Eu confesso que seduzi meu amigo “G”.
Ele é irmão do meu amigo “P”, e como já contei antes, nítidamente gay.
“G” tinha uns 12 anos quando foi pego fazendo brincadeiras sexuais com um guri mais novo. Deu a maior confusão, e ele quase apanhou da mãe do guri.
Aproveitando-me da situação, me fiz de compreensivo com o “G”, com a confusão toda, e ele ficou mais meu amigo. Desta amizade mais íntima (que ninguém conhecia), vinham papos de sexo, mas principalmente umas ótimas revistas de sacanagem que o “G” arranjava não sei de onde.
Um dia, tive a ideia de propor bater uma punheta dentro de um elevador parado, vendo a revista, mas com o “G” “tomando conta pra ver se não aparecia alguém”. Claro que ele adorou a ideia, e tudo correu bem.
No outro dia, percebendo que “G” ficava alucinado entre vigiar e ver se conseguia “me ver em ação”, perguntei se ele gostaria de me ver gosar. Claro, disse ele, e na horinha “H” eu avisava do goso e ele olhava de olhos arregalados.
Aquilo me excitava muito! Hoje sei que o que me excitava, e excita ainda hoje, é a cumplicidade, o segredo, ver ou deixar que vejam algo íntimo, pessoal, secreto.
Numa dessas punhetas vigiadas pelo “G”, fui direto ao ponto e fiz a pergunta fatal: se eu não contar nada a ninguém, vc quer bater a bronha em mim? A resposta não poderia ser mais óbvia: “se vc não contar pra ninguém..”
Segredo tratato, não precisei falar duas vezes, e ele tocou a punheta, chupou, e ainda me deixou meter. Digo, meter não, pq dentro do elevador, rapidinho, e com a linda e musculosa bunda que o “G” tinha, que travava a entrada pq dizia doer, eu nunca consegui enfiar nele. ;-(
Nessas brincadeiras, e quando o “G” abaixava os shorts (a gurizada só usava shorts), claro, o pau dele ficava duro e exposto. Eu nunca toquei no pau dele, que honestamente era bem maior do que o meu. Mas com o tempo eu confesso, minha “admiração” pelo órgão masculino foi maior do que meu medo e minha necessidade de manter escondido o fato de que me sentia atraído por pintos…



Bela experiência!