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PROVOQUEI PAPAI

Eu confesso que que o caso não é recente. Flagrei Pedrinho fazendo troca-troca e achei que se eu desse a bunda prá ele talvez não se tornasse viado, como seu parceiro. Esperei que se acalmasse e lhe fiz a proposta. – Mas você é minha irmã! Não pode! – Porque não pode. Não vamos fazer nenhum bebê! Aí ele ficou pensativo e acabou concordando. No meu quarto ele tentou penetrar em mim, mas estava difícil. Então untou o piu com Glostora e aí entrou direitinho. Doeu um bocado. Era minha primeira vez. Daí por diante frente ele me fodia na mesa da sala, na banheira, no tapete, e na minha cama, etc. Um dia papai chegou mais cedo e nos flagrou “fazendo”. Então Pedrinho teve de ir morar com nossa mãe. Fiquei muito confusa, com medo, e também com muita raiva de papai. Então decidi fazer-lhe desaforo. Quando foi ao meu quarto me dar o beijinho de boa noite fingi que estava dormindo. Pelada, descoberta, e de bunda pra cima. Ele demorou tanto prá sair que eu até podia sentir o peso de seu olhar devorando meu corpo. No dia seguinte a noite estava muito quente, mas chovia muito, e trovões e raios faziam terror. Embora eu já fosse uma mocinha, com medo corri pelada, como estava, e rapidamente me enfiei por baixo do lençol de papai. Ele também estava pelado e logo sentiu meu corpo comprimido contra o dele. Não disse coisa alguma, mas seu piu começou a enrijecer. Era algo fino, mas comprido e que logo foi se escondendo na junção das minhas nádegas. Facilitei-lhe as coisas levantando uma das pernas e permiti que se aninhasse melhor. Aí ele já respirava com dificuldade, ruidosamente, e acelerado. E com a voz trêmula, entrecortada, e gaguejando, começou a dizer coisas que os homens dizem às parceiras mas não a uma filha: vo..vo…cê tem a bundinha mais linda que o papai já viu. Aí, já não podendo suportar tanta excitação, de um modo até um tanto deselegante me perguntou se eu não queria fazer com ele o que eu fizera com Pedrinho. Balancei os ombros para dizer que para mim estava bem e então ele não tardou em me virar de frente para o colchão e a se posicionar como se fosse me cavalgar. Bem que tentou enfiar seu longo e fino piu, de cabecinha avermelhada dentro de minha portinha de trás, mas não conseguiu. Era muito apertado. Aí se valeu da Glostora do mesmo modo que Pedrinho havia feito. Aí começou a entrar e a fazer doer. Dei um gritinho de dor mas ele entendeu que eu estava era gostando. Então começou a fazer movimentos de entrar e tornar a puxar para fora seguidamente, e cada vez mais acelerados. Chegou o momento em que seu sacão escuro e peludo começou a bater em minha perereca, o eu curiosamente me dava um certo prazer. O homem estava tão alucinado que bastaram uns poucos movimentos para que, numa última enfiada foi até o fundo e começou a gozar escandalosamente, coisa que eu nunca ouvira ele fazer com mamãe. Aaaaiiii!!! E ejaculava seu sua coisa quente no fundo do meu ânus. Foi seguidamente enfiando bruscamente e ejaculando, sempre gemendo alto e uivando. De repente deixou-se cair por cima de mim, em seguida deslizou para o lado como se tivesse desmaiado, e ali ficou, com o esperma ainda escorrendo do pinto. Bom! Pensei, acho que já fiz o que queria. Agora ele não estava mais em condições de condenar Pedrinho. No dia seguinte ele, todo arrependido, me pediu perdão pelo que fizera na noite passada e me prometeu nunca mais repetir “aquilo”. Mas não demorou a me procurar implorando que “fizesse aquilo” com ele. Com dó de sua humilhação permiti, e assim foi até que comecei a namorar e lhe disse que não iria mais “dar” prá ele. Desesperado ele começou a dizer que iria se suicidar, de sorte que só paramos mesmo quando eu já estava prá casar.

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Escrito por Anônimo

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