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SENTIMENTO PICANTE PRIMO/E IRMÃO SARADOS

Bom, me chamo Miguel e dês de criança, sou gay. Claro que nunca assumi pois não quero dar essa vergonha para a minha família, por isso mantenho esse segredo. Bom sempre tive desejos incontroláveis pelos meu primos, que são sarados, altos, e dotados. Minha primeira vez foi como se já soubesse a fazer isso a muito tempo. Meu primo chegou na casa de minha vó, e sentou no sofá, estava eu, meu irmão, e ele na casa. Minha vó havia ido fazer exames em outra cidade, e então ficamos sozinho. Algum tempo depois, os amigo de meu irmão vieram chamar ele para jogar bola, e então ele foi com sua bundinha empinada, que provavelmente já havia experimentado um rola grossa. Bom, ficamos só eu eu meu primo sarado em casa, um rapaz branco, alto(1,80), olhos verdes claro, loiro. Ele foi ao banheiro que também fica na sala urinar, e propositalmente deixou a porta aberta, com o espelho refletindo sua rola grossa. Essa foi a minha deixa, fui ao banheiro também, e como quem não quer nada, entrei. Me fiz de desentendido, quando ele me perguntou porque entrei, e respondi que não sabia que ele estava lá. Mas ele praticamente não ligou, continuo à urinar, e eu ‘ esperando’ ele terminar. Quando terminou em vez de colocar seu caralho nos shorts, curtinho, e com um pano fininho, virou para o meu lado e me mandou pegar. Não resisti. E vez de pegar diretamente, o puxei para mim o o deixei de costas na parede, roçando seu sua bunda. Ele falou para terminar oque comecei, então foi oque fiz. Levei até o quarto de hóspedes, tranquei a porta, e o empurrei na cama. Ele já ia virando sua bundinha durinha, mas preferi dar um pouco de prazer a ele. Fiz seu pau que estava duro, começar a latejar, a pulsar como um coração. Foi então que taquei minha boca naquela rola de bons e prazerosos 20Cm. Minha língua ia e vinha naquela rola bela, alta, chupei seus ovos lisos, e os umidificava. Meus lábios não queriam parar de chuar aquela rola, foi então que gozou no meu rosto. Aquele leite quente, doce, esperma de uma puta. Foi então que ele falou que queria me dar mais prazer ainda. Me puxou como uma vadia e me tacou na cama, e sem cerimônia, foi de boca no meu caralho, de 22Cm. Foram doze minutos de um boquete incrível, sentia somente seus lábios e suas língua no meu pau. Gozei litros, enchi sua cara de porra, e ele fez questão de tomar tudo. Sem estar saciado, pulou em cima de mim, e com minha saliva, que ele ponhava a mão em minha boca e depois passava em seu cu, fez com que minha rola entrasse para dentro. Um cuzinho aberto, não aparente, mas arrombado. Talvez fosse uma das putinha do grupo de esgrima, ou de futebol, já que sempre demoravam na ducha,devia também ser a puta do treinador, já que ficavam horas sozinhos numa sala da escola. Meu pau entrou rapidamente, e ele gemeu como uma vadia. Falava, vai, mete, eu quero então mete, vai eu sou sua puta, vai enfia essa rola gostosa no meu rabo. E nisso eu delirava. Ele beijava minha boca, com um beijo de língua que invadia minha boca, beijava meus mamilos, e os chupava até ficarem roxos. Cavalgava desesperadamente. Gozