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Saudades da Bianca, a depravada

Eu conheci a Bianca quando me mudei para uma cidadezinha do interior, fui trabalhar no escritório de arquitetura do pai dela.
Logo que ela me viu a primeira vez, me deu um sorriso safado e em pouco tempo trabalhando lá a gente estava namorando, eu tinha 26 anos e ela tinha 17, não era linda e maravilhosa, mas era bonita com pele bem branca, olhos verdes, cabelo preto cacheado e seios grandes.

Logo nas primeiras vezes que ficamos ela me fez gozar nas calças se esfregando em mim enquanto eu chupava seus peitões, foi a mulher mais gostosa e tarada que eu peguei, pois começamos a transar feito loucos todos os dias, eu buscava ela na escola na hora do almoço, estava no terceiro colegial, e já partia para uma estrada de terra para trepar.

Até ai tudo normal de jovens cheios de hormônios, mas uma das vezes que a gente tinha acabado de trepar depois de buscar ela na escola e levando para a casa, falei meio em tom de brincadeira que no final de semana iria comer o cú dela, lembro como se fosse hoje, ela me olhando com aquela cara de tarada com 17 anos e falando: E os vegetais?

Eu perguntei: Que vegetais?

Ela vira e fala: Você disse outro dia que iria me masturbar com vegetais.

Nessa hora eu já fiquei de pau duro e perguntei se ela queria, com aquela carinha de safada ela fala que queria e na mesma hora eu já vou na direção de um varejão, falando que era para ela escolher os vegetais.

Foi muito tesudo ver aquela menina escolhendo banas, cenouras, pepinos e abobrinhas para eu enterrar nela, mesmo hoje, 30 anos depois, eu fico excitado lembrando.

No final de semana a gente foi para um motel, fez poses sensuais com gosto e sorriso no rosto para eu tirar fotos dela com os vegetais, uma hora que estava comendo a xoxota dela, a menina vira para trás e pede: Pega um dos vegetais para a gente brincar!
Pois ela queria fazer dupla penetração, eu fiquei apaixonado e nunca encontrei uma tarada igual.

Ela chegava na sala onde eu trabalhava, tirava os tetões para fora com o uniforme da escola e falava em tom autoritário: Chupa!

Para encurtar uma história longa e cheia de putarias, o pai dela não gostava do nosso namoro porque eu comia a filha dele, queria que namorasse sem comer, então, no final eu falei para ele: Eu não ensinei nada para a sua filha, com 17 anos, foi ela que me ensinou coisas que eu nem imaginava! Espero que ele tenha lembrado disso para sempre!

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Escrito por Cabeludo

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