Eu confesso que antes eu me preocupava muito com medo das pessoas terminarem a amizade e nunca mais virem falar comigo. E foi exatamente isso que aconteceu, fiquei triste por causa disso, mas também não morri. Foi nesse momento que percebi que não importa o quanto você se esforça ou trabalhe para os relacionamentos funcionarem, o quanto você considera as pessoas, ou o quanto você se esforça para todos te amarem pois se um dia acontecer de a amizade terminar, assim será.
Hoje em dia eu tenho ainda consideração pelas pessoas, ajudá-las-ei em qualquer coisa que precisarem, mas se for pra irem embora sem nem se lembrarem de mim, que seja.
Eu não ligo mais se você me ama hoje e amanhã me odeia, se me preza ou me despreza. Se me preza, serei recíproco se me despreza, serei indiferente.
Eu já passei por várias situações onde tudo isso que eu disse acima me atingiu muito, me fez sofrer.
Hoje sou como uma rosa, bonito pra quem olha, espinhoso pra quem pisa.
A indiferença é a arma psicológica mais espinhosa, pois você deixará a pessoa lutando contra seus próprios demônios internos… você deixará ela sofrer na sua imanência.
É como se eu estivesse só e junto de todos ao mesmo tempo. Pois se vierem e me amarem eu os amarei, se me deixarem eu os deixarei.
Não que eu seja melhor que ninguém, mas é o melhor que posso fazer por mim mesmo e o melhor para os outros, nem que eu seja o primeiro a entender isso, talvez muitos antes de mim já perceberam isso e nem serei o último a tal.

