Lá vamos nós…
Este episódio do escritório aconteceu a mais de uma década e é anterior ao relato “Sexo em publico no litoral” id 140190, estávamos a coisa de 3 meses de namoro, ou seja, na fase de Lacrar toda transa tipo indicação ao Globo de Ouro kkkkk, mas isso gerava efeitos colaterais, não podíamos nos ver sem pensar naquilo, qualquer beijo virava masturbação mutua, parada de ônibus era sarro na certa, cinema era só sentar na poltrona e o casaco ia pro colo pra poder tirar o pau pra fora e ela ficar sovando o filme inteiro, para ajudar trabalhávamos na mesma empresa, mesmo setor, mesmo andar e nessa semana em que aconteceu o relato na “mesma bancada”.
O setor tinha 3 estações de trabalho onde operavam cerca de 20 colegas, ocorreu troca de equipes e supervisores fazendo com que ela fosse transferida e o único computador disponível era do meu lado (thanks god).
Primeiro dia ok, concentração no trabalho, no segundo dia já comecei encostando o pau no ombro dela enquanto falava em pé com supervisor, quem faz loucuras sabe o nível de excitação que essas merdas despertam na gente, ela no inicio só sussurrava pra parar mas tava adorando morrendo de medo de ser vista.
Passamos a manha assim, eu atiçando ela tentando impedir, nossos almoços eram em horários alternados, eu fui primeiro, antes de voltar passei no banheiro deixei o pau bem duro posicionei ele com a cabeça saindo no bolso do jeans (dentro do jeans) voltei pra mesa de trabalho e disse pra ela, trouxe um docinho pra vc, ela toda sem noção ficou eufórica achando que era chocolate kkkkkkkkkk, disse pra pegar no bolso ela entendeu que era pra ser safada (pegar o doce e me apalpar), colocou a mao e achou só uma rola dura e pulsando, kkk, lembro a expressão no rosto dela de “fdp”. Saiu pro almoço e tudo se quietou, quando voltou ficamos trabalhando de boa, até bater a adrenalina novamente, eu estava com muito tesao com aquilo tudo, peguei a mao dela e coloquei sobre o meu pau, ela só ria falando com cliente ao telefone, conversando com nossos colegas ao redor , e sempre apertando e sovando o pau, isso durou deliciosos minutos.
Ela precisou das mãos pra digitar, foi o tempo que tive pra abrir o zíper do jeans, tirar o pau pra fora e cobrir com a camisa, quando ela parou de digitar já deixou a mao ao lado da cadeira de bobeira kkkk, peguei novamente e quando ela sentir a pele do pau credo quase pulou da cadeira “tu é loko”, “xiu, age normalmente”, o medo se transformou em adrenalina, a adrenalina em desejo, o desejo em tesao e logo ela estava literalmente punhetando dentro do escritório enquanto conversava com outras colegas (existem divisórias entre as estaçoes).
Sem esperar a conversa parou, silencio total e na frente dela do outro lado o supervisor começou a passar instruções, ela foi largar o pau e segurei, começou a ficar realmente desesperada mudando de cor branca, vermelha, rosada, suando, esperei até o ultimo segundo conforme ele se movia e quando ele entrou no nosso corredor deixei ela tirar a mao.
Depois que o supervisor saiu ela tava uma fera “seu loko perdeu o juízo”, bla bla bla, “deixa te perguntar, ficou molhada?”, começou a rir sem parar “ to lambuzada seu maluco”, “então poe tua pausa na estação, faz teu lanche, vai no banheiro e atola dois dedos até o talo nela, volta aqui e me mostra sem limpar sem disfarçar sem frescura”.
Claro que disse não, xingou , etc, e… depois foi fazer oque mandei, gente mulher curte dominação é adrenalina, 15 min depois voltou olhando pra todo lado kkkk, com o braço duro sem mexer colado quase ao corpo, sentou e mostrou “ ta aqui ó”, mal terminou de falar e engoli os dois dedos devolvendo limpos, depois disse pra ela trabalhar o resto do dia cheirando os dedos e de tempo em tempo eu fazia sinal e ela cheirava e ria kkkkkk.
Saimos do trabalho, ônibus lotado, não deu pra fazer nada, na verdade a gente nem conversava estávamos ambos tensos. Cheguei no meu AP, prédio antigo sobe de escadas, nas escadas começou os beijos, chupoes, mao na bunda, agarrada no pau e sempre subindo as escadas. Enquanto eu abria a porta ela me abraçou pelas costas lambendo meu pescoço e tateando com uma mao o pau e com a outra meus peitos por dentro da camisa. Entramos e eu não conseguia chavear a porta porque fui “atirado” contra a parede e eu não alcançava a fechadura kkk.
A porta do apartamento era de ferro e vidro jateado então era possível ver o vulto da pessoa, até hj não soube se alguém nos viu mas passou gente no corredor, ela abriu os botões da minha camisa, deu uma chupada em cada mamilo e desceu mordiscando meu abdomen enquanto desafivelava meu cinto, abria zíper etc, quando ficou de joelhos estava de pau na mao em riste pronta pra chupar e assim o fez como se daquilo dependesse sua vida, pense naquelas chupadas de mulher esganada, engolindo o pau se afogando, fungando, correndo lagrima no olho e seguindo em frente.
Bom em resumo me levou segurando pelo pau em direção ao quarto (como se conduz o cao na coleira) mas quando passei pela sala peguei por traz, chupei a orelha com a língua no ouvido (que ela adorava) abri as calças puxei com violência junto com a calcinha minúscula até a altura do tornozelo, debrucei ela no encosto do sofá e chupei abrindo a bunda com as mãos misturando gosto de buceta, gosto de cuzinho, dei aquela limpada de língua aberta no rabo que todo homem que se preza faz.
Alguem vai dizer que nojo, vcs trabalharam o dia todo bla bla bla, FODA-SE, quem gosta do riscado única coisa que não se importa é com frescura e chupar o rabo da sua namorada suada e molhada de tesao é DU KRLO , se alguém não entender posso desenhar.
Gente o estrago estava feito, sala cheirando a sexo, mas fomos pro quarto e transamos uma, duas e depois a terceira no chuveiro. Se descrevesse as fodas ai relato vira livro, mas a primeira foi só buceta, a segunda só anal e a terceira no chuveiro foi em pé.
Acabei o dia exausto.
Moral da historia, nunca leve trabalho pra casa kkkkkkk
Putz nunca mais fiz isso na vida novamente, to ficando velho.

