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Resisti o quanto pude!

Sempre achei que era um rapaz hetero convicto, mas a vida nos reserva algumas surpresas que por mais previdente que sejamos, por vezes caímos em alguma armadilha do destino.

Eu sempre fui um sujeito muito mente aberta e nunca passou pela minha cabeça discriminar alguém pela sua opção sexual, religião, ideais políticos, cor e isso me rendeu ao longo dos anos a fama de bom amigo.

Tanto que tinha um amigo de trabalho que era gay e declarava abertamente. Isso nunca atrapalhou nossas saídas para barzinhos, festas e viagens de trabalho. Sempre ouve muito resppeito.

Em um desses eventos, na ocasião uma confraternização de trabalho, esse meu amigo conversava com dois caras morenos, bem fortes, barba por fazer e bem a vontade no quesito vestimenta, já que trajavam roupas esport fino numa boa, constratando com as mulheres e empresários da festa que estavam bem sociais.

Eu tomava uma cerveja de longe e esse meu amigo me chamou. Eu na inocência fui e chegando lá ele me apresentou aos dois rapazes. Ele falou que os caras estavam na casa de um dos sócios da empresa e eram da Bahia.

Os nomes eram Joenilson, mas ele pediu que o chamassemos de Jô e quanto ao outro era Joércio, mas ele disse que estava acostumado com o apelido de Tiquinho. Mas o cara não tinha nada de tiquinho, pois era na verdade um ticão.

Conversa muito agradável, logo estávamos muito soltos e reparei que Jô falava sempre coisas ao pé do ouvido desse meu amigo e depois os dois riam e me olhavam. Fiquei bastante incomodado a certa altura.

Fui ao banheiro e esse meu amigo apareceu logo depois e pediu que nós dessemos uma carona para os dois rapazes, já que eles não conheciam bem o Rio e nã queriam ficar mais na festa esperando o seu anfitrião, jã que como sócio da empresa, provavelmete iria ficar até o final.

Eu já estav candado mesmo, concordei em levá-los. Quando passávamos nos Arcos da Lapa, ele pediram para que tomássemos a saídeira e meu amigo insistiu. Entramos num barzinho bem transado e cheio de pessoas bem diversas.

Pedimos as cervejas e dessa vez, nem sei porque, esse amigo meu se sentou ao lado de Jô e pra mim restou sentar ao lado de Tiquinho. Voltamos a beber e o papo estava legal, bem descontraído, quando olhei pro meu amigo e o Jô voltou a cochichar algo no seu ouvido e pensei ter visto errado, mas tinha quase certeza que Jô ao final deu uma mordida no lóbulo da orelha dele e ele fez como se tivesse arrepiado todo.

Vi que rolava alguma coisa mais entre os dois. Tiquinho também percebeu e falou pra mim que achava que esses dois já estavam ajeitados.

Perguntei como assim? E ele me olhou e falou, acho que pintou um clima entre os dois desde lá da festa e foi além, ele me confessou que eles já tinha combinado de saírem juntos da festa direto pra um motel, mas meu amigo falou que seria indelicadeza me deixar sozinho na festa.

Eu, percebendo que Tiquinho estava falando muito próximo de mim e me olhando estranho, tratei de dizer que eu não curtia essas coisas. Ele parece não ter me escutado e iniciou uma série de perguntas indiscretas.

Eu não sabia o que fazer naquela situação. A mesa do lado tinha três moças morenas, parecendo passistas de escola de samba e elas começaram a prestar atenção nas perguntas que Tiquinho me fazia e começaram a rir da situação.

Eu estava sendo colocado em cada situação vexaminosa na frente das meninas, que eu não via o hora de sair dali. Eu falei pra ele que não era essa tipo de pessoa e ele não entendia do que eu falava e teve uma hora que tive que ser mais grosseiro e dizer pra ele diretamente que não era gay.

Ele me olhou meio que furioso e perguntou qual era a minha. Que ele estava numa festa cheia de homens interessante e abriu mão dela por minha causa pra agora ouvir de mim que não era gay. Ele estava bem exaltado e parecia que ia me enfiar umas porradas.

