Desfeita a confusão provocada pela publicação do primeiro desabafo na parte não adulta do site, eu resolvi fazer o segundo desabafo na qual conto como reagi a minha decisão de dar o cú pela primeira vez para Gil, meu amigo de inância e adolescência.
Gil havia me provado que a minha decisão de enfim dar meu cú para ele, foi a decisão mais acertda que eu podia ter.
Eu saí da casa do Gil sem nenhuma dúvida. A caminhada até a minha casa foi duríssima.
A sensação de estar completamente arrombado não é boa não.
Mas eu estranhamente me sentia mais leve, como se um peso que eu carregava a muito tempo tivesse saído das minhas costas.
Desde a época que eramos garotos e brincavamos na rua, Gil demonstrava interesse em me comer e eu sempre negando isso a ele.
Eu confesso que ia pra casa queimando de febre, principalmente após Gil me fazer brincar com seu pau até ele soltar aquele leite branquinho sempre em quantidade absurda desde novo.
Nunca me senti humilhado nas vezes que ele enfiava seu pau na minha boca ou metia um,ou dois dedos no meu cú e ficava me mandando eu rebolar e me chamava de viadinho ou mariquinha.
Pelo contrário, passei a reconhecer em Gil a figura do que é ser homem. Enquanto os outros eram meninos como eu, eu via Gil como macho.
Seu apetite pelo meu cú e sua atitude diante de mim, me faziam olhar pra ele de forma diferenciada e submissa desde aquela época.
Ele havia descoberto minha tendência mas passiva e apenas se impôs a mim e foi aos poucos me ensinando a respeitar e apreciar as suas atitudes de macho.
Lógico que tivemos nossas diferenças como quaisquer adolescentes normais, mas ele acabava se impondo e mostrava sua dominancia sobre mim com imposição física e sempre no fim acabava me levando pra algum canto e me aplicando uma lição que era pra eu entender meu lugar.
Várias vezes ele até quase consigiu meter o pau no meu cú.
Mas ele tinha aquele pauzão de homem feito e eu era virgem do cú e não aguentava receber aquele monstro dentro de mim.
Como corriamos sempre o risco de ser descoberto, ele desistia e se contentava em receber uma punheta ou chupada até gozar.
Depois de uma semana me recuperando da primeira foda, Gil me abordou na rua e perguntou como eu estava.
Eu queria sair por cima e mesmo ainda com o cú muito inchado e dolorido, eu disse que estava tudo bem.
Ele visivelmente esperava eu reclamar e então vendo que eu estava bem ele perguntou se eu estava pronto pra outra foda.
Eu recuei devido ao estado real do meu cú. Gil tinha destruido ele e eu não aguentaria receber aquele pau tão cedo.
Eu estava louco de vontade da dar meu cú de novo, mas realmente não ia suportar o pau dele, precisava de um bom tempo para me recuperar.
Ele então disse que ia ficar em casa no final de semena e que era para eu passar na sua casa na parte da tarde por volta das quatro horas pra ele me foder de novo.
Disse que não ia estar em casa neste final de semana mas ele disse que para eu dar meu jeito que ele não ia ficar sem cú no final de semana.
Não se despediu e nem olhou pra trás.
A semana foi passando e eu não tirava aquelas palavras da cabeça.
O tom de ameaça foi algo que sempre deu certo entre a gente.
Eu sempre terminava sendo ameaçado por ele em nossa adolescência e ele sempre conseguia se impor sobre mim e ganhava seu prêmio.
Sabia que não ia ser diferente agora.
No sabado, eu não consegui nem almoçar. Estava tão tenso e por volta das duas horas, vendo que não ia ter jeito, acabei resolvendo me preparar.
Eu estava nervoso e sentia uma dorzinha de bariga.
Sentei no vaso sanitário e consegui fazer minhas necessidades.
Eu usei o chuveirinho para me lavar e ví que meu cú tinha muitos pelos e me ocorreu que não deve ser legal a visão de um cú cheio de pelos.
Eu fiz o inusitado e acabei me depilando todo. Utilizei um creme que minha irmã usa que ésó passar e esperar uns minutos e depois passar um algodão.
