Oi. Eu fiz uma confissão contando como tive a boca desvirginada… AGORA É TARDE… por um tempo parei de abastecer no posto em que o frentista me pediu carona e acabou jorrando leite na minha boca. Tive muita vergonha. Pois até então sempre fui hétero. Embora curioso. Pois bem… fui lá denovo pra abastecer. Na verdade, não apenas o carro. Pro meu desapontamento, o frentista parecia não estar lá. Então resolvi perguntar por ele. Seu colega, com sorriso sacana, disse que ele já havia ido embora, mas que se eu quisesse me daria o número dele. Peguei o número e segui viagem… ele deve ter contado pra geral que comeu a minha boca… nem me importei. Bom. Liguei pra ele e nos falamos. Eu disse que tinha gostado e que queria continuar de onde paramos. Ele disse que também queria. Não falou muito. Estava no ônibus. Combinamos pro dia seguinte. E assim foi. Ele já estava me esperando. E embora já estivesse sem a roupa de trabalho, fez questão de abastecer meu tanque… o do carro. O meu ficou pra mais tarde. Ele entrou no carro e me coordenou até um motel próximo. Tínhamos pouco tempo. Mas foi o suficiente. Garanto. Já pelados, depois de eu ter mamado o pau dele com vontade. Me deitei, meio sem graça, de brusso na cama e ele se ajeitou sobre mim. Botou a camisinha e em seguida cuspiu na mão, lambuzando o pau é o meu cú de cuspe. Eu suspirava. Meu coração parecia que ia sair pela boca. Meu cú piscavam de tesão. Então ele ajeitou, segurando a minha bunda, como que ajudando a abrir a porta. Eu olhava pro espelho. Era mesmo um cara em cima de mim, prestes a me comer. Senti. Ele forçava a entrada devagar. Eu achava que fosse doer muito. Mas quando me dei conta, já tinha entrado um pouco. Era o meu cú sendo penetrado pela primeira vez. Por fim, depois de um tempinho, ele empurrou mais, deslizando aquela tora no meu cú. Que coisa mais gostosa a sensação. Se eu soubesse que era assim, já tinha dado desde novinho… entrou tudo, finalmente. Eu estava empalado pela rola dele. Então ele começou a socar e socar e socar. E eu gemer gemer e gemer. Depois mudamos de posição. E outra, e outra… umas quatro diferentes num intervalo de uns trinta minutos. Eu estava deitado de barriga pra cima, com minhas pernas arreganhadas, segurando-as com os braços e ele estocando forte, me encurralado. Aí a piroca dele ficou parada. Ele urrando e o meu cú sendo, caprichosamente, enchido de PORRA. Eu senti cada jato e o cú ficando mais e mais molhadinho, encharcado de leite do rapaz.

