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Quando minha mulher contava suas aventuras

Quando eu e minha esposa eramos apenas namorados, conversávamos muito sobre sexo, algumas fantasias e também leves experiências do passado. Depois que casamos, nossa vida entrou numa rotina e não temos falado sobre assuntos picantes.
Lembro quando ela me falava sobre um trabalho numa casa de família, onde ela ficou por um período cuidando das tarefas domésticas e também de um menino, filho do casal para qual ela trabalhava.
Ela dizia que naquele tempo com dezesseis anos ela ainda era virgem, mas já se via com muita vontade de transar, se masturbando quando lhe surgia alguma oportunidade de estar sozinha na casa dessa família.
O menino que ela cuidava tinha nove anos de idade e era bastante agitado. Quando chegava da escola ou não havendo aulas, ele brincava bastante e ficava a maior parte do tempo perto dela e muitas vezes a chamava para brincar com ele.
O menino pedia para brincar de lutinha (menino contra menina), e ficava tentando derrubá-la. Como ela era mais forte, sempre terminava derrubando o menino que se levantava logo, querendo fazer o mesmo com ela. Agarrava e apertava e não conseguia derrubar.
Ela, até então achava tudo normal a brincadeira e quando podia, brincava com ele. Mas o menino querendo mais da brincadeira, ficava agarrando ela pela cintura e como ele era mais baixo que ela, as vezes suas mãos encostavam nas pernas dela e até em cima da xoxota.
Passado algum tempo, ela começou a suspeitar que o menino tentava transar com ela, porque sentiu o pauzinho dele esfregando em sua perna, já que ele não alcançava o seu bumbum. Mas ela não acreditava que o menino pudesse saber alguma coisa sobre sexo por ser bem novinho e ela como não tinha nenhuma experiência sexual e não falava de sexo com ninguém, tinha muitas dúvidas sobre o que poderia estar acontecendo.
Passou então, a deixar algumas situações acontecerem para descobrir se aquilo era mesmo possível. Fingia que o menino havia conseguido derrubá-la no chão e apenas fazia de conta que estava tentando escapar dos seus ataques, virando de barriga pra baixo e se levantando bem devagar deixando o seu bumbum desprotegido aos avanços do menino, que a agarrava com força e esfregava muito seu pintinho atrás dela. Em outra posição que ela chamava de papai e mamãe, deixou o menino ficar no meio de suas pernas e sentia direitinho o pau dele bem duro, encostar na sua bucetinha.
Como ela mesma dizia ser muito bobinha na época por não conhecer o sexo na prática, disse que aquilo tudo que estava acontecendo era uma novidade para ela, mas que passou a resistir um pouco por achar que aquilo não deveria estar acontecendo. Mas no fundo, ela mesmo disse que estava gostando de tudo aquilo, por estar de alguma forma interagindo com alguém sexualmente.
Por alguns dias não brincou com o menino, que continuava agitado e parecia nervoso toda vez que ela se recusava brincar com ele. Ele saía zangado, voltava e tentava encostar nela e ela dava uns gritos nele para ele parar de amolar.
Com os grito ele saía, mas logo voltava e ainda mais pirracento. Teve até uma vez, segundo ela, que o menino chegou a levantar o vestido que ela usava no dia, então ela mais vez deu aquele grito nele: "Para, eu não quero brincar com você!" E mais uma vez, saiu ele chateado.
Só que por ela já não ter mais nenhuma dúvida sobre as intenções do menino, ela disse que não parava de pensar na novidade que descobriu e com a vontade que estava de fazer sexo, pensava em deixar a brincadeira acontecer mais vezes, ainda mais, depois que o viu esfregando o pintinho no sofá, como se estivesse comendo alguém de quatro.
Ficava imaginando o corpinho dele pelado em cima dela, cutucando do jeito que ele fazia, mas com os dois estando sem roupas. Quando estava sozinha e ia se masturbar, lembrava das esfregadas que tinha levado dele e a sensação de desconforto e tesão misturados que sentia no meio daquela brincadeira. E isso fazia com que ela gozasse loucamente.
Ela tinha medo que o menino contasse aos pais dele, porque até então, ela apenas fingia não saber o que o menino fazia com ela e que tudo era apenas a brincadeira de lutinha. Embora o menino não fazia essas brincadeiras na frente de seus pais, ela achou melhor ter cuidado e não transar com ele.
O outro medo que ela tinha era de ficar grávida, caso viessem a transar. O máximo que ela fez para vê-lo sem roupas e ver o pintinho que a esfregava, foi quando menino estava tomando banho e ela disse que ia lavar as suas costas, aproveitou o sabonete nas mãos e as deslizou pelo corpo dele, alisando rapidamente o pintinho do menino o que a deixou toda ouriçada.
Num outro dia sentindo tesão, decidiu não se masturbar e aproveitar a tara do menino para fazê-la gozar. Se arrumou usando roupas leves sem calcinha e sem sutiã, ficou apenas com uma blusinha e um shortinho curto de cóton, que deixava parte do seu bumbum pra fora.
Quando ele chegou da escola, ela continuou fazendo o serviço normalmente e andando pela casa, percebeu as olhadas que ele dava pra ela e ficou ainda mais excitada. Ela contou que se abaixava fazendo de conta que arrumava algo e quando levantou, disse que o shortinho entrou ainda mais no seu bumbum e ela não tirava. Saiu da sala e observou que ele estava inquieto.
Voltou e disse para o guri ir tirar a roupa da escola e por uma bermuda para brincar. Ela o queria bem a vontade e depois que ele se trocou, ela deu ousadia para ele provocando com a brincadeira de lutinha.
-Quer brincar de menino derruba a menina, vamos ver se você consegue?
Rapidinho eles se agarraram e a ideia era fingir que ele conseguia derrubar ela no chão e claro, quando ela estava deitada, ele logo deitava em cima e começava esfregar o pau nela. Desajeitado, esfregava na perna depois subia demais e esfregava na barriga e ela fingindo escapar, se ajeitava para que as cutucadas fossem certeiras no seu corpo.
Com ele agarrado, ela se levantou aos poucos se debruçando no sofá para tomar umas esfregadas de quatro. Ela disse que dava para sentir direitinho o pintinho dele cutucando a sua bunda e tava tão duro, que parecia um ferrinho e ela tava doidinha pra que tirassem as roupas e ele enfiasse o ferrinho nela.
Sentindo o tesão aumentar e com vontade de gozar, ficou de frente com o menino com as pernas abertas se arrumando em baixo dele para tomar as cutucadinhas até que começou a gozar o segurando forte, dizendo pra ele: "quero ver você escapar agora"! Tudo no maior disfarce para manter a aparente brincadeira.
Segundo me contava, disse que brincaram outras vezes e me revelava como tinha sido.
Eu confesso que ficava com o maior tesão com esses relatos, porque ficava imaginado tudo acontecendo. Sentia uma sensação de tesão misturado com ciúme, mas era muito gostoso.
Alguns anos depois que casamos, ela já não falava mais sobre essas aventuras e piorou depois que passamos a frequentar uma igreja evangélica cheia de regras e doutrinas que acabaram por influenciar minha esposa a não falar sobre fantasias ou fazer algo picante, fazendo com que o nosso sexo passasse a não ser tão quente como era.

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Escrito por Anônimo

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