Ficou lizinho, sem nenhum pelinho pra contar estória.
Vi nesse momento que o cú não estava mais inchado como antes e apenas uma dorzinha quase imperceptível.
Isso me deu mais confiança.
Eu estaa sozinho em casa e já estava com um pouquinho de tesão, mas faltava aquela confiança que sentia na primeira foda.
Foi então que peguei uma cenoura grande na cesta de legumes na cozinha e um saquinho plastico e envolvi a cenouro como que encapa um pau com uma camizinho.
Peguei um condicionador e espalhei em volta do saco e voltei pro banheiro.
Fui enfiando devagar dentro do cú, até conseguir engolir toda a cenoura.
Vendo que consegui enfiar ela inteira e ela foi escolhida por ser quase do amanho do pau do Gil, eu fiquei mais confiante.
Comecei a tirar ela quase toda e socar novamente e foi tudo bem. Uma dorzinha bem leve e suportável.
O saco estava limpinho, apenas o creme sem sujeira e vi que estava vazio por dentro, sem risco de causar um incidente no pau do Gil.
Tomei um banho, me desfiz da cenoura e do saco para ninguem desconfiar de nada e me vesti. Partir pra casa do Gil.
Como ele mando, eu estava lá as 4 horas da tarde em ponto.
Fui recebido com a frase. Adoro uma puta pontual.
Entra ai minha putinha.
Eu não esperava aquelas palavras, mas fiquei calado e entrei.
Gil estava apenas de short e assim que eu entrei ele pegou uma das minhas mãos e levou por cima do short até seu pau.
Quando senti o volume meu coração já disparou.
Gil me olhava com cara de safado e seu pau já começou a pulsar.
Depois de alisar um pouco ele comecou a abaixara o short e eu peguei o pau dele já livre.
Comecei a punhetar ele. Isso é uma coisa normal entre a gente. Já fazia isso desde a adolescência, então sempe que estava com seu pau na mão, era quase extintivo eu masturbar ele.
Enquanto punhetava, ele foi desabotuando minha bermuda jeans e a abxou também. Mas ele me deixou de cueca e ao invés de abaixá-la, ele puxou ela pra cima e enterrou na minha bunda como uma calcinha fio dental.
Em seguida com as duas mãos ele alisou ambas as bandas da minha bunda, abrindo-as de vez em quando.
Asiim ficamos um bom tempo. Eu punhetando o pau de e brincando com seu saco e ele alisando, dando tapas e abrindo a minha bunda.
Até ele chegar a cueca para o lado e tocar meu cú.
Nesa hora um gemido saiu da minha boca e ele levou o dedo na boca e cuspiu nele.
Voltou e espalhou o cuspe sobre meu cú e começou a forçar.
O cú não resisitiu muito e logo o dedinho entrou gostoso em mim, me arrancando suspiros e mais um gemido arrastado e trêmulo.
Ficamos brincando assim até eu começar a rebolar em seu dedo e sentir uma vontade de sentir o sabor daquele pau pulsante novamente em minha boca.
Então afastei o corpo para tráz para poder inclinar o tronco pra frente e alcançar o pau dele com minha boca.
Abocanhei e comecei a sugar aquele pau feito um louco.
Ele voltou pro meu cú e me dedou novamente, mas dessa vez com dois dedinhos.
Eu não sabia se chupava o seu pau ou se rebolava. Estava tão descontrolado que não conseguia fazer nenhum e nem outro.
Mas eu procurei respirar fundo e recomeçar bem devagar e coordenado e então consegui chupar o pau dele e rebolar em seus dedos.
Tava tão gostoso para mim e pra ele que ficamos muito tempo assim.
Mas, ele estava querendo mesmo era comer meu cú e mandou eu para de chupar e retirou seus dedos de mim e me levou pro quarto.
Fui posicionado deitado nos pés da cama, com a bunda na beira do colchão.
Ele dessa vez já colocou minha pernas apoiadas em seus ombros para não me deixar usá-las para tentar escapar.
