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Que não resisti e acariciei minha irmã

Eu confesso que por maior amor que tinha pela minha irmã, eu a acariciei ela várias vezes enquanto ela dormia.

Já contei que minha irmã andou vindo pra casa meio de pilequinho, depois de algumas cervejas após as aulas (eu acho 😉 ).

Mas o fato é que ela chegava, deitava com sua camisolinha curta, se masturbar e apagava completamente.

E nessa hora eu passava a escutar sua respiração, e quando ela começava a resonar era o sinal de que eu podia agir: com uma lanterninha bem fraquinha eu ia me orientando.

A camisola tinha 3 ou 4 botões até logo abaixo dos seios, e eu nunca esqueço da primeira vez que com o coração aos pulos, desabotoei os botões, puxei a camisola, expus aqueles seios lindos, e chupei aqueles mamilos lindos e perfeitos.

A pele dela cheirava a shampoo, era macia e quente. Tinha vontade de nunca mais tirar os lábios dalí.

Depois apalpei o fundo da calcinha, que descobri ainda estar puxado para o lado, e senti com o dedo toda a umidade que ainda restava daquele orgasmo. O dedo entrou fácil até a metade, o que me fez concluir que ela não era mais virgem. Cheirei e levei o dedo à boca.

Fiz isso muitas vezes mais. Sonhava em acorda-la e fazer amor com minha irmã, coisa que nunca aconteceu.

Faria amor com minha irmã sem um pingo de preocupação de estar fazendo algo de errado. Isso se ela também quisesse, claro.

Acho isso de incesto uma tolice. Coisa de igreja. Pudera todos os filhos e filhas tivessem sua iniciação sexual dentro do amor da família. Consensuamente, claro.

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Escrito por Anônimo

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