Eu não sabia que queria ser corno. Somente quando vi um amigo vendo a calcinha de minha mulher é que descobri o tesão. Quando vi que o Braga estava com o pau duro, cheio de tesão da minha esposa, fiquei surpreso mas gostando muito. Nunca pensei que ela fosse capaz de me chifrar, pois ela de uma cidade pequena, muito religiosa, e jamais teria coragem de me trair. Quando tínhamos 31 anos e 10 de casados, fui transferido para uma cidade do interior do nordeste. Sou funcionário público federal e já trabalhei em 13 cidades em 4 estados. Nessa nova cidade, fizemos muitas amizades e um desses amigos foi um rapaz de 21 anos, que frequentava muito a nossa casa, fazíamos passeios juntos, íamos a festa em clube e bebíamos juntos. Uma noite minha esposa, me confessou, na cama, que sentia vontade de trepar com o Valdyr, nosso amigo. Eu falei pra ela que, mesmo amando muito ela, queria que ela realizasse esse sonho. Dei liberdade pra ela dar em cima dele. E fui contribuindo, com um bom papo, para dar coragem ao Valdyr para cantar a Kátia, minha esposa. Nas nossas conversas, dei a entender que ela não é um objeto que me pertença, que não sou dono dela, e o mais importante é que ela seja feliz. Disse também que quando um cara olhava ela e eu via que tinha tesão por ela, eu gostava e me excitava, o que é verdade. Enquanto eu preparava o terreno com esse papo, ela dava um jeito de excita-lo, falando baixarias e perguntas indiscretas sobre putaria. Em casa, tomando cerveja, ela perguntou se ele já tinha comido alguma mulher casada. Aí ele perguntou se eu chupava a buceta dela, e se ela chupava meu pau. Aí eu perguntei pra ele o que dava mais tesão nele. Ele disse que é ver uma mulher mostrando a calcinha, e se for casada, o tesão é maior. Aí Kátia perguntou pra ele se ele via muito a calcinha dela. Ele falou que sabia a cor de todas as calcinhas dela (branca, preta, cor da pele, azul, rosa, de renda, de lycra) e que sempre ficava com o pau duro. Que batia punheta pra ela, e que só em ouvir a voz dela a pica endurecia. Ela abriu um pouco as pernas e perguntou: Hoje, que calcinha eu estou usando? Valdyr respondeu: Quando cheguei aqui, passei na porta do teu quarto e tu estavas deitada com a bunda de fora, é uma calcinha tanga, de renda e de lycra. Fiquei com a rola dura e entrei no banheiro e bati uma punheta. Ela disse: Mostra se o pau tá duro, então. Ele ficou de pé, pegou no volume da vara dentro do short justo e disse – Tá vendo o tamanho do meu tesão? Ela disse – Que cacetão gostoso! Bota pra fora, E abriu mais as pernas. Ele abriu o zíper, tirou a pica pra fora, que ficou pulsando e apontando pra cima. E ainda provocou – Dá uma chupada, que eu gozo em tua boca! Ela se ajoelhou e meteu a boca no caralho do Valdyr. Ele sentou, e ficou pegando nos peitos dela. Ela sentou perto dele e ele ficou alisando as coxas dela, subindo a mão e pegando na buceta. Eu já com a pica muito dura, disse – Vamos pra cama! Eles foram e eu segui. Ele deitou ela, tirou a calcinha e montou. Eles trepando e eu olhando. Ele comia ela mamando nos peitos. Chupava a lingua dela pegando na bunda. E os dois gemendo muito ela falando o nome dele e ele chamando o nome dela. Gozaram juntos e quando ele tirou a rola e saiu de cima dela eu monteu e comi ela na frente dele. Foi a primeira foda, e eles foram amantes por uns 6 meses. Ele comia ela no banho, no carro, e no clube dançava encoxando ela. Voltava pra mesa com o pau estufado, muito duro e os outros olhando e sussurrando. na cidade pequena, ficaram sabendo do chifre e que fui corno e eu gostei que soubessem. Quando ele foi embora, ela sentiu muita falta da pomba dele e só trepavamos ela falando nele, no cacete dele. Tudo isso faz anos e hoje ela se arrepende. Nunca mais teve outro caso. Eu faria tudo outra vez. Se ela quizesse repetir com outro eu topava. Adorei o chifre. Adorei ser corno.