Dessa vez eu também fui esperto e já procurei o traveseiro para eu poder morder e não emitir sons e gritos escandalosos.
Mas uma cusparada no rabo e senti ele pincelar a cabeça. Ele garantir com uma forçada que a cabeça encaixasse no cú antes de poder soltar o pau sem que ele escapasse da entrada do cú.
Com a cabeça já posicionada dentro do cú, ele me pegou com as duas mãos na cintura para me estabilizar e eu senti a pressão do pau fazer ele começar a deslizar dentro do meu cú.
Mordi o travesseiro e senti a pica entrando rasgando.
Com perseverança, meu corpo aceitava a penetração a custas de muita dor. Eu procurava desfocar na sensação ruim, balançando a cabeça de um lado para o outro.
Isso ajuda a desviar a atenção na dor provocada pelo pau do Gil.
Eu levanto o quadril usando o apoio nos ombros dele e Gil reclama e manda eu ficar relaxado.
Eu tento voltar com o quadril pro colchão mas assim que ele volta a empurrar a pica eu voltar a fugir do pau.
Ele então me puni com dois tapas na cara que me fazem voltar a realidade.
Volto com o quadril pro colchão e permito ele meter mais alguns centimentros de pica em meu cú, mas é muito pau e eu mexo forte os quadris para tentar aliviar a dor.
Não tem a mesma eficiência que suspender o quadril, mas foi uma tentativa. Gil não reclamou deu remexer os quadris como ele fez quando eu o suspendi, ao contrário, senti seu pau pulsar de tesão dentro do cú.
Refleti sobre meu movimento e percebi que tinha quase rebolado em seu pau e lógico que ele deve ter gostado da sensação.
Eu não percebi um alívio, mas continuei a mexer os quadris quando ele penetrava meu cú, pois ele gostava da sensação e parava para sentir eu cú rebolando no pau dele.
Então de certa forma aquilo era eficiente.
Foi com essa estratégia que consegui diminuir o sofrimento de ter meu cú penetrado pelo pau do Gil, embora o menor sofrimento causou o prolongamento até consegir receber o pau dele inteiro no meu cú.
Mas consegui receber ele inteiro dentro do meu cú.
Agora viria a parte na qual eu teria que me adaptar às estocadas dele.
A primeira é sempre dificil.
O pau sendo tirado lentamente do cú é muito desconfortável.
Os primeiros movimentos são um pouco mais dificeis por que não temos lubrificação suficiente no cú.
Com a grossura do pau, o atrito é muito grande e é como se a temperatura tivesse aumentando dentro da gente.
Quando sentimos a cabeça chegar na saída, não sei porque, mas o cú sempre dá um alerta, quase que avisando ao macho que o pau está prestes a sair.
É uma mordidinha que o cú dá no pau do macho. Isso alerta o macho que é hora de parar e penetrar o cú novamente.
É o nosso corpo nos traindo e dando sinal ao macho que estamos pronto para receber ele de novo.
Novamente mordo o travesseiro para não ser compelido a soltar um grito escandaloso devido a dor de ter o cú novamente preenchido pela tora negra.
Nesse início a coisa ainda é gerenciável, mas é da natureza do macho, se descontrolar e ignorar completamente o sofrimento alheio e até sentir prazer em provocar desconforto.
Nunca entendi a palavra parceiro sexual, pois não há paceiria no ato sexual.
Não consigo mas morder o travesseiro.
Ele praticamente já está deitado sobre meu corpo.
Eu procuro me defender como dá.
Uso as pernas cruzadas atrás das suas costas para impedir que seu quadril se afaste muito do meu corpo, pois isso torna a suas estocadas mais poderosas.
Procuro manter seu corpo mais colado ao meu.
Uso meus braços em volta do seu pescoço para conter seu impeto de macho.
De vez em quando tento acalmá-lo soltando as mãos do seu pescoço e deslizando-as suavemente pelas suas costas. isso o faz diminuir a fúria das estocadas para sentir o toque das minhas mãos afagando seu corpo macho.
