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Salva vidas

Sou casada há uns dez anos, e meu marido é apaixonado por voleibol na praia. Ele e alguns amigos de infância tem uma rede na praia e invariavelmente, faça chuva ou sol, lá estão eles às quartas e aos sábados. E numa dessas vezes fui com ele, para ficar entre as esposas que assistiam ou também participavam.
Foi quando conheci Mauro. Ele é salva-vidas na praia e amigo da turma desde a infância, e participa dos jogos quando está de folga.
Meu marido é um médico competente, e os outros membros do grupo também são profissionais liberais, todos com boas colocações na sociedade. Mas Mauro destoa um pouco do grupo, pois mora no subúrbio, é mulato e vive de seu salário. Mas tem um físico privilegiado, é o melhor jogador disparado e é o mais alegre de todos.
Meu primeiro contato com ele não foi dos melhores. Ele acendeu meu cigarro e falou com muita liberdade comigo, elogiando meu corpo e olhando para meu decote. Era petulante e parecia dar em cima de mim. Achava suas feições grosseiras, seus modos igualmente grosseiros, e não me aproximei muito no início.
Soube porém,por uma das mulheres do grupo, que ele já havia pegado duas delas, que era um garanhão que não dispensava nem as esposas dos amigos. E fiquei curiosa de pelo menos, conhecê-lo melhor.
Ele era muito envolvente, mesmo com aquela brutalidade grosseira. Passamos a trocar mensagens pelo whatsapp, e ele me excitava com conversas picantes, sem dar a mínima importância ao fato de ser casada com um de seus melhores amigos. Mandava vídeos safados de duplo sentido, e a medida em que eu aceitava eles ficavam mais ousados, até o momento em que ele me pediu um nude. Eu fiquei confusa, desconversei, mas ele insistiu dizendo que se eu não mandava, ele mandaria. E mandou um dele completamente nu, com seu pênis exposto.
Eu fiquei louca de surpresa e tesão. Não respondi e parei de responder as suas mensagens.
Numa tarde em que estava sozinha na praia, semanas depois, já voltando para casa, o encontrei. Ele veio até mim, sentou-se como se nada houvesse e me ofereceu um beck. Eu aceitei e o fumamos juntos vendo o por do sol. Ele me pediu uma carona, e eu aceitei, indo para meu carro estacionado alí perto.
Ele me agarrou. Tirou meu sutiã e começou a apertar meus seios. Eu resistí de início, mas não aguentei a loucura e passei a retribuir as carícias e beijos. E num estacionamento escuro, perto do Jardim de Alah, onde alguns barracões de obras davam uma boa cobertura, chupei seu pau enorme ali mesmo. Ele não demorou a gozar e encheu minha boca. Eu olhei para ele, sorri e engoli tudo, passando o dedo nos lábios para aproveitar o excesso e o provocar. E no banco de trás, sentei naquele macho maravilhoso, numa trepada rápida e muito excitante. Eu gozei, ele gozou de novo, e o deixei no ponto de ônibus, retornando para casa, não sem antes fumar um cigarro para tirar o cheiro e o gosto do sêmen.
Nessa noite, saí com meu marido com um absorvente na calcinha, para reter qualquer resto de esperma que ainda descesse.
Passamos a nos encontrar todas as suas folgas. Ele realmente é um canalha, um cafajeste, mas, meu Deus! um garanhão indescritível, insaciável.
E passamos também a nos encontrar a noite, durante os plantões de meu marido. Como ele não tem muitos recursos, eu mesma pagava o motel com meu cartão.
E acho que foi esse o meu erro. Meu marido começou a estranhar os gastos sucessivos com um tal de "diversões e restaurante", que aparecia no extrato. E como é muito desconfiado, logo passou a ligar a data do gasto, com seus plantões.
Numa tarde, Mauro me telefonou. Queria falar comigo e marcamos num barzinho. Cheguei despreocupada, já antevendo uma rodada de sexo selvagem, quando ele me disse em voz baixa, que meu marido lhe confessara desconfiar de mim. E mais, que iria contratar um detetive para me seguir.
Ele tentou acalmar meu marido, tentou demovê-lo da idéia, mas ele estava irredutível. E com isso, teríamos que parar de nos ver por um tempo.
E há um mês mais ou menos que não nos vemos nem nos falamos. Meu marido também não me procura para sexo, pois está muito desconfiado mesmo. E eu estou morrendo de saudades do sexo com Mauro.
E para piorar, soube por uma amiga, que ele está com outra mulher, casada também, que conheceu na praia..
Não sei o que fazer. Me aconselhem por favor…

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Escrito por Anônimo

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