Bem, tive que voltar aqui para desabafar antes de enlouquecer completamente. No dia seguinte da reatação de Neuza e Denão, acordei e tive que pela primeira vez desde que Neuza separou de seu amante fixo, fazer o café sozinho.
Era lógico que isso me remetesse que dentro da suíte, Denão repousava ao lado de Neuza, se recuperando de uma noite intensa de foda. Mas pensando bem não ouvi tanto barulho de cama rangendo e Neuza gritando frases desconexas enquanto gozava loucamente no pau de seu amante.
Algo foi diferente e eu fiquei encucado com isso. Resolvi tentar ouvir algo encostando eu ouvido na porta do quarto e percebi que estavam acordados e sussuravam alguma coisa que eu não podia compreender um para o outro.
Eu resolvi dar a volta na casa e tentar oubir melhor pela fresta na janela da suíte. Eu encostei o ouvido na veneziana de madeia e pude escutar estalos de beijos molhados entre os dois amantes. Neuza o elogiava dizendo não entender como pode ficar sem isso durante tanto tempo.
Isso que ela se referia com certeza era o sexo com ele. Ele também cochichava coisas que eu não entendia pois sua voz é grave e não havia clareza suficiente, mas ele terminava de falar e ela concordva com ele e em seguida eu houvia os estalos de beijos entre os dois novamente.
Aquilo me deixava enciumado, mas ao mesmo tempo com tesão incrível e eu me sentia feliz por Neuza estar com seu homem em sua cama, satisfazendo-a como sempre o fez.
Eu queria minha esposa feliz e plena como mulher novamente, mesmo que para isso, Neuza voltasse a me desprezar totalmente como marido como ela fazia quando eles estavam juntos.
Eu ouço Neuza pedir a Denão que ele a coma mais uma vez. Logo eu percebo que ele inicia a penetração em Neuza, pois ela solta um longo dengoso gemido, característico do prazer que ele a faz sentir quando penetra sua linda boceta rosa.
Começo a estranhar que não consigo ouvir os sons habituais da foda entre os dois amantes, nem urros de Denão, ou gritos de desespero de Neuza, muito menos o bater dos corpos durante o ato selvagem que é o sexo entre os dois.
Ouço apenas gemidos de Neuza e a respiração ofegante de Denão em meio a frases que não consigo entender vindas de ambos os amantes. Apenas algo me tira do transe em que estava, quando ouço Neuza dizendo que stá gozando e solta um gemido tremido que perdura por alguns longos segundos e termina que uma declaração chocante que me faz dobrar os joelhos e cair em prantos no chão.
Neuza diz com toda a sua força: _ Eu te amo Denão! Quero ser sua pra sempre.
Continuam a se beijar com volúpia, me fazendo ouvir os estalos molhados que provem dos fluídos de suas bocas e Denão se Declara a Neuza confirmando que ele era o seu homem.
Não conseguia entender o que ela queria dizer ao declarar que ela o amava. Tentei me convencer que era uma coisa dita no calor das sensações que Denão provocava em Neuza, para não cair em desespero total.
Voltei para cozinha e resolvi esperar pela saída dos amantes daquela suíte nupcial. Fiquei esperando até 11:30h da manhã e eles surgem caminhando abraçados e adentram a cozinha. Um breve cumprimento de Denão acompanhado de um seco bom dia de Neuza direcionado a mim, me dão o tom do quão indesejado pelos dois eu sou naquele ambiente.
Mas me faço de desentendido e me ofereço para serví-los naquela manhã. Eles se olham e com um silêncio cumplice, me permitem serví-los na mesa da sala de jantar pra onde os dois aos beijos se dirigem para serem por mim servidos.
Minha humilhação de servir ao casal de amantes como se fosse um reles serviçal tem a intenção de tentar obter alguma medida da intimidade que eles atingiram em tão pouco tempo em que reataram o relacionamento amoroso.
Eu os servi e fiquei de longe os observando. Eu confesso que ambos estavam radiantes. Denão, no alto da sua masculinidade, exibindo-se com sua forma física trajando apenas uma cueca box branca que valoriza seu membro negro espetacular, enquanto Neuza, com uma tanguinha lilás e apenas uma camisolinha transparente da mesma cor amarrada por um lacinho na altura do abdomen.