Ele não para de me penetrar, mas o faz de forma mais cadenciada, embora enfatize a profundidade das penetrações quando fode meu cú nesse ritmo mais sereno.
Mas logo volto e levar estocadas violentas novamente.
Nessa alternância, ele consegue prolongar o tempo da foda para mais de meia hora com certeza.
Ele já estava me fodendo a mais de quarenta minutos, quando sugeriu que eu fosse por cima.
Nunca tinha feito sexo por estando por cima, mas imaginei que ter o controle fosse positivo, pois poderia controlar a profundidade e a velocidade durante a penetração.
Ele se deitou e eu fui por cima dele e me ajeitei de maneira que pudesse pegar seu pau e direcionar para a entrada do meu cú.
Engolir sua pica foi mais fácil agora.
Eu encaixei a cabeça e apoiei as mãos em seu peito e pude ir deixando o quadril baixar e ir engolindo cada centímetro de pica no meu rítmo.
Ele gostou e deixou eu decidir como engolir a sua tora negra.
Sem sofrer muito eu senti suas bolas contra minha bunda e tive a certeza que tinha engolido ela inteira.
Ele aprovou o jeito lento como seu pau deslizou pra dentro de mim e sentia como ele pulsava a todo instante.
Foi muito mais comodo pra mim, assumir o papel ativo.
Digo ativo no sentido de eu poder foder o pau do Gil, pois cabia a mim decidir a velocidade, a cadencia, a profundidade durante as penetrações sucessivas.
Eu estava por cima, então eu estava fodendo o pau dele.
Eu não consegui inflingir um ritmo parecido com o ritmos que Gil me fodia quando estava por cima, mas cheguei a foder o pau dele com uma certa intensidade, mas que não era suficiente pra ele.
Não tardou e Gil mesmo por baixo começou a tomar as rédeas da foda.
E logo lá estava eu tomando estocadas poderoso e tendo a mão de Gil na minha cintura, me fazendo ser empalado por sua lança negra.
Quando ambos estavamos exaustos, Gil sentou na cama e eu sem força sentei relaxado sobre sua pica e ficamos assim por um bom tempo.
Sentia seu pau pulsando dentro do cú e a sensação foi me levando a rebolar a bunda no pau dele.
Eu comecei a sentir muito tesão no cú e aquele pau de vez em quando tocava uma parte que me deixava louco.
Logo eu me entrelacei os braços em volta do seu pescoço e comecei a buscar uma forma de fazer a cabeça do pau dele tocar na mesma parte em que me provocava prazer intenso.
Descobri que deslizando minha bunda pra frente e pra trás, o pau dele encostava mais frequentemente nessa parte.
E aconteceu a coisa mais inusitada que poderia acontecer.
Eu começei a gozar.
Mas engraçado que embora um liquido escorresse pelo meu pau, a sensaçã maior vinha de uma região muito perto do cú.
Como se fosse uma coceirinha que apenas a cabeça do pau dele conseguisse coçar.
Aquilo foi longo intenso pra mim e eu tinha a sensação que ia desmaiar.
Me abracei ao corpo de Gil até ficar molinho e apoiar minha cabeça em seu ombro.
Ele vendo que algo diferente tinha acontecido, foi virando meu corpo sem deixar o pau desencaixar e voltamos a ficar com nossos corpo deitados. Eu por baixo e ele por cima novamente.
A loucura daquela foda insana voltou. Eçe fodia muito forte e eu entregue apenas gemia muito e volteia cruzar as pernas e os braços em volta das suas costas para diminuir seu ímpeto.
Ele enfim desliza nosssos corpos sempre com seu pau encaixado no meu cú e na beira da cama ergue o corpo para se colocar de pé.
Mal posso me manter agarrado em seu corpo por falta de forças.
Mas Gil garante que meu corpo seja suspenso junto ao dele, utilizando as mãos embaixo da minha bunda para apoiar meu corpo.
Suspenso da cama e do chão, eu me agarro forte ao seu corpo mais uma vez cruzando as pernas e os braços nas suas costas e colando meu tronco ao seu para sentir o mínimo de segurança.
