Eu confesso que assim que eu e minha mulher começamos a procurar carinhas para sexo a 3, em 2011, toda a quinta-feira saíamos para beber num certo bar aqui de Brasília chamado Alpinus, e que fica no Parque da Cidade. A gente bebia e lá pelas 23 horas saíamos pra dar um rolé nas entrequadras e ver se encontrávamos alguém que se enquadrasse. Num desses dias ela começou a chupar meu pau enquanto eu dirigia e certo momento tivemos que parar no semáforo. Passou um motoqueiro do nosso lado e ficou olhando. Eu acendi a luz de dentro rapidamente enquanto estava só meu carro e a moto dele parados, e seguimos quando o semáforo abriu. Notamos que ele nos seguiu dando luz alta e então mais adiante parei no ponto de ônibus pra trocar uma idéia. Ela, como sempre, disse que queria ver a cara dele pra dar o aval ou não. Saí do carro e ele da moto, nos cumprimentamos e ele perguntou o que a gente curtia. Falei que estávamos a procura de um 3º elemento pra uma transa e que eu só interagia com ela. Ele topou e perguntou se toparíamos ir pras obras do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. Chegamos no carro, ela o viu, falei a proposta e ele confirmou falando que era seguro pq trabalhava lá nas obras. No caminho ela disse que curtiu ele pq era ruivo e aparentava ter uns 25 anos mais ou menos. Chegando lá ele de moto tomou a frente e seguimos por um caminho com o farol apagado. Um breu total. Aí paramos e ela abriu a porta do carro enquanto ele chegava. Aí abriu a calça dele e começou a chupar o cacete com gosto. Daí a diante foi um show de putaria. Chupou meu pau e o dele juntos, me chupou enquanto dava pra ele e depois enquanto eu a comia ela chupava o caralho dele. Ele mandou ela cheirar o saco dele e ela cheirava e eu estocava na buceta dela com força, que escorria de tesão, quente como uma brasa. Nesse dia por conta da localidade desconhecida eu fiquei meio ansioso e gozei mais rápido que o comum. Então eles continuaram fudendo no banco do carro. Ele por cima, depois ela por cima, de 4, não sei quem dava mais linguada na boca de quem, se ela ou ele. Um tesão de foda. Depois q ele gozou, tirou a camisinha colocou a roupa e trocamos celular. A química deles foi boa. Marcamos no motel depois de umas semanas. PQP, lugar privado ela se solta q ninguém segura. Foi a 1ª DP com 2 paus de verdade (vejam confissões 74276, 74292 e 74294). Ela gozou tanto que quase desmaiou. Pediu para que fizessemos uma coisa que ela curte muito, até hoje: enquanto eu chupo a buceta dela bem gostoso, ela beija o outro, com aquela boca macia e molhada, lábios carnudos… Depois o contrário: o cara chupa a buceta e ela me beija. E a boca? Pu-ta que la mer-da… como beija… aquele beijo gostoso, de quem abre bem a boca, mete a língua mesmo. Sem nojinho nem frescura. Saímos com esse cara, o Alexandre mais umas 2 vezes, mas depois ele se afastou pq arrumou uma namorada e tal. Mas até hoje manda mensagem falando que nossas transas com minha mulher foram as transas da vida dele, que soca a bronha sempre pensando nos beijos e na química que rolou com ela. E de todas as aventuras nossas, admito que ele foi um dos que ela mais curtiu dar e que mais a satisfez. O encaixe deles era perfeito. Ela o admira(va) fisicamente e pelo fato de ser um trabalhador honesto e educado. E ele fez muito bem a ela pois na época estava bem mais gordinha que hoje, mas ele soube valorizá-la como mulher e era cortês demais com ela. Hoje fez um curso técnico e trabalha numa gráfica – parte editorial. De vez enquanto o homenageamos nas nossas noites, relembrando as transas e ela me sussurrando suas impressões. A grande riqueza da vida consiste em se permitir vivenciar e aproveitar bons momentos, sem culpa, pré-julgamentos e mediocridades.