Eles tomavam café com Neuza tendo uma de suas pernas jogadas por cima das pernas de Denão. Olhavan-se o tempo todo e entre um gole de café e uma mordida em um Croissent, eles se beijavam ardentemente.
Ele a beijava no pescoço e ele se contorcia dengosamente e retribuía com carinhos em seu peito e o beijava ardentemente. Cuchichavam coisas um para o outro e me ignoravam por completo.
Continuei a me torturar e me mantive forte para não me retirar em prantos e me manter recluso no meu quartinho pelo resto do dia, para não ter mais que vê-los se amando dentro daquela suíte nupcial ou qualquer outro ambiente da casa. Ao invés disso procurei ser o mais prestativo possível para que eu tivesse alguma utilidade para os dois e pudesse continuar presente para poder entender o que estava acontecendo.
Depois que terminaram o café, eles voltaram para o interior da suíte e voltaram a se amar por mais uma hora.
Fiquei contente quando Neuza me procurou no meu quartinho, mas logo a ficha caiu e ele me mandou ir comprar mantimentos para a casa, pois ela não teria tempo para sair junto comigo. Eu tentei arancar algo dela, mas ela me tratou com muita firmeza e mesmo diante da minha insistência ela disse que quando ela tivesse um tempo, me avisária.
Fiza as compras o mais rápido possível, pois queria voltar pra casa para continuar minha espiação e tentar descobrir o que se passava entre os amantes.
Chegue em silência e guardei as compras, voltei para a janela da suíte, e percebi que estavam na banheira de hidro. O basculhante esteva entreaberto e eu me coloquei bem embaixo e podia ouvir claramente a conversa dos dois.
Ali eu ouvi ambos se declarando e varias vezes eu ouvi Neuza dier que não iria mas permitir que Denão a deixasse e Denão afirmava que jamais faria isso, pois ele seria o seu homem para sempre.
Eu não podi ver, mas tudo indicava que ele faziam amor dentro da banheira, pois o barulho dos corpos batendo na água era característicos, só não podia imaginar qual a posição que eles estavam, mas pouco importava, pois o que me incomodava mesmo era que eu estava ouvindo ambos se declararem de forma apaixonadaum para o outro desde a noite anterior e ele não faziam mais sexo selvagem, mas sim faziam amor juntos.
Eram agora um casal na plenitude de um paixão avassaladora e eu não sabia qual seria o meu papel na vida dos dois de agora em diante.
Eu os ouvi gozando e voltei a ouvi Neuza dizendo a Denão que o amava muito e voltei para meu quarto em desespero e o pranto voltou a rolar em meu rosto.
Eu não consegui mais sair do quarto naquele dia e Neuza como havia me prometido, na parte da noite me procurou pra conversar. Ela me pegou muito fragilizado e vendo meu abatimento, sentou ao meu lado na cama e com expressão de piedade, me fez um cafuné na cabeça e perguntou o que houve.
Eu tentei falar alguma coisa, mas quando pensei que ele poderia me deixar pra sempre para viver ao lado do seu homem, a voz embargou de um jeito que não consegui falar nada. Ela continuou com o cafuné e me abraçou percebendo minha fragilidade.
Perguntou o que estava acontecendo e eu me abracei a ela e comecei a chorar de soluçar. Ela me abraçou forte e pediu que eu me acalmasse.
Eu pedi que ela me explicasse o que estava acontecendo. Ela disse que não entendia o que ela tinha que explicar.
Eu pedi pra ela ser sincera, pois se ela fosse me abandonar que eu não iria suportar. Ela sem entender nada, perguntou do que eu estava falando e eu falei que tinha ouvido ela dizer que amava Denão.
Ela deu uma risadinha e em seguida me abraçou. Falou assim pra mim: _ Ai, mas que bobo que você é! É por isso que você está assim?
Eu a olhei e a abracei de novo. Ele me acolheu brevemente e depois me afastou. Me olhou e ameaçou levantar pra sair. Me atirei aos seus pés e pedi pra ela me falar a verdade. Você vai me deixar Neuza?
