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SEGREDO DE UMA MULHER CASADA

Eu confesso que depois de ler alguns relatos tomei coragem e resolvi escrever um fato acontecido comigo há, aproximadamente, 4 meses. Sou casada e tenho um casal de filhos adolescentes. Sempre tive uma vida normal, sem grandes acontecimentos, digamos, na área de sacanagem. Nunca fui de ler sites eróticos ou assistir vídeos pornôs. Mas um dia, uma colega do trabalho me mostrou nesse site “Eu confesso” um depoimento bem incentivador. Em casa, com calma, comecei a ler outros depoimentos, e assim, quase todos os dias tenho lido alguns.
Esses dias li o conto de uma estudante (Eu confesso nº 80519) que me encorajou à contar este fato inusitado acontecido comigo. Afinal, continuarei anônima e dona desse segredo que ainda mexe comigo e me faz gozar em boas siriricas (rs).
Um dia bem cedo, quando ia pro trabalho, o meu carro não pegava de jeito nenhum. Fui para a rua e os taxis vinham com passageiro. Só havia uma opção: pegar o metrô. Além do metrô, teria, depois, que pegar outra condução (ou um taxi).Por isso ia sempre de carro. Mas nesse dia não teve jeito.
Peguei um trem lotado. Não havia lugar para sentar então me acomodei em pé junto à um desses ferros verticais que tem no trem, para me segurar. Um homem, penso que era de meia idade estava ao meu lado, também segurando o ferro da mesma forma que eu. Quando o trem parou na estação quase não saiu nenhum passageiro. Ao contrário, entrou mais gente. No empurra-empurra, esse homem “foi empurrado para trás de mim”, e ali ficou. Me incomodou um pouco, mas eu nada podia falar e nem fazer. Com o balanço do trem ele ficava roçando na minha bunda. Meio sem jeito ele falou no meu ouvido: “Perdoa essa situação!” Respondi sem pensar: “É a recompensa de quem precisa pegar o trem para ir trabalhar”.
O que eu deveria ter dito seria, é o “castigo” e não a “recompensa”. Mas eu já havia dito dessa forma e voltar atrás seria pior. Acho que ele entendeu errado porque senti que ele pressionou. Aos poucos senti que ele estava se excitando. Pensei, ai meu Deus, e agora?. Eu estava com um vestido leve, de pano fino, com forro para evitar a transparência, mas não evitava sentir a forma daquele membro rígido atrás de mim. Fiquei nervosa. Olhei para os outros passageiros para ver se alguém observava. Ninguém olhava para mim. Resolvi relaxar e deixei rolar, como se diz na gíria. Estava gostosamente estranha aquela situação. Ele segurava com as duas mãos no ferro em que eu também segurava, só que os braços dele estavam me cercando, com ele atrás de mim. Ele afrouxava os braços e apertava, me espremendo contra o ferro enquanto posicionava o pau no meio da minha bunda. Calada, eu ía nas nuvens. Nunca me imaginei nessa situação. Ele apertava, afrouxava. Mexia para um lado e para o outro. Houve um momento em que ele me apertou que meu peito espremeu na mão dele. Espertamente, com o dedão ele me esfregou o bico. Que loucura, eu sentia que minha calcinha estava melada. Me entreguei. Não resisti e sutilmente me esfregava naquele pau que estava me desiquilibrando. Teve um momento que ele tirou uma das mãos do ferro e se apoiou na minha cintura. Senti um choque louco de tesão. Ele apertou e alisou. Devo ter ficado vermelha mas estava entregue àquela loucura. Por fim, as duas mãos dele me seguravam enquanto ele roçava mais forte. Me entreguei, acho que uns 20 minutos. Minha estação chegou. Desci e nunca mais vi esse homem. Aliás, nem vi o seu rosto. Só sei que ao chegar no trabalho fui imediatamente ao banheiro prá gozar, porque não aguentava mais.

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Escrito por Anônimo

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