Eu confesso que sou uma mulher de quase cinquenta anos e, há 6 anos, perdi minha amada avó. Um exemplo, uma meiguice, uma mulher exemplar a quem aprendi a amar e admirar. Hoje passei em frente à casa em que ela morava. Aliás, na casa onde moramos juntas.
Agora escrevo isso e as lágrimas escorrem em meu rosto. Ai, que saudade, vó amada. Que falta tu me fazes. É, passam-se os anos, mas não consigo te esquecer. Eu te amo, Vó Lígia. Pra sempre.

