada na beirada da cama e meu tio com uma latinha prateada na mão, lambuzando com o dedo, o ânus da titia.
Os gemidos das duas eram mais, ou menos parecidos, as duas resmungavam coisas como: – “Ai, devagar, uuuiiiiii, dói, põe devagar, ai., aii, devagar,… assim…aai, ai,, entrou, aii, espera, hummm põe mais, isso, entrou, ai que gostoso… hummm…, isso, mete gostoso…” Meu rosto esquentava, minhas orelhas queimavam e minha bucetinha se melava toda”
Nessa hora acendeu uma luzinha amarela. Nunca tinha ouvido dona Celi falar palavrão. “Bucetinha”?!?! Ué??? Sempre foi pepequinha e vagina… Bucetinha?!?!
E ela continuou: “Quando eu casei, achei que um hora qualquer o Adalberto ia me procurar para fazer sexo anal. Um dia, eu estava grávida de seis meses do Paulinho (segundo filho) eu estava de ajoelhada na beirada da cama e o pau do Adalberto escapou da minha bucetinha. Quando foi colocar novamente, ele encostou o pau no meu cuzinho. Eu senti calor, tremor, respirei fundo, me ajeitei e me preparei para ser enrabada. Perguntei para o Adalberto: -“Dado, você vai querer por aí atrás? Esperei que a resposta fosse: -“Você quer experimentar?”, ou -“Lili, oito anos procurando um jeito de tocar nesse assunto”. Mas o que escutei foi: -“Desculpe-me Lili, eu jamais faria isso, jamais trataria você como uma mulher da vida, mesmo porque, eu tenho comigo que deve ser uma coisa bastante nojenta”. –“Ahh Renato! Mal sabia ele que eu já tinha visto meu sogro lambuzar a bunda da minha sogra com manteiga enterrar um pau do tamanho de um pepino no cuzinho dela. Não preciso dizer para onde foi todo o meu tesão. Naquele momento, eu tive plena certeza que eu iria morrer com meu cuzinho fechadinho, lacradinho”.
Nesse momento, quem tomou um bom gole do vinho fui eu. Felizmente eu estava proibido de falar, mesmo porque, eu não ia saber o que falar.
-“Pois bem Renato, foi assim que peguei a mania de escutar atrás das portas. Quando vou passar uns dias na casa de alguém, seja casa de parentes, ou amigos, eu finjo que tomo meu remédio para dormir, espero o casal entrar no quarto e vou escutar atrás da porta. Foi assim que eu descobri que minha nora Solange, e minhas duas filhas, Selma e a Soraia, reclamam que dói, gemem, mas gozam gostoso quando tomam na bunda. Foi assim que descobri que você bem que tentava comer a bunda da Sandrinha, mas ela sempre vinha com aquela bendita conversa de que sexo anal é sujo, dói, e mais isto e mais aquilo”.
-“Pqp”, eu pensei, essa mulher realmente é diabólica, preciso pensar em uma desculpa para sumir daqui e voltar rapidinho para Itu.
Dona Celi levantou-se, foi à cozinha, pegou a outra garrafa de vinho, abriu e disse: -“Este será para fazermos o nosso brinde. Brindaremos a uma relação duradoura, ou brindaremos a frieza que poderá se tornar a nossa relação a partir de hoje”.
“Gente do céu” – eu pensei – “me ajudem”, uma e quinze da madrugada, acho que vou ligar para um sanatório, ou a uma clínica psiquiátrica e pedir uma camisa de força, ou uma caixa de Prozac.
Pediu-me para buscar uma jarra com água, e dois copos. Eu trouxe e ela serviu um copo d’água para mim e um para ela. Olhou-me fixamente nos olhos e disse: – “Tim, tim, um brinde ao “Jogo da verdade”, olhos nos olhos, um brinde às nossas verdades! Depois faremos um brinde com o vinho. A única certeza é que será um brinde ao segredo dessa nossa conversa”. -“Tim, tim”, eu respondi.
-“Eu sei, Renato, que vocês me chamam de barrica de vinho, de tonelzinho, de anazinha de jardim. Sei também que o único que dá um jeito de parar com essa gozação, é você. Toda vez que alguém me chama de tonelzinho, ou de dona barrica, você sempre fala que vinhos guardados em tonéis, ou em barricas, são de altíssima qualidade, e quando me chamam de anãzinha de jardim, você diz que, para quem teve seis filhos, eu estou mais para Branca de Neve. Que eu devo ter fogo suficiente para satisfazer sete anões. Acredite Renato, eu ficava molhada cada vez que eu ouvia você me defender. Esse seu jeito de cuidar, de ser carinhoso, sempre me deixava molhadinha. Sentia um tesão enorme. Principalmente depois que descobri a sua vontade de fazer sexo anal.
