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Primeiro pé de homem que lambi!

Olá. Meu nome é "Henrique", tenho 24 anos atualmente, sou heterossexual e podólatra desde criança. Não tenho tesão em homens, mas pés masculinos e femininos sempre foram minha fraqueza. Esse desabafo é verídico, e relata minha primeira experiência podólatra homossexual que aconteceu a mais ou menos 2 anos. Era terça ou quarta feira. Fazia frio, e durante aquele dia todo tinha chovido bastante. Recebi uma mensagem no fim da tarde de meu amigo "Lucas", perguntando se eu estava em casa. Disse que tinha comprado um engradado de cerveja para beber com a namorada dele, mas ela havia desmarcado e estava sem nada para fazer. Minha casa estava vazia, e meu dia foi sem graça, então falei que Lucas poderia ir. Depois de mais ou menos 25 minutos ele toca a campainha. Vestia um moletom, bermuda e um par de chinelos azuis. Seus pés estavam sujos, pelo fato de ter chovido e a rua estava com lama e poças. Ele deixou o chinelo do lado de fora, e entrou direto para o meu quarto. Conversamos bastante enquanto a cerveja gelada, e depois de uns 40 minutos começamos a beber. Após umas latinhas, reparei que Lucas tinha cruzado a perna, e a sola suja do seu pé esquerdo estava completamente em meu campo de visão. Essa foi a primeira vez que passou pela minha cabeça e meter a boca num pé de homem, eu juro. O pé dele era pequeno, a sola estava amarelinha e suja em algumas partes. Ele mexia os dedinhos e enrugava a sola de um jeito que estava me deixando louco. Parei de olhar antes dele perceber e botei na cabeça que ia chupar o pé dele de algum jeito. Fui na cozinha, voltei com mais duas latinhas, sugeri que a gente virasse a latinha inteira. Lucas aceitou, virou e ficou na onda de imediato. Nesse momento só passava na cabeça o que eu ia fazer para cumprir minha missão. Em questão de 3 minutos, elaborei uma mentira que eu achei que ele acreditaria. Pensava a todo momento se eu devia por minha amizade em jogo por causa desse fetiche. Se ele não acreditasse ou achasse estranho, eu ia ficar com fama de gay e o assunto poderia se espalhar. Com as mãos tremendo, tomei coragem e disse a ele: "Tá precisando de dinheiro?" Lucas fez uma cara tipo "como assim?" "do nada isso?" e me deixou a vontade para continuar com a mentira… Disse a ele que eu conheci um senhor na Lapa, que era tarado em pés masculinos e me ofertou um bom dinheiro por um video de podolatria amador homossexual. Lucas se espantou e eu expliquei pra ele o que era podolatria, e que esse senhor comprava videos caseiros de homens lambendo pés de outros. Falei para ele que não topei porque não conhecia ninguém que toparia, mas que peguei o contato dele, caso arrumasse alguém que fizesse. Lucas não entendeu, achou estranho, me fiz mil perguntas sobre a garantia do dinheiro, sobre seu rosto vazar na internet, sobre o tal senhor, como foi a conversa que tivemos, enfim … Minhas respostas mentirosas passaram confiança e Lucas topou ter os pés lambidos por mim, já que assim seu rosto não apareceria. Mesmo bêbado, senti que ele estava meio nervoso e após o final do assunto ele levantou e disse que ia pegar água na cozinha. Fiquei sentado em frente ao notebook pensando o que faria quando ele voltasse pro quarto, como começaria a lamber seus pés sem deixar claro pra ele que estava fazendo aquilo tudo por tesão. Em estado total de nervosismo, esperei Lucas por uns 10 minutos. Então, ele entra no quarto descalço com os pés limpos. Sentou na cama, e olhando pra baixo disse que lavou pra eu não pegar verme. Liguei a webcam do notebook, coloquei ela em direção a cama. Pedi que ele deitasse com a barriga pra baixo, com as solas dos pés viradas pra cima. Não falávamos muito. Era uma coisa nova para ambos. Era diferente, ousada, e eu não fazia ideia de como seria nossa amizade dali pra frente. Mas meu pau não me deixava pensar em desistir. Estava duro a ponto de explodir. E quando Lucas virou de bruços e me "serviu" aquelas solas eu senti uma das melhores sensações da minha vida. Fiquei um tempo olhando pro pé dele, enquanto ele estava deitado sem falar nada. Cheirei o pé dele um pouco, mordi suas solas de leve, e arrisquei dar uns beijinhos. Ele não se manifestava, e eu me senti a vontade para aproveitar mais. Lambi as duas solas, de ponta a ponta, terminando com a lingua entre dois dedos do seu pé. Ele enrugava a sola por sentir cócegas, mas não falava nada. Avisei a ele que gravaria durante 15 minutos e ele concordou. Então, comecei lamber o pé dele de um jeito que nunca lambi outro. Quando terminou os 15 minutos o celular tocou. Ainda fiquei mais uns 10 segundos lambendo, mas ele puxou o pé e disse que tava bom. Sentou na cama, pegou suas coisas e disse que já estava indo, pois tinha uma coisa para resolver. Sem falar muito, levei ele na porta e ele foi embora. Corri para o banheiro, toquei a melhor punheta do mundo e voltei pro quarto pensando sobre o que tinha feito. Enfim, esse foi meu primeiro conto. Ele é verídico! Contarei outros em breve.

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Escrito por Anônimo

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