Ele me jogo pra cima procurando ajeitar meu corpo para me manter suspenso mais ao cair de volta sinto a pica aprofundar dentro do meu cú e solto um gritinho.
Ele faz um Xiado assim: Xiiiiiiiiiiiiiiiii! Calma, eu não vou soltar você.
Eu tento relaxar e afasto um pouco o tronco para poder olhar pra ele e balanço a cabeça em afirmação, demonstrando que confio nele e que estou pronto pra ele começar a me foder de pé.
No meu do quarto, meu corpo começa a ser jogado pra cima e solto para escorregar pelo seu pau até ter ele todo enterrado no meu cú.
A coise se repete várias vezes e a dureza de ser penetrado assim, mes faz chorar.
É muito duro ser fodido assim. E a sensação é quase de humilhação e submissão total.
É um posição estranha. Na qual estamos completamente nas mãos do macho, nada se pode fazer a não ser buscar no próprio macho que nos fode a segurança para não ter nosso corpo solto no chão, o que nos libertaria daquela aflição, mas contrariaente buscamos no fodedor o porto seguro, mesmo que isso nos mantenho sobre o seu julgo.
Esse conflito, nos degrada, humilha e subjulga a ponto de nos arrancar lágrimas, que com o tempo, confunde nossa cabeça por não sabermos se estamos chorando por causa da dor da humilhação ou por causa da sensação de prazer tão intenso de estar sendo subjulgado por um macho tão espetacular.
No meu caso foi um conflito interno resolvido naquele instante, que me fez acreditar que meu corpo desejava tanto pertencer e ser usado por aquele macho, que logo eu relaxei e me entreguei por completo a ele e apenas voltei a jogar meu tronco sobre o dele e apoei minha cabeça de volta em seu ombro e me dediquei a sentir seu pau inteiro e pulsante dentro do meu cú.
Não havia mais insegurança. Apenas a confiança que aqueçe macho jamais me deixaria cair de seu colo antes de começar a despejar fartamente seu semem dentro do meu cú.
Quando Gil soltou o urro e me forcou contra seu pau, permanecendo paradinho, eu pude sentir o pau dele pulsar forte e aquele calor interno da sua porra me inundando as entranhas, eu soube que tinha que estar ali naquela tarde de sábado.
Ee ainda me levou calmamente para cama onde soltou meu corpo lentamente no colchão e foi retirando devagar o pau de dentro de mim.
A sensação de vazio me mostrou como eu gostava de estar preenchido por seu pau.
Sei que é apenas sexo e não acredito em romantismo entre pessoas do mesmo sexo.
Sei que sou viado mesmo. É minha realidade não ter atração pelosexo oposto.
Talvez se eu tivesse sido apresentado ao mundo do sexo de uma forma diferente eu pudesse gostar de uma xana, mas não foi assim comigo.
Gil me apresentou o sexo e me ensinou desde de novinho a gostar do seu pau.
Eu aprendi com ele a manipular o pau de um macho, seja com inha mçaos ou com a minha boca.
Me ensinou a sentir prazer em ter o cú penentrado seja pelos dedos e agora pelo pau de outro homem.
Não aberia o que fazer com uma mulher e reparei que meu pau é muito pequenininho diante do dele, ainda que o dele seja uma monstruosidade, mas acho que o meu nunca passou de uns 10 ou 12 centímetros e nem duro ele fica, mesmo quando estou morrendo de tesão.
Acho que sou passivo mesmo em relação a sexo.
Eu aprendi a apreciar o pau do Gil e mantive relações sexuais com ele por vários anos seguidos até que ele foi para o estado da Bahia trabalhar numa Fábrica de Carros.
Eu ainda fui atrás dele em um anos mas foi apenas uma foda e depois nunca mais o vi.
Não vou ficar fazendo outros desabafos com Gil, mas vou fazer de outros machos que cruzaram a minha vida até agora.
Não se animem, pois não foram muitos, mas foram tão intensos quato Gil.
Até lá e espero que estajam apreciando meus desabafos.
Sei que parecem contos, mas são verdadeiros, acreditem.



Uffa
Texto comprido