-”Estou com 74 anos e desde os 14 anos tenho essa vontade. São sessenta anos convivendo com essa ideia fixa de tomar na bunda. Várias vezes eu tive de me segurar para não me insinuar, me oferecer meu cuzinho para você”.
Tomou um gole de água e disse: -“Sua vez”.
-“A senhora deve saber que na juventude, quando estávamos de paquera com alguém, os amigos diziam que era para a gente dar uma boa olhada na mãe da menina. Se ela fosse gostosa, ótimo, a possibilidade da filha envelhecer gostosa era grande, mas se a mãe fosse gorducha, era para ficar esperto. Quando fui à sua casa pela primeira vez e vi a minha futura “sogrinha”, gordinha, alegre, sorridente, agitada, bem arrumada, fiquei na dúvida se eu ia querer ficar com a Sandrinha, ou arriscava te dar uma cantada e me tornar o seu amante. Ficava imaginando a senhora iniciando-me na vida sexual”.
Eu estava com o estômago gelado, tremendo, mas foi ela quem propôs o jogo da verdade. Tomei um gole da água e falei: – “Sua vez”.
Dona Celi pegou o copo com água, tomou um gole e disse -“Agora acredito que esta falando a verdade. Começo a entender o porquê do seu carinho de dedicação para com minha filha. Passo a minha vez! Continue com a sua verdade”.
-Respirei fundo e falei: -“Então “tá”, vamos à verdade. Por várias e várias vezes tentei espiar a senhora tomando banho, tentei espiar a senhora se trocando no quarto, mas nunca consegui. A senhora, como hoje, sempre vestindo camisolas bem comportadas, roupas com decotes discretos, até na praia, a senhora sempre usa um maiô discreto, discreto até demais”. Nesse momento nós dois sorrimos.
-“Para não dizer que nunca consegui ver um pouco do seu corpo – continuei falando – a senhora deve se lembrar do dia que o Lilo (filho caçula) ligou dizendo que tinha conseguido um convite para o show do Roberto Carlos no clube de campo Recreativo. Isso deve fazer uns quatro anos. A senhora desligou o telefone toda eufórica, falou que ia tomar um banho e se arrumar para o show. Entrou em seu quarto, pegou o secador de cabelos, e foi para o banheiro. Tomou seu banho e voltou para o quarto enrolada em uma toalha rosada. Pegou um soutien e uma calcinha brancos, voltou para o banheiro, secou os cabelos, saiu do banheiro vestindo um roupão e voltou para o quarto”.
-“Essa foi a única vez que pude ver sua coxas e um pouco das polpas das suas nádegas. Comecei a ter uma ereção. Fui até a cozinha, tomei água, procurei desviar meus pensamentos, porque a Sandrinha, a Juliana (minha filha menor), o Paulo (segundo filho dela) e a Solange (mulher do Paulo) poderiam perceber que eu estava excitado”.
-“Naquele dia, quando cheguei em casa, fui tomar um banho, e enquanto a Sandrinha tomava o seu banho, abri uma garrafa de vinho, cortei uns pedacinhos de queijo e presunto e esperei ela aparecer na sala. Sandrinha me olhou e disse: -“hummm, vamos comemora o quê”?
-“A minha vontade era dizer que iríamos comemorar o par de coxas e as polpas carnudas das suas nádegas, que finalmente eu tinha conseguido ver, mas, falei que carinho não precisa ter dia, ou hora marcada. Fomos para o quarto, eu a coloquei de quatro, encostei meu pênis na entrada da vagina dela, fechei os olhos e imaginei que fosse senhora com o bumbum empinado aguardando ser invadido pelo meu pênis. Comecei a alisar as nádegas da Sandrinha e fui penetrando a sua vagina com bastante calma, fiz movimentos lentos, mas firmes, até ficar com minhas coxas grudadas no bumbum dela. Comecei a fazer um vai e vem bem cadenciado. De olhos fechados, imaginando a senhora gemendo e gostando, eu só ouvia o “ploc…ploc” e aquele barulhinho de quem está mascando chicletes com a boca aberta. Tirei de uma vez e voltei a colocar. Mexia com calma, acelerava, tirava e enfiava novamente. Sandrinha disse: -“Meu bem, o que deu em você hoje? Já gozei duas vezes e estou pronta para gozar de novo. Vem comigo, vem, goza junto comigo “”.
