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AMOAMO

Probleminhas no exame

Meu nome é Rosilene, tenho 29 anos, e sou uma mulher que sempre me orgulhei do meu corpo – loira, com pernas fortes e musculosas, uma bundinha empinada que chama atenção por onde passo, e peitinhos firmes e empinados, moldados por anos de academia e aulas de dança. Meu corpo parece o de uma dançarina profissional, daqueles que viram cabeças na rua, mas por dentro, sou uma mistura de fogo e insegurança. Naquela quinta-feira, acordei sentindo um calor insuportável, um fogo persistente que me consumia desde o momento em que abri os olhos. Meu marido tinha viajado a trabalho há três dias, e eu estava no limite, precisando desesperadamente de alívio. Mas o dia não era para isso; eu tinha marcado um check-up de rotina com a ginecologista, a Dra. Camila, uma mulher na casa dos 35 anos, morena, elegante, com um ar profissional que sempre me deixava à vontade – ou pelo menos era o que eu achava.

Cheguei ao consultório um pouco atrasada, o coração acelerado, tentando ignorar a umidade crescente entre minhas pernas. O ar-condicionado do lugar só piorava as coisas, arrepiando minha pele e intensificando aquela sensação de urgência. A recepcionista me levou para a sala de exame, e eu me despi rapidamente, vestindo apenas o avental fino de papel que mal cobria meu corpo. Deitei na maca, as pernas abertas no suporte, exposta como nunca, e esperei. Quando a Dra. Camila entrou, com seu sorriso calmo e profissional, eu já estava ensopada. Meu corpo traía minha mente; cada pensamento sobre o Paulo, sobre noites passadas, só alimentava o fogo.

Ela começou o exame de rotina, conversando casualmente sobre o tempo e minha saúde, mas quando se aproximou e inseriu o espéculo vaginal, uma onda de prazer surreal me invadiu. Foi como se um raio tivesse atingido meu corpo inteiro. Soltei um gemido involuntário, alto o suficiente para ecoar na sala pequena, e senti uma lambança total no instrumento. Meu rosto queimou de vergonha; eu queria sumir, me enterrar no chão. A doutora parou por um segundo, seus olhos castanhos se arregalando ligeiramente, desconcertada. Ela viu meu estado – a lubrificação excessiva, o tremor nas minhas pernas, o rubor no meu peito. “Rosilene, tudo bem?”, perguntou ela, com uma voz neutra, mas eu percebi um tom de surpresa.

Eu gaguejei uma desculpa, murmurando algo sobre estresse e a viagem do meu marido, mas ela balançou a cabeça, retirando o espéculo com cuidado. “Olha, isso acontece mais do que você imagina”, disse ela, tentando me acalmar. “Mas com essa lubrificação toda, não consigo visualizar direito o colo do útero. Se você quiser… se aliviar um pouco aqui, pode ajudar. Eu saio se preferir, mas se ficar, prometo que é confidencial.” Meu coração disparou. Aliviar? Ali, na frente dela? A ideia era absurda, humilhante, mas o fogo era tão intenso que eu não aguentava mais. Concordei com a cabeça, mordendo o lábio inferior, e ela se afastou um pouco, encostando na parede, cruzando os braços como se fosse uma observadora neutra.

Minha mão desceu devagar, tocando meu clitóris inchado, e comecei a massagear, primeiro devagar, depois com mais urgência. Os gemidos escaparam sem controle – altos, guturais, como se eu fosse uma cobra mal matada se contorcendo na maca. Meu corpo arqueava, as pernas tremiam nos suportes, e eu me sentia completamente exposta, vulnerável, nua não só no corpo, mas na alma. Ela ficou lá, em pé, me olhando com uma mistura de curiosidade profissional e algo mais – um semblante de deboche sutil, mordendo os lábios inferiores como se estivesse segurando um sorriso ou talvez uma risada. Seus olhos passeavam pelo meu corpo, demorando nas curvas das minhas pernas, na forma como meus peitos subiam e desciam com a respiração acelerada. Ela não interferiu, não disse nada, só observou, e isso só intensificou tudo. Tive o primeiro orgasmo em segundos, um tremor que me fez gritar baixinho, depois o segundo veio em ondas, me deixando ofegante, e o terceiro foi avassalador, como se meu corpo explodisse em mil pedaços. Tentei me conter ao máximo, apertando os lençóis da maca, mordendo a língua, mas foi inútil – eu me acabei na siririca, lambuzando tudo ao redor.

Quando finalmente parei, ofegante e suada, com o corpo ainda pulsando, ela se aproximou novamente, pegando o espéculo limpo. “Pronto, agora deve dar certo”, disse ela, com um tom casual, como se nada tivesse acontecido. Continuou o exame, puxando assuntos aleatórios – sobre minha rotina na academia, se eu dançava profissionalmente, até sobre viagens com o marido. Eu me desculpei várias vezes, corando até a raiz dos cabelos loiros, murmurando “Desculpa, doutora, que vergonha…”, mas ela riu baixinho, balançando a cabeça. “Não precisa se desculpar, Rosilene. Somos humanas, né? Acontece.”

No final do exame, enquanto eu me vestia, ela me surpreendeu. “Olha, você parece uma mulher interessante. Meu marido e eu estamos planejando um jantar no final de semana, algo casual. Quer vir com a gente? Sem pressão, só para bater papo.” Eu hesitei, ainda zonza do que tinha rolado, mas aceitei. Havia algo na forma como ela me olhava, uma faísca de cumplicidade, que me intrigava. Saí do consultório com as pernas bambas, o corpo aliviado mas a mente girando. O que viria a seguir? Eu não sabia, mas pela primeira vez em dias, o fogo dentro de mim parecia aceso de um jeito novo, cheio de possibilidades. 

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Escrito por rosi

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