Eu confesso que Quando percebi o jeito que Luciano olhava para minha esposa, quando vi o desejo que tinha por ela, resolvi dar um empurrão e realizar o seu sonho, que também era o meu. Ele queria come-la e eu queria ve-la trepando, sendo comida. Uma noite que assitiamos um jogo lá em casa, a Helen dormia no quarto. Fui lá, a descobri, levantei sua saia e deixei a bunda dela de fora, a calcinha rosa dentro da regada. Aí peguei um livro qualqer e fingindo que queria mostrar-lhe alguma coisa, o chamei no quarto. Minha esposa é um pedaço de morena. Coxas bem feitas, sem manchas, sem estrias, sem celulite. Quando ele entrou eu percebi ele doido de tesão, olhando aquela bunda. Aí falei – E aí, limpando a vista, não é? Ela é muito gostosa. não é? Olha à vontade. Está dormindo. Tira a calcinha dela de dentro da regada. Ele pegou a calcinha dela, tirou de dentro do cu e deu uma apertada na bunda dela. No dia seguinte, tomávamos cerveja os tres e eu falei pra ela, na frente dele: Helen, ontem o Luciano te viu dormindo, com a calcinha de fora e ficou doido. Ela perguntou – E o que ele disse? Eu disse – Ele não disse nada. O pau dele é que disse. Ficou tão duro que quase rasga o short dele. Ele deve ter batido uma punheta pra tu quando chegou em casa.Ela disse – Se eu soubesse que ele queria tanto ver minha calcinha, já teria mostrado antes, só pra ver a rola dele dura. E perguntou pra ele- Tu já bateu alguma punheta pensando em mim? Ele disse – todos os dias eu bato punheta pra ti. Ela estava com um vestddo de malha justo, que realça o corpo bem feito, os seios e as coxas. Aí eu falei – Vamos fazer uma brincadeira. Se ele acertar a cor de tua calcinha hoje, ele mostra a pica dura pra ti. Ele, com a voz rouca de tesão, falou- Tua calcinha hoje é vermelha. Ela abriu as pernas pra le ver e disse – Ele acertou. Agora eu quero ver tua pica! Fica em pé! Ele levantou e dava pra ver o volume do pau dentro do short. Ela foi lá Deixou o vestido levantado, a calcinha de fora,, deu uma pegada e disse – Nossa, como tá duro! Tu tens tantop tesão assim em mim? Aí abriu o zíper dele, tirou a pomba pra fora e o pau ficou pulsando, apntando pra cima. Ela disse – Vou mamar um pouquinho, tá? Meteu o pau dele na boca e fez um boquete caprichado. Ele de olhos fechados, só gemia e falava – Walter, tua muler me mata! Tu deixa eu cmer ela agora? Eu disse – Mete-lhe a pica! Come a buceta dela, que é o que tu queres e ela também! Ele deitou ela no sofá, tirou a calcinha e ficou olhando a bucets dela de fora, raspadinha, molhada. Aí montou nela e falou – Helen, o que teu marido está me dando não tem dinheiro que pague. Vou te comer agora! Meter a minha pica em tua bueta até os ovos! E eu fiquei olhando o cacetão dele entrando na buceta dela. Ela gemia e dizia – Luciano,que pica gostosa! Não goze agora! Deixe eu gozar em teu pau! Valter, não bate punheta,que depois eu quero trepar cntigon na frentre do Luciano. Em me aguentei, a pica dura latejando, e eles gozaram juntos. Aí eu eu montei nela e ela ficou trepando comigo,pegada na pau do Luciano e dizendo – Come tua puta! Mete em tua puta, corno! Tu quer chifre? pois toma ponta, corno descarado! Toma chifre, cornão! Ela gozou prieiro que eu. Punhetando o Luciano, que só repetia – Walter, que mulher gostosa e bucetada que tu tens! Walter, corno, tu vão me matar! Foi uma tardemaravilhosa. E repetimos tudo muitas vezes. Ele dormia conosco na cama, comia ela de madrugada, eu eitado ao lado. Tomava banho com ela. Levantava a saia dela e metia o dedo no cu dela. Botava os peitos dela pra fora e mamava a vontade. Quando chegava lá em casa, o cumprimento era m beijo na boca dela. Começava com uma chupada de língua na Helen. E ia alisando a bunda dela, metendo a mão dentro da calcinha e metendo o dedo na tabaca dela. Foram meses de chifre e eu curti cada momento. Foi uma deicia levar chifre todo os dias,ser um corno assumido!