-“E foi o que aconteceu. Gozei e fiquei ali parado, olhando e acariciando as nádegas da Sandra, meu pênis amoleceu, escapou e eu deitei ao lado dela. Sandrinha deitou-se em meu peito e pouco depois estávamos dormindo”.
Nem preciso dizer que a essa altura, eu já estava excitado. Meu short já mostrava isso. Peguei o copo com água, levantei-o para um brinde, e passei a vez.
Dona Celi ficou me olhando, levantou-se, foi ao banheiro, voltou trazendo uma toalha e uma bombinha de usar para higiene íntima.
Pediu-me para que eu enrolasse a toalha em minha cintura e sentasse no braço do sofá. Colocou a bombinha sobre a mesinha de centro e me perguntou se eu sabia para que servia aquilo.
Respondi que sim. E que gostaria muito de ter uma dessas, com bastante uso, no banheiro da minha casa. Ela riu e disse: -“Pois saiba que já usei antes de ir à igreja, e usei novamente enquanto você tomava o seu banho”.
Ela serviu o vinho branco em nossas taças, ficou me olhando e disse: -“A toalha”. Sem saber muito o porquê, enrolei-me na toalha e sentei-me no braço do sofá. Afinal, era um ordem da dona CeliaNNa com dois “N’s”.
-“Hora do brinde”- ela disse- Ela ergueu um pouco a camisola, tirou a calçola e disse: -“Vou brindar a minha verdade. Um brinde ao homem que, sem nunca ter me tocado, sempre me deixou excitada, molhada, e cheia de vontade de ser enrabada”.
–“Tim, tim” – eu falei e fizemos o nosso primeiro brinde.
Mostrou-me o quanto a sua calçola estava molhada. Colocou uma das minhas pernas entre as suas, levantou a camisola e sentou-se de “cavalinho”. Seu rosto estava vermelho e quente. Abraçou-me, começou lamber e morder minha orelha e meu ombro e já com a respiração ofegante e descompassada, disse: -“Sinta o calor da minha bucetinha, sinta a quantidade de melzinho que está vazando pelas minhas coxas. Lambuze sua mão e deixe-me lamber, adoro o sabor do meu mel”.
Coloquei a mão por debaixo de sua camisola, lambuzei minha mão e ao invés de deixa-la lamber, eu passei a mão na minha boca. Voltei a tocá-la e disse: –“Pronto, agora é só lamber”.
Dona Celi segurou meu queixo e disse: – “É isso que me faz sentir raiva de você. Sempre dando um jeitinho de ser sempre gentil, até na safadeza você é carinhoso”. Começou a lamber, beijar e sugar meus lábios e minha língua.
Tirei minha mão e deixei que ela lambesse. Ela lambeu, chupou todos meus dedos e quase implorando falou: –“Põe um dedo, põe, põe um dedo e deixa eu me esfregar na sua mão”. E começou a morder meu ombro, gemer e dizer que me odiava. –“Vou gozar, ai eu vou gozar, Renato, ai Renato”. Puxou minha mão, voltou a lambê-la e começou a esfregar a xoxota em minha coxa. Começou a emitir uns: -“Unnnf.. huuuum ai, ai, unnnfff”, e eu senti minha coxa ficar toda melada. Dona Celi estava mesmo falando a verdade, ela estava gozando sem praticamente eu ter tocado nela. Pouco depois, ela pediu-me que me deitasse no sofá.
Dona Celi foi à cozinha, pegou uma pedra de gelo e o enrolou em uma das pontas da toalha que eu tinha deixado na área de serviço, ajoelhou, enfiou a mão por debaixo da toalha que eu ainda estava enrolado e encostou a toalha molhada e gelada no meu saco. Deu um sorriso e disse que estava fazendo aquilo para que eu não gozar antes da hora. -“Já percebi que seu pau é babão”. –Continuou ela- “Vou me deliciar muito com ele. Mas, por enquanto, não quero saber se ele é fino, ou grosso, se é comprido, ou curto. Quem vai descobrir isso será o meu cuzinho. Vai depender da dor, do desconforto, da quantidade de gemidos e de dias que ele vai ficar ardendo”.
