em

Queria um chifre e consegui

Eu confesso que Tudo que quero da vida ela me dá. Tive um grande emprego. Possui carrões. Viajei pelo Brasil e conheci muitos lugares. Possui boas casas. Tenho bons amigos, verdadeiros, sinceros, com quem conto e que contam comigo. Tenho uma esposa linda, gostosa, que eu amo e que me ama. Ela me satisfaz como mulher, como mãe, como dona de casa. Casou comigo virgem e só levou vara de outro porque eu aprovei. Só me chifrou com um e não foi traição, pois concordei. Adorei que ela tivesse um amante. Ele é dez anos mais novo que ela. Ela foi um grande amor na vida dele. E ele foi uma experiência maravilhosa para ela. Entre eles houve paixão, sexo, amizade. Ela experimentou de tudo com ele. Ele comeu a bunda, ela chupou, ele gozou na boca, ele chupou ela. Ele comia ela em nossa cama, no banho, no carro. E durante os meses que ela foi amante dele, eu comia também, com muito mais tesão, com muito mais amor. Quando o conhecemos e ele começo a frequentar a nossa casa, ela me disse – “Com esse cara eu trepo”. E eu falei pra ela- “Pode foder com ele”. Pedi que ela fosse sutil, que conquistasse-o aos poucos. Só que o Roberto também ficou louco por ela. E quando conversámos só nós três, dei a entender que Marina não é um objeto que me pertença. Não sou o seu dono. Ela é livre para dar seu amor, dar e receber prazer. E incentivei, falando palavrão pra ela na presença dele. Perguntava pra ele: “Já viu a calcinha de Marina hoje?” e levantava a saia dela pra mostrar a ele. Quando ela sentava de pernas abertas, a calcinha aparecendo, eu falava – “Assim o Roberto vai ficar com o pau duro e bater punheta pra ti” Ele pegava na pica e falava, mostrando o volume – “Olha como tá dura!” Isso era mais que oferecer, era mais que pedir pra ele comer ela. Logo aconteceu dela dançar com ele, ele encoxando, esfregando o cacete duro na buceta dela. E aí eu apimentei e disse – “Roberto vai gozar em tuas coxas”. Quando ela estava no banho, ele entrava pra mijar e olhava ela pelada, de bucetão e peitos de fora. Botava o pau pra fora e mijava na frente dela. Uma tarde que cheguei do trabalho e eles estavam na cama, eu entrei e ele falou – “Tu sabes que eu como a Marina faz dias já!” E continuou montado nela, metendo a pica na buceta dela e eu de pomba dura, cheio de tesão. Ele mamava nos peitos, metia o dedo na buceta, pegava na bunda e botava a rola na boca dela. Os dois completamente nus. Foi uma delicia. Durou meses. Ela cansou. Ele até hoje (faz anos que aconteceu) canta ela em minha frente. E quando ela sai de casa eu ligo pra ele onde encontra-la. Não falo a cor da calcinha que ela está pra ele me ligar depois e me dizer. Eu ainda como ela na frente dele, que bate punheta pra ela ver. Nunca me arrependi de dividir ela com ele. Ele a amou, ela o amou, e fomos muito felizes os três. Faria tudo de novo. Sou um corno feliz. sou um corno assumido. Que gosto de ver minha mulher mostrar a calcinha pra os cunhados, primos, sobrinhos, e adoro quando ela troca a roupa na frente deles. E não tenho vergonha quando alguém sabe das pontas que levei.

Reportar

O que você acha?

Escrito por Anônimo

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *


O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor recarregue a página.

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Minha esposa é Vadia

Conteúdo 18+
Clique para ver esta postagem

Fetiche por Bundas Femininas a minha eterna obseção