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Relação sexual com a própria mãe.

Eu confesso que mantive relações sexuais com minha mãe durante anos. A minha história é um pouco complicada e não vem ao caso explicá-la aqui, mas é fato que aos 17 anos morava sozinho com a minha mãe; mantínhamos uma relação de amizade e confiança. Ela estava separada há mais de 20 anos e sempre conversávamos sobre nossas experiências.
Algumas vezes eu me deitava em sua cama antes de dormir e deixávamos a conversa fluir até adormecermos. Mas a questão é que ela era, e depois de tantos anos ainda é, uma mulher linda, com um corpo maravilhoso. Não vou descrevê-la com detalhes picantes, como nos contos eróticos que são encontrados aos montes na internet, mas cabe aqui uma observação: que bunda deliciosa! Com o tempo, minhas visitas à sua cama ficavam cada vez mais frequentes e eu realmente comecei a ver minha mãe como uma mulher atraente e naturalmente desejável.
Depois de muitas noites acordado somente observando seu belo corpo, passei a acariciá-la levemente. Fazia isso com muito medo e tremia ao perceber o mais leve movimento por parte dela. Me acostumei com a situação e aprendi até onde eu poderia ir com as carícias; onde poderia tocar, com qual força poderia apertar sem que ela acordasse ou se incomodasse. Não consigo me lembrar quanto tempo mantive essa rotina que me deixava cada vez mais excitado. Também não sei dizer quando minha mãe percebeu minhas intenções (ela sempre me dá respostas vagas a esse respeito), mas é certo que ela percebeu em algum momento e simplesmente não reagiu prontamente.
Certa vez me aproveitei da posição em que ela havia dormido e me encaixei “de conchinha” por um tempo. Tomado pelo meu desejo, comecei a apertá-la cada vez mais e me esfregar mais intimamente, confiante de que ela não acordaria. Mas qual foi minha surpresa ao sentir que ela empurrou aquela bundinha pra perto de mim, mexendo levemente e sentindo toda a minha excitação. Claramente ela estava gostando da situação, mas fiquei paralisado, sem saber o que fazer ou pensar. Ficamos assim por um tempo e depois nos aquietamos. Passei essa noite em claro, e acredito que ela também.
Não conversamos sobre o ocorrido, mas essa experiência abriu caminho para tudo o que viria a seguir: na noite seguinte me deitei com ela novamente, conversamos sobre várias coisas como sempre e foi uma das conversas mais surreais que já tive. Não pelo conteúdo, mas sim por nós dois sabermos que o assunto que rodeava nossas cabeças não era nenhum dos quais discutíamos. Nos preparamos para dormir; ela estava com um short curto e bem aberto e fez questão de se deitar na mesma posição da noite anterior. Eu, julgando entender o recado, e agora sem medo algum, me encostei novamente em seu corpo; ela já aguardava minha aproximação e sem cerimônia se virou, tirou minha bermuda e começou a me masturbar.
Aquilo me surpreendeu enormemente e não pude sentir nada além do mais forte tesão ao ver o que estava acontecendo. Nessa noite transamos loucamente; parecia que há muito ela não fazia sexo e gozou várias vezes. Novamente não entrarei em detalhes, mas foi maravilhoso. Ficamos horas trocando posições, nos abraçando e nos beijando. Parecíamos nos redescobrir; éramos naquele momento como dois desconhecidos controlados por um desejo extremo.
Depois daquela noite passamos a conviver como dois amantes. Terminei com minha namorada e passei a me dedicar somente à minha mãe. Adora as manhãs de sábado e tardes de domingo. Nesses dias normalmente ficávamos sozinhos, namorando descompromissadamente como um casal qualquer. Ficamos assim por cerca de 4 anos, sem que ninguém da nossa família desconfiasse.
Com o tempo e depois de muita conversa, decidimos parar com nosso comportamento incestuoso. Não por considerarmos errado ou pelo fim do desejo entre nós, tampouco pelas várias dificuldades morais que passamos, mas simplesmente por acreditarmos que era o melhor a ser feito. Tendo em vista a impossibilidade de levarmos essa relação além de onde havíamos chegado, acredito que esta foi uma decisão acertada.
Hoje eu sou casado, tenho 30 anos, uma esposa linda e em breve uma filhinha tão linda quanto. A minha mãe ainda esbanja beleza e sensualidade no auge dos seus 55 anos. Continuo tendo uma relação de amizade e confiança com ela, apesar de ainda ter que segurar minha vontade quando a encontro e dou aquele abraço apertado e carinhoso. Até hoje me surpreendo com a naturalidade com a qual minha mãe lidou com tudo o que aconteceu.
Agradeço aos que tiveram a paciência de ler essa confissão longa. Peço desculpas a quem esperava um conto erótico e, se acaso me deixei explanar sobre sexo, foi simplesmente porque são pra mim boas lembranças.
Gostaria de conhecer outras histórias parecidas, pois sei que não são tão raras. Mas que fique claro: somente as histórias me interessam, não adianta colocar emails, telefones ou endereços nos comentários. Sou apenas um curioso pela complexidade sexual humana como tantos outros, tentando me livrar de preconceitos e hipocrisia comuns no nosso meio.

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Escrito por Anônimo

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