Quando tinha 17, arrumei meu primeiro namorado. Nossa vida sexual era boa, sempre que a gente ficava sozinhos, a gente transava. Uma vez, o amigo dele fez uma festa de aniversário num clube e ele me chamou para ir. Muita comida, bebida, pegação. Meu namorado ficou com os amigos dele e eu com as minhas amigas. No meio da festa, fiquei com saudades do meu namorado e fui procurá-lo. Quando vejo, ele estava beijando outra menina! Eu resolvi me isolar num canto e comecei a chorar de raiva e tristeza. Um garoto chegou perto de mim e disse que sabia do ocorrido, disse que ele não valia nada, como ele podia trair uma princesa como eu. Também disse que ele não merecia as minhas lágrimas, pediu para eu esquecer aquele filho da puta e dar uma chance a ele. Ele era bonito e parecia legal, resolvi ficar com ele, também pensei que estaria me vingando. Ele falou: – Vamos a um lugar mais calmo para ficarmos mais à vontade. Ele me levou até uma rua meio deserta, encostou-me numa árvore e começou a me beijar. Quando vejo, ele estava com o pau pra fora, eu levei um susto e perguntei o que era aquilo. Ele disse: – Você deu para o idiota do seu ex, também tem que dar para mim. Eu disse que não queria, que eu não era obrigada, que eu não sou de fazer sexo no primeiro encontro. Ele insistiu: – Deixa de bobagem, gatinha, tudo tem uma primeira vez. Não custa nada, você vai gostar, não vou contar a ninguém, prometo. Mas eu continuei a dizer não. Ele se irritou e deu um tapão, minha cara ficou ardendo. Ele disse que se eu gritasse seria pior e que era para eu obedecê-lo sem reclamação. Ele mandou eu me ajoelhar, abaixou a calça e a cueca e mandou eu chupar, enquanto eu chupava, ele pressionava minha cabeça contra o seu corpo, falando: – chupa gostoso, vadia, chupa. Ele mandou eu parar, pegou a minha cabeça, jogou-me contra o chão, arrancou a minha calça e calcinha. Mandou eu sentar no colo dele. Enquanto ele ficava no vai-e-vem, ele ficava apalpando minhas coxas grossas, meu bundão e seios fartos, falando o quanto a vadia, vagabunda, era gostosa. Ele mandou eu sair do colo e mandou eu ficar de 4. O chão era horrível, cheio de pedrinhas, meus joelhos estavam doendo naquela posição. Ele me penetrou… Metia com muita força! Para piorar, tinha uma pedra debaixo de mim, se eu caísse, iria me machucar toda. Enquanto isso, ele ficava me xingando de todos os nomes possíveis (vadia, vagabunda, ordinária, safada, etc) e dando várias tapas na minha bunda que ardiam muito. Enfim, eu senti aquele jato de porra na minha buceta. Mandou eu me vestir e disse que me levaria até perto da porta do clube e que ele iria embora para casa, pois não queriam ser vistos juntos sozinhos, disse que se eu contasse a alguém, eu iria me arrepender. Eu nunca mais o vi. Cada vez que lembro desta história, sinto raiva e prazer.

