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Se mede pelo bolso

Eu confesso que Então iniciei um namoro simples a pouco mais de um ano,creio e que no início eu nem queria muito, estava interessado apenas numa companheira para dar umas voltinhas e dar uns amassos para não ficar no zero à zero. Ela com 35 anos, mãe, solteira eu com 49,divorciado, representante comercial. Notei que seus hábitos de consumo eram um pouco acima de sua capacidade, mas não via muito problema nisso. Me apresentou a família, depois veio com um papinho de noivado, casamento, querer participar de parte de minhas atividades profissionais, etc.etc. logo surgiram certas dificuldades de nos encontrarmos pois o filho requeria mais sua atenção, até aí tudo bem, depois de alguns dias a coisa ficou meio enrolada pro meu lado, perdi meu trabalho e as dificuldades surgiram, perdi o meu carro, notei que com isso também a credibilidade, pois na visão dela o seu pai também já havia passado por isso e não conseguirá se recolocar novamente. Mas perá lá os tempos são outros a internet´, mudaram os critérios da relação trabalhista, minha função é definida e está em alta ainda. Na moral, seus pais começaram a ser deselegantes conosco, dando-lhe até broncas em minha presença e passei a ser o alvo para o ócio da sogra, que agora já me detestava. Sustentei essa situação pois via na sua filha um potencial que poderia formar uma parceria que iria muito além de um casamento. Mas a moça simplesmente deixou de me ligar, enviar email’s, nada!nada! Eu havia feito coisas que ela nem viu, mas tudo bem eu deixara o meu curriculum fechado para outros estados apenas por causa dela e sua filha, mas depois de sua atitude as primeiras cosas que fiz foram: trocar minhas senhas de Email’s e abrir o meu curriculum, passados uns 10 dias já obtive o feedback de 4 empresas e me sinto muito mais leve>
Quer dizer: Tú só vales pelo que tens?” Sei que não, mas assim a sociedade nos vê. Uma coisa que também farei mais daqui pra frente é acreditar um pouco mais na minha intuição, pois essa de achar que depois pode mudar e começar um relacioanmento sem paixão! Não farei mais isso não, lamento pela mulher legal que ela era e por sua capacidade que somada a minha poderia fazer muita coisa num empreendimento que vou instalar em PE.
É isso confesso que fiquei mais leve e queria até escrever para ela mais ou menos isso, mas de que adianta? Afinal fomos protagonistas dessa história e não há nada que ela não saiba, talvez agora adote a postura de buscar culpados, quando na real fomos e somos nós os autores da nossa história. Foi BOm!

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Escrito por Anônimo

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