Pedi para ele se acalmar, mas ele estava já quase gritando e minha situação só piorava na frente das outras pessoas do bar. Pedi para que saíssemos dali e quando olhei pro meu amigo, ele pediu desculpas e perguntou se ele e  Jô poderiam ficar ali e depois eles iriam embora juntos.

Entendi o que Tiquinho quis dizer com esses aí já se arrumaram! Eu pedi a conta e pedi a Tiquinho para irmos numa boa. Ele demorou um pouquinho a aceitar a minha proposta mas acabou me acompanhando pra longe do bar.

Fomos até o carro e recomeçamos uma discussão. Ele continuava bem alterado e eu já estava tremendo, receoso por sofrer uma agressão dele. O cara era músculo puro e sua frustração o descontrolou.

Pedi pra ele se acalmar e ele foi bem ríspido, se acalmar o caralho. Passou uma viatura e viram eu de frente pra ele e pensei que iam nos repreender, mas apenas riram discretamente da situação. Devem ter achado que era uma discussão de um casal de gays. mas que vergonha.

Então vendo o mico que estava passando, pedi pra ele entrar no carro comigo pra irmos pra outro lugar e conversar numa boa. Ele me olhou e deu um sorrisinho de canto de boca, bem safado por sinal e eu ví a besteira que tinha feito.

Acho que ele interpretou como se eu estivesse cedendo a sua pressão e que na verdade eu era um gay fazendo chaminho pro boy. Pronto, o buraco estava ficando cada vez mais fundo. Não sabia pra onde levá-lo e ele pediu que eu escolhese,afinal eu conhecia a cidade.

Acabeu indo pra barra da tijuca onde conhecia menos pessos e a chance de passar constrangimento fosse menor. Parei o carro numa rua mais deserta para não encontrar ninguém e ficamos no carro. Desliguei o carro e ficou um silêncio, até que ele se jogasse pra cima de mim e tentasse me beijar.

Eu me disvencilhei e pedi pra ele não fazer isso de novo pois eu não era gay. Ele nem ligou e puxou meu braço e eu cai em cima dele no banco. Ele passou os braços por trás de mim e alcançou minha bunda.

Eu desesperado pedi pra ele para com aquilo, mas ele era forte e começou a apertar minha bunda e desferir tapas nela.

Eu não acreditava que estava passando por aquilo. Eu tentava me afastar ,mas tudo que eu fazia não resultava em nada além de eu continuar sob o seu domínio e ele começou a enfiar a mão por dentro da minha calça e apalpar minha bunda diretamente sobre a pele.

Eu estav tão indignado que falei pra ele que se ele não parace imediatamente com aquilo eu ia gritar. Ele riu e falou que se eu gritasse que iria me bater.

Eu então vendo que ele não ia me atender, comecei a gritar, mas no segundo grito ele me deu um tapa na cara que cheguei a ficar tonto. Puta merda, nunca tinha sofrido essa humilhação. Ser esbofeteado daquela forma.

Aí eu comecei a me debater dentro do carro, mas a falta de espaço limitava muito a ação. Ele continuava me molestando e na tentativa de me afastar dele, minha mão apoiou bem encima do seu pau.

Putz! Mesmo desesperado pra fugir daquela situação, não deu para não perceber que eu me apoiava num pau muito, mas muito grande e completamente rígido.

O filho daputa estava excitado com aquele situação. eu não sei, mas acho que fiquei tão estarrecido com o tamanho daquilo, que devo ter congelado por alguns segundos sem perceber. Eu fiquei com a mão repousada no seu pau por poucos segundos com certeza, mas fiz uma parada brusca nesse tempo e nossa luta parou.

Ele també viu que eu havia congelado e que na verdade olhei para o volume dentro de sua calça, mesmo que de forma involuntária.

Aquela situação deve ter enchido ele de moral e a mim de dúvidas. Pois eu tinha tido uma reação muito estranha quando senti aquele volume e olhei pra confirmar. Meu cuzinho começou as contrair involuntáriamente como se estivesse piscando.

Que merda era aquela, eu me perguntava.  Ele esperava de mim alguma reação e eu nada fiz até ele deslizar a mão por dentro da minha calça, só que dessas vez ele buscava meu rêgo. Eu voltei a me desesperar e recomecei a luta.