Foi para o quarto e voltou enrolada em uma toalha. Abaixou, serviu um pouco de vinho em sua taça, depois um pouco na minha, fazendo questão de abaixar o tronco o suficiente para mostrar parte das nádegas. Suas coxas estava realmente brilhantes e meladas.
Virou-se para mim e disse: -“Gostou? Deu uma boa olhada? Sentiu vontade de me colocar de quatro, alisar, apalpar, beijar morder e comer minha bunda? De meter esse pau babão no meu cuzinho? Fique tranquilo, você vai fazer tudo isso, mas você me conhece, vou impor algumas regras, eu comando o espetáculo, de agora em diante, você será meu puto, meu putinho cuidadoso e gentil. Eu falo como e o que quero fazer e você obedece. Garanto que vai ser recompensado com muito prazer”.
Naquele momento eu dei uma boa “brochadinha”, além da toalha gelada no meu das minhas pernas, achei que ela poderia querer usar roupas de couro, chicotinhos e essas coisas sadomasocas que não curto muito.
-“Sou capaz de ir agora em uma farmácia para comprar um daqueles comprimidos que faz a pessoa ficar com o pau duro a noite toda” – disse ela -. “Se prepara, porque a madrugada promete”.
Deu uma risada gostosa, segurou firme no meu queixo e disse: – “Trinta e dois anos”! “Trinta e dois anos que minha buceta não recebe um carinho, trinta e dois anos esperando por um pinto melado para eu chupar e sentir um jato de porra quente e gosmenta descendo pela minha garganta, trinta e dois anos querendo um pau penetrando e tirando a ferrugem da minha bucetinha, sessenta e dois anos – Renato- sabe o que é isso? Sessenta e dois anos sonhando com um pinto invadindo meu cuzinho, e me fazendo gemer de dor e de prazer”.
Beijou minha boca, pegou a almofada da poltrona, colocou em frente ao sofá, ajoelhou-se e falou bem pertinho do meu ouvido: -“Não sei que hora vai acontecer, mas sei que lá pelas cinco e meia, seis da tarde minha bunda estará ardendo. Nós iremos tomar um café na padaria Real. Quero andar enganchada em você. Mostrar para quem quiser o putinho que deflorou o meu cuzinho”.
– “Senhor amado”! Eu pensei. Esse vinho realmente esta batizado. A mulher endoideceu.
“Brochou um pouquinho, não é”?- ela continuou dizendo- “Ainda vou gozar mais duas, ou três vezes. Quero estar bem relaxada e sem o efeito do álcool para poder desfrutar de cada instante, de cada segundo do seu pinto entrando no meu cuzinho, desde o momento encostar em meu cuzinho, dilatar, estourar meu anelzinho, até o momento que você inundar ele com sua porra”.
Beijou minha boca, empinou a bunda e começou a rebolar. –“Ajoelha aqui trás” –ela falou- “Vem beber mel direto da fonte. Vem me lamber, vem chupar, enfiar a língua na minha bucetinha, vem… , só não tire ainda a minha toalha, nem a sua“.
Ajoelhei-me atrás dela e comecei a correr minhas mãos da metade das suas coxas absolutamente molhada até encostar levemente em sua xoxota. Depois comecei a lamber suas coxas e respirar bem perto da fonte de mel. Ela abriu a polpa da bunda e disse: -“Olha como estou molhada, olha o que você me faz sem me tocar, olha como minha bucetinha é rosadinha”.
Na posição que eu estava, era um pouco desconfortável para eu poder dar um bom trato naquela xoxtinha. E era xoxotinha mesmo, bem feitinha, apesar de já ter suportado cinco partos normais. Comecei a beijar a parte da bunda que estava descoberta pela toalha, comecei a lamber bem na dobra onde começam as coxas, dei uma leve sugada, deixando uma pequena marca e “caí de boca” na fonte de mel. A textura do “melzinho” era parecida com clara de ovo. Branca, transparente e grossa.