Ela rindo me pede para soltá-la pois Denão estav esperando por ela. Eu pedi pra ela não sair sem antes me explicar o que estava acontecendo. Ele sentou, na beirada da cama, comigo agarrado aos seus pés e ela pediu que eu olhasse pra ela.
Passando a mão na minha cabeça, como se consolasse a uma criança, ela falou. Deixa de ser bobinho! Você sabe que eu nunca vou deixar você. Eu confesso que disse sim para o Denão que eu o amo e amo muito mesmo, mas é como meu homem, meu macho, mas você sempre vai ser meu marido, meu companheiro de vida, nunca me passou pela cabeça deixá-lo.
Eu preciso de você ao meu lado para estar completamene realizada, assim como preciso de Denão como homem para me sentir uma mulher completa. Eu seria louca de deixar você. Você é um homem raro, que soube compreender que sou uma mulher além da esposa e me permitiu ter minhas necessidades de mulher satisfeita por outros homens já que você não tinha a competência para me satisfazer como mulher, qual outro homem tem esse senso de justiça e ama tanto a esposa que se permitisse entregá-la para que outro homem.
Compreende que seria uma loucura completa eu abandonar você. Não seja bobinho amor, fique tranquila que o amor que sinto por Denão é carnal, como homem, como meu macho e nesse quesito você não concorre com qualquer outro homem, lembra, você não pode ser mais homem para mulher alguma e apenas reconhece isso e permite que eu possa ter sexo com outro macho e eu escolhi Denão e sempre lhe serei grata por você ser quem é.
Você está um pouco frustrado por eu ter voltado com Denão e sei que nós privamos você de qualquer proximidade com sexo, mas é pro seu bem, pois sabemos como você fica frustrado e tende a ficar depressivo vendo como Denão me come e si que você queria poder estar no lugar dele.
Então vem cá e me dê um abraço apertado e saiba que sempre estarei do seu lado, mas quero que você confie em mim e no Denão, pois nunca colocaremos você pra fora de nossas vidas. Nós dependemos de você para que eu e Denão possamos ter tempo para nos amarmos e seria um tiro no pé dispensar você amor.
Deixa de ser bobo e volte a dormir tranquilo. Mas antes dela sair, ela mandou eu ir até movelzinho de banheiro e pegar o dispositivo de cinto de castidade pois elea achava melhor a gente voltar com o regime de castidade forçada que praticamos na primeira fase do relacionamento dele e Denão.
Obedeci, peguei-o e o entreguei. Ela colocou o disposito em mim e me desejou boa noite. Eu a agradeci muito e prometi que não iria mais espiá-la com seu amante em seus aposentos. Ela elogiou minha atitude e disse que assim seria melhor pra todos.
Depois desse dia eu permaneci trancado em meu dispositivo e com o tempo foi ficando mais submisso aos dois até que eles já podiam fazer amor em qualquer parte da casa sem que eu me importasse.
Eu estava novamente domesticado por Neuza e Denão. Eu cumpria todas as minha funções e não me importava mais com o relacionamento dos dois, até voltei a achar eles lindos como casal. Logo eles já estavam voltando a viajar, frequentar restaurantes, hoteis, eventos sociais como marido e mulher.
As amigas aos poucos foram voltando a serem convidadas para nossa casa, pois elas já sabiam que Neuza e Denão estvão juntos como homem e mulher e tudo transcorria normalmente entre nós. Elas sempre me zoavam um pouco, mas tudo com muita classe e dentro dos limites de aceitação.
Eu não me importava de estar na compania de uma de suas amigas enquanto Denão fazia amor com Neuza. As suas amigas já achavam uma situação normal e me aceitavam como corno manso de Neuza e Denão.
O fato de eu ser um marido broxa irrevrssívelmente ajudava ao clima de aceitação de suas amigas, mas mesmo assim elas tripudiavam em cima da minha condição e até me desconsideravam com homem.
Elas me deixavam vê-las nuas pela casa em sessões de depilação, massagens e sexo com rapaze de programa ou até mesmo em sexo grupal com Denão. Sortudo filho da mãe.




sei bem como é isso amigo. Minha esposa tbm se apaixonou pelo comedor. Foi uma loucura
Que loucura.
certamente essa foto não é deles, tem outra loira e outro negro junto