Eu pedia pra ele não fazer aquilo. Eu gritava: Para, Para, Para, me deixa em paz por favor! Ele continuava e seu dedo já entrava no rêgo e buscava agora contato com meu cú. Tinha que evitar a todo custo que ele chegasse lá e percebesse ele piscando, pois eu perderia mais ainda o moral com ele.

Ele já estava bem próximo do meu cú e eu cedi e gritei. Ta bom, tá bom, tá bom! Eu vou colaborar. Ele parou a mão e deu um sorriso e falou, Opa! Tá falando sério? respondi que sim. Ele então antes de tirar a mão de dentro da minha calça, ameaçou que se eu estivesse mentindo que iria levar uma surra.

Eu confirmei que ia colaborar, pois não queria tomar uma surra de um cara do porte dele.

Ele foi tirando e eu fiquei ali de frente pra ele no banco do carona esperando sua reação. Ele foi desabotoando a calça, abaixando e se revelou um volume assustador por debaixo da cueca box que ele usava.

Ele começou a alisar o pau por cima da cueca e alguns segundos depois ele perguntou se eu queria pegar um pouco no pau dele. Eu não sabia o que falar naquela situação. Eu nunca pensei que um dia pegaria no pau de outro homem.

Mas eu não queria correr o risco de ser espancado ou até morto ali, então  tomei coragem e fui com a mão até seu pau e segurei. Nossa que coisa louca. Aquilo era tão grosso, tão grande e tão quente que fiquei ainda mais impressionado com a virilidade de Tiquinho.

Não bastasse tudo aquilo, seu pau ainda começou a pulsar sem para na minha mão. Era impressionante mesmo. Ele viu que eu não só pegava como também olhava pra seu pau. Ele então pediu que eu abaixasse a sua cueca e pegasse diretamente nele.

Eu estav mesmo era ficando curioso pra ver como seria aquele pau sem nehuma barreira escondendo. Eu olhei pra ele como se pedisse permissão, tirei momentâneamente o mão do pau dele e utilzei-a para auxiliar a baixada da sua cueca.

Enquanto arriava sua cueca, o pau ia se revelando lentamente e eu pude conhecer seu pau preto cavalar dentro daquele carro.

Deixei sua cueca acima dos joelhos e o pau pulou e começou a apontar pro teto do carro. Rígido que chegava a fazer uma curva acentuada que deixava a cabeça do pau apontada para seu próprio peito. Aquilo estava firme pra valer.

Era um pau um pouco mais escuro que a própria pele de tiquinho, a cabeça do pau parecia um cogumelo arroxeado e o corpo do pau tinha veias robustas em toda a sua extensão. eu não sabia o que pensar, muito menos o que dizer diante daquilo e minha reação foi ficar olhando boquiaberto pra sua virilidade.

Ele meio que me despertou do transe que eu me encontrava, mandando eu voltar a pegar nele. Eu fiz o que ele mandou e peguei naquele pau sem nenhum tecido para atrapalhar o contato e foi mais estranho ainda.

Agora tinha também outra sensação para me deixar mais compenetrado naquele pau, que era a textura da pele. Era ao mesmo tempo rígido e suave. A pele eramuito lizinha devido o pau estar muito dura e a pele muito esticada. Foi inevitável que partisse de mim o deslize de minha mão por todo a sua extensão.

Eu circundava o pau dele sem pressionar muito para que pudesse deslizá-la até a base do pau e depois subir até a cabeça. Seu pau ainda estav crescendo e aquilo era impressionante. eu já queria saber as reais dimensões daquele pau com sua rígidez máxima.

Fui pra isso aumentando a velocidade do movimente até que eu já batia uma deliciosa punheta no pau dele. Ele só me olhava, como quem dizia: quem te viu, quem te vê!

Ele aproveitou minha distração com meu brinquedo novo e aproveitou para voutar a enfiar a mão por dentro da minha calça e procurar meu reguinho. Logo lá estava ele procurando a entradinha do meu cú.

Dessa vez não resisti tanto. Apenas tranquei um pouco no início quando ele enfiou um dos dedos no rêgo e foi em direção ao meu cú, mas logo eu desconcentrei pra me dedicar a punheta em sem pau e ele chegou lá.

No primeiro toque eu vacilei e emiti um gemido longo e afetado. Aaaaaaaaaaaaah! Até tive que interromper a punheta nele. Eu me incomodei por ter um homem tocando minha intimidade e tentei com minha mão livre puxar seu braço e interromper aquela invasão.

Mas ele fez um Xiiiiiiiiiiiiiiii! Para me repreender e utilizou sua mão livre pra dar um tapa na minha mão e depois retirá-la do deu braço que bolia no meu cú. entendi que ele não me permitiria impedir qualquer uma de suas ações.

Eu tentei novamente escpar do seu contato movendo minha bunda e isso deu certo, mas ele me repreendeu de forma mais violenta. Falando: Que isso? Não se atreva a  fazer isso novamente, seu quiser tocar nesse cú, vc fique quieto ou eu te arrebento de porrada sua bicha.

Eu via sinceridade nas suas palavras e eu soube ali que ele ia fazer o que quisesse comigo, querendo eu ou não e pensei que se aquilo continuasse ali, eu seria comido naquela rua mesmo e poderia ser visto por alguém ou ser apanhado pela polícia e ir para na delegacia. Não podia correr este risco.

Então falei pra ele que eu estava muito exposto ali e estava morrendo de medo de ser reconhecido. Ele falou: Ah, é isso que tá te inibindo. Tá bom vamos sair daqui pra outro lugar.

Eu não tinha pra onde levá-lo, mas tinha que sair e ir pra um lugar que não tivesse risco de ser reconhecido por alguém, então só me restou ir para algum hotel ou até mesmo um motel. Então o levei até um motelzinho ali mesmo na barra.

Ao chegar a cabime tinha vidro fume e tinha um interfone. Pedi  um apartamento. A recepicionista pediu para eu abaixar o vidro do carro de novo. Pois pedi e subi o vidro de tanta vergonha por estar com outro homem no carro.

Abri e ela abriu ajanela fumê e olhou pra ver se tinha mais de duas pessoas no carro. Ele disse o número do quarto e deu uma risadinha vendo que meu parceiro era um homem. Que vergonha, mas pelo menos ela não me conhecia.

Entramos no quarto e Tiquinho ainda estava de pau duro. Já foi se despindo e ficou completamente nú em frente a cama. Eu não sabia o que fazer e fiquei feito barata tonta, ali parado esperando uma ordem, sei lá.

Ele falou, tá com vergonha de que, tira a roupa também, ele disse. Eu fui timidamente retirando peça por peça. Eu tenho um pau que parece de criança diante do dele e eu estav realmente bem envergonha, então eu tirei a roupa virado de costas pra ele.

O que foi muito conviniente, já que cupriríamos papeis opostos naquele quarto.Ele se despiu exibindo o tempo inteiro o pau rígido pra mim, quase que declarando, olha o que te espera. Eu me despi virado de bunda pra ele e a mensagem deve ter sido parecida, Olha o que tenho pra te ofereceu. Que besteira que eu tinha acabado de fazer.

Ele mandou que eu fosse pra cama. eu estava de fato envergonahdo pelo tamanho do meu pau e ainda estav todo mole. cheguei acaminha tampando meu pau pra ele não me ridicularizar. sentei na beira da cama e ele veio caminhando com aquele pau apontando pro tento do motel.

Cheguei a sentir inveja da sua virilidade e até me roguei uma praga, dizendo a mim mesmo, Com um pau desse tem mais é que tormar muito no cú mesmo. E eu sabia que isso ia acontecer dentro daquele quarto de motel.

Ele caminhou até onde eu tava e pegou o pau com uma das mãos, deu uma punhetada e bateu várias vezes com ele na minha cara. Que cena vergonhosa, eu apanhado de pau no rosto sem reagir.

Ele para de bater com eleno meu rosto e passou a esfregar na minha boca. Eu fazia cara de nojo e virava um pouco o rosto, mas ele usava uma das mãos para virar minha cabeça de frente pra ele e voltava a esfregar aquilo na minha boca.

Ele madou que eu abrisse a boca mas eu me negava. Ele então gritou, abre essa merda seu merda. Eu não abri e veio a segunda bolacha na face dauqela noite. ele batia muito doído, eu chegava a ficar tonto com o peso de sua mão.

Ele não me mondou abrir a boca, apenas me olhou nos olhos e eu entendi que tinha que abrí-la e deixar ele enfiar o pau dentro dela. Foi o que eu fiz e ele foi enfiando o que pode de pau. Eu estav com a boca aberta na amplitude máxima e o pau ocupava todo o interior. repousava na lingua e encostava no céu.

Eu comecei a receber bonbadas como se tivesse fodendo minha boca e fazia aquele barulho de desentupidor. Glup, Glup, Glup! Eu comecei aengasgar e lacrimejar muito e seu pau estav coberto da minha baba.

Ele tirava um pouco e um fio espesso de baba esticava e ligava minha boca ao pau dele. Era humilhante o que ele estava fazendo comigo. E ele parecia gostar de me ver humilhado daquela forma, pois seu pau pulsava quando era retirado da minha boca.

Ele fodeu minha boca por uns 10 minutos sem parar, até que ele subiu na cama e deitou. Afastou um pouco as pernas e ficou ali exibindo aquela jeba toda melecada da minha baba. Eu me voltei pra ele e fiquei olhando.

Ele soltou o pau e me olhou. Aquele olhar já me intimidava e eu sabia que era para eu reassumir o boquete nele. Fui engatinhando atéseu pau e sem usar as mãos abocanhei o pau dele e voltei a chupá-lo.

Eu precisei dar uma ocupação para as minhas mãos, foi quase instintivo. Uma delas eu usei par segurar o pau e manipulá-lo para não deixar o pau escapar da minha boca durante a chupada e a outra naturalmente comecei a acariciar suas bolas.

O tempo passou bem rápido enquanto o chupava e depois de uns vinte minutos ele mandou que eu jogasse meu corpo pra parte de cima da cama para que ele pudesse alcançar minha bunda. Quando me refira a bunda, digo no sentido mais inocente da coisa, pois o objeto de desejo de qualquer comedor é o cú e ele queria é preparar meu cú para poder penetrá-lo e eu sabia que logo chegaria a hora.

Eu obedeci e logo estava ele ensalivando a entrado do meu cú e enfiando um de seus dedos dentro dele. Eu não conseguia mais me concentrar em chupar seu pau, pois eu estava tão sensível na região anal que ao primeiro toque, meu corpo começou a tremer todo e a sensibilidade deixava meu corpo mole, quase sem força.

Eu comecei a tentar impedir que ele continuasse com seu dedo dentro do meu cú e pra isso eu joguei meu corpo pra frente e seu dedo saiu do meu cú. Enquanto eu tava deitado, levei um tapão na bunda que soltei até um grito de Aiiiiiiiiiiii!.

Logo senti ele me puxar pelas pernas e eu me agarrei no colchão no lado dos pés da cama, mas ele me pegou pela cintura e tracionou com sua força e eu não fui páreo pra ele. Acabei sendo arrastado para seu alcance e ele me enfiou o dedo no cú de novo.

Eu estav muito sensível e foi desesperador. Eu me debatia e el mexia aquele dedo dentro do cú me levando ao desespero total. Pedia pra ele parar, mas ele so aumentava o estímulo. Me dedava vigorosamente e depois mexia o dedo lá no fundo do cú.

Aquilo me deixava doido e eu começava a perder as forças. Eu tentava me arrastar pela cama, mas quando ele remexia o dedo dentro do cú, a sensação fazia eu perder as forças nas extremidades do corpo, me deixando todo mole.

Eu já estav passando vergonha, pois enquanto ia sendo estimulado pelo cú por ele, minha voz ia embargando e perdendo alcance e eu praticamente terminava meus pedidos para para, arfando e quase sussurando sem nehuma convicção.

Eu comecei a entregar os pontos de vez quando ele ficou de joelhos ao lado do meu tronco e com o dedo enfiado no meu cú, ele alisava minha bunda, depois lascava um tapão em uma das bandas, abria minha bunda para expor meu cú pra ele e enfiava o dedo médio como se fosse uma britadeira.

Eu comecei a gemer e a frequência com que ele me dedava, fazia o gemido sair trêmulo: AhAhAhAhAhAhAhAhAh! Aquilo foi um divisor de águas, pois quando ele tirava o de do de dentro do meu cú, eu parava um pouco de gemer e ele podia notar meu corpo tremendo inteiro e até pra minha surpresa, eu já elevava minha bunda empinando o quadril e dava reboladinhas querando mais.

Essa brincadeira durou mais uns cinco minutos até que ele pegou a carteira de dentro do seu bolso e raqgou a embalagem da camisinha, encapou o pau e enquanto ele o encapava, eu me deitei de barriga pra cima na cama, ficando com as pernas mais próximas de onde ele estava. Ele terminou, me pegou pelas pernas, me puxou pra beirada e segurou minha cintura para uma ajeitada final.

Senti meu cú piscando feito louco novamente. Ele pegou o pau e encostou a cabeça no meu cú e comecou a empurrar. A lubrificação da camisinha produziu um efeito inicial e meu cú começou a engolir a cabeça, mas a dor me fez fugir do pau.

Ele não achava que eu ia tentar escapar e me pegou de novo pela cintura, me reposicionou ecomecou a empurrar de novo. O cú voltou a ceder e comecer a engolir a cabeça. Eu protestei com um Aiiiiiiiiiiiiiiiiê! Ele ignourou e a cabeça se alojou. Eu apoiei as pernas no colchou e comecei a empurrar meu corpo pra trás e a cabeça desencaixou de novo.

Ele recuperou a posição e voltou a encaixar a cabeça do pau no meu cú. Tentei usar as mãos na barriga dele pra freiar, mas ele me impediu. Continueo a usar as pernas para me projetar pra trás, mas ele me acompanhou e aproveitou quando parei para meter mais fundo.

Eu gritei e ele usou uma das mãos pra tapar minha boca. Eu só podia grunhir agora e usar as pernas para me arrastar até a cabeceira. Mas assim que encostei a cabeça na cabeceira, eu fiquei impedido de escapar e completamente a mercê dele.

Ele começou a empurrar e a cada centímetro de pau que entrava por meu cú adentro, eu soltava um Uuuuuuuuuuuuuuuuuuh! abafado e as lágrimas rolavam pelo meu rosto. A dor me fazia se trancar todo e contrair o cú, mas isso só aumentava o tesão dele, pois meu cú na verdade dava mordidinhas no pau dele e ele adorava, chegava a para a penetração só para sentí-las.

Ele continuou sem dó e liberou minha boca, então eu fiz um escândalo. Só parei um pouco quando seu saco bateu contra minha bunda. Ufa! Enfim tinha recebido todo o pau de Tiquinho no meu cú. Senti alívio e até um certo orgulho.

Eu pedi pra ele ficar parado e foi inevitável sentir o pau dele pulsando dentro de mim. Aquilo foi me acalmando e apesar de senti as pregas do meu cú estourando e relaxei o suficiente para aceitar aquela penetração e ele perguntou se podia foder meu cú.

Eu nem entendi sua pergunta, pois meu cú já estava sendo fodido por ele a algum tempo. Mas quando eu acenti ao seu pedido é que entendi sua pergunta. Ele estava começando a me forder de verdade a partir daquele instante.

Eu tomei uma verdadeira surra de pica em todas as posições: Papai-mamãe, de costas, de quatro, em pé no colo dele, socando pilão, de pé virado para parede em posição de revista. E terminei sendo mandado tirar a camisinha do pau dele e de joelhos na sua frente ser forçado a levar uma leitada espetacular dentro da boca e engolir toda a porra dele.

Eu terminei a noite em frangalhos e no outro dia me encontrei com meu amigo que veio conversar comigo e me contou que Tiquinho contou em detalhes tudo que havia feito comigo para seu amigo Jô que passou a noite fodendo meu amigo.

Eu morri de vergonha,mas foi até legal me abrir com alguém depois da noite em que fiu deflorado por Tiquinho.

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Escrito por Tímido

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