Dona Celi estava com os olhos fechados, cabeça deitada no assento do sofá e com a boca ligeiramente aberta. Eu estava a ponto de gozar. Encostei meu pinto na xoxotinha dela, dei uma pincelada e ela resmungou: -“Vai gozar, “né”?, Segura um pouquinho, enfia dois dedos na minha bucetinha”. Encostei dois dedos na entrada da xoxota e com movimentos lentos fui enfiando. Ela começou a gemer, rebolar a bunda e disse: -“Encosta seu pinto na entrada da minha bucetinha, encosta… não põe ainda, só encosta”. Fiz o que a dona CeliaNNa com dois “N’s” pediu. Dei uma boa lambida no melzinho dela, com a mão esquerda puxei seus cabelos, com a outra eu encaixei meu pau na entrada da xoxota e dei-lhe um beijo.
Ela sugou meu lábios e ofegante, sussurrando, quase implorando, disse: -“Enfia de uma vez, segura firme na minha cintura e mete de uma vez na minha bucetinha”. Ordem dada, ordem cumprida. Encaixei a cabeça do meu pau na entrada da xoxotinha, segurei em sua cintura. Ela abriu a bunda e eu enfie de uma só vez, como ela tinha ordenado.
“Ai, ai, aii… Renato”, ai, puxou o ar, e… :-“ai… nossa, Renato! Espera, não vai gozar ainda”. Lubrificada do jeito que ela estava e melado do jeito que meu pau estava, não teve problema nenhum para o anãozinho deslizar para dentro da xoxota dela. Trinta e dois anos depois, ela estava com “um tubinho do rolo de papel higiênico” enfiado em sua bucetinha.
Quente, apertada e ela contraindo a bucetinha, comecei a acelerar um pouco o vai-e-vem, minha respiração começou a ficar ofegante, avisei que não estava mais conseguindo segurar meu gozo. Dona Celi, gemia e não parava de emitir uns sons parecido com “uhmmhh… unnffff.. ahhi, huuummm”.- “Segura firme na minha cintura e deixa ele todo lá dentro. Vou fazer seu pau cuspir porra dentro da minha bucetinha”. Missão quase impossível, eu não estava mais conseguindo segurar. Mas imediatamente ela se apoiou no sofá e começou a fazer o vai-e-vem. Na quarta ou quinta vez, ela veio para trás, contraiu bastante a bucetinha e disse: “-Vem… vemm, vem meu putinho”. E não deu outra. Não me lembro de ter gozado daquela forma.
Fiquei praticamente desmaiado sobre as costas dela. Por ter uma bunda bastante avantajada, logo meu pau escapou da xoxota. Sentei no tapete, meu o corpo todo tremia e minhas pernas estavam bambas. Meu coração parecia estar batendo na garganta.
Dona Celi, estava praticamente desfalecida, largada sobre o sofá. Esperma e “melzinho” escorrendo pelas suas coxas. Olhei para o relógio da cozinha, eram três e quarenta da manhã. Levantei, me cobri com a toalha e fui ao banheiro. Lavei meu rosto, lavei o meu “anãozinho de jardim”, (foi assim que dona Celi começou a chamar o meu pau), por ser “baixinho e gorduchinho”. Molhei a toalha de rosto em água morna e fui limpar as “partes pudicas” da dona barrica.
Ela mexeu um pouco as pernas, sorriu e praticamente resmungando, disse: -“Que raiva de você, sempre preocupado, sempre gentil”. Tentou se levantar mais sentiu uma leve tontura. Eu ri, segurei-a pelo braço e fui ajudá-la, usando as palavras dela, a se “recompor”.
Ela sorriu e disse: -“Meu putinho, sempre gentil! Fique tranquilo que daqui a pouco eu vou te recompensar, mas agora melhor dormirmos um pouco, minha bucetinha está ardendo e duvido que você, depois dessa gozada, vai curtir gostoso o primeiro anal da sua vida”.
Levei-a para o quarto, a cobri com o lençol, dei um beijo em sua testa e fui para o quarto de hóspedes.
“Renato”- ela sussurou -“Você não existe, sabe bem a hora de ser meu puto e a hora de ser o meu genro mais querido. Que os anjos velem o seu sono”.
–“O nosso” eu respondi.
Termino aqui a primeira parte da história. Dona CeliaNNa com dois “N’s” leu e aprovou esse primeiro relato. Agora, vou escrever a segunda parte, espero que no máximo em uma semana, já esteja pronto para publicar.
Ela disse que espera que eu possa uma história a cada quinze, ou vinte e um dias.
Agradecemos ao site, aos leitores e estamos abertos a todo e qualquer comentário. Críticas serão bem vindas, desde que não sejam agressivas e com caráter pessoal.
CeliaNNa com dois “N’s” / Renato “anãozinho de jardim”.

