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Sendo passivo para 25 cm de rola grossa

Levei algum tempo para desabafar, até para entender a loucura que tinha feito. Tenho de contar.

Fui para São Paulo a trabalho e resolvi enfrentar a minha maior aventura e matar de vez a curiosidade: sair com uma famosíssima trans que tem uma arma de 25cm entre as pernas (não vou dizer o nome dela, apesar de ser notória).

Fiquei tão nervoso que tremia literalmente todo. Fiicamos conversando e ela logo se chegou, ofertando a rola dela na minha boca (eu tinha dito que queria comer aquele rabo dela e levar uma sarrada da pica dela na minha bunda, não mais que isso, pois não teria coragem de engolir o pau monstro dela).

“Claro, eu entendo isso. Só fique relaxado para você aproveitar”, disse ela meio que rindo e já pensando “mais um que veio me dar e pensa que não vai aguentar”.  Quando comecei a tentar chupar e botar na boca o cano dela (aquilo não é uma rola), meu pau já estava uma pedra e eu nu. Sei que em pouco a gente já estava deitado e, atendendo ao meu pedido para a sarrada, fiquei de lado e ela por trás, esfregando o cacete no meu rabo. Pedi um gel ou um óleo e quase que gozo só com aquela tora se esfregando atrás de mim, às vezes passando por debaixo dos meus ovos e surgindo na frente.

“Só para brincar”, ela disse algo nesse sentido quando me  viu gemer de tanta tesão já e dirigiu a cabecinha para meu cu. Entrou e eu delirei. A rola é do tipo cabeça pequena (em comparação com o resto!) e resto grosso. Adorei aquilo e por aí ficaria, mas ela conhece os clientes, eu não era o primeiro, e foi penetrando. Quando a parte grossa começou a entrar, senti meu cu se esfolar, ardeu demais. Ela parou, tirou o pau e veio de novo, devagar. “Tá doendo muito”, reclamei. “Vai se arrepender se não provar, quer que eu pare?”, respondeu ela, enfiando novamente e me dizendo que eu tinha ido era levar rola ali. Ela ficou metendo parte da tora de ladinho e pediu para eu ficar de quatro, sempre me elogiando enquanto eu me ajeitava para sofrer.

Ela veio com calma e com calma foi enfiando uma parte e começando a me comer.  A tesão de levar aquela rola famosa e grossa no meu rabo era demais; a dor me deixou com os olhos cheios de lágrimas, mas eu estava dominado. E não me pergunte o tempo, sei que quando notei ela estava com a virilha na minha bunda. Doía e ardia ainda e eu de pau duro. Nunca senti nada tão grosso e tão profundo em mim. E quente, onde a rola dela estava ardia feito uma queimadura por dentro (mas dando tesão, nunca vi). Eu suava muito e quando dei uma relaxada e ela ficou indo e vindo (ainda sem ser com força mas o pau inteiro), gozei sem me tocar. Parecia que estava levando um choque elétrico de tanta tesão e gozo. 

Pouco depois de gozar, não aguentei mais a pistola dela e pulei, sentindo o maior vazio no cu. Eu já não sabia onde estava, meu rabo doía, tinha gozado como nunca e, de forma burra e medrosa, pedi para ir embora, como se aquilo não tivesse existido. Eu tinha combinado beber o leite dela, queria que ela me desse uma surra de pica na cara e me fizesse golden shower, eu tinha que ia pelo menos meter a rola no cu dela. Mas eu fiquei meio abobalhado, nem curti com ela o que deveria e ela estava querendo.

Voltei para o hotel de táxi (gastei uma grana), comprei algumas coisas numa padaria perto e fui para o meu quarto. Quando estava tomando banho é que a dor voltou, sentia o vazio por onde aquela tora tinha entrado, meu cu ardia, botei o celular para filmar e gravei como estava meu buraco (buracão!) e me deitei com nu com a bunda para cima. Tirei um cochilo e quando acordei bati uma punheta pensando no ocorrido. Eu queria mais, mesmo com a dor, mas ja era tarde, eu tinha fugido e não poderia mais voltar. Batia outra punheta antes de dormir, só pensando nela me comendo.

Passei uma semana evitando comidas pesadas e com remédio no bolso para trancar o intestino se fosse necessário, pois tinha medo de me borrar por não saber se meu esfíncter se fecharia direito. Meu rabo doeu até o dia da volta para Recife. Passei um bom tempo me masturbando e evitei transar com outras pessoas. Até hoje estou alegre por ter realizado um sonho e, ao mesmo tempo, arrependido de não ter aproveitado tudo o que eu poderia. 

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Escrito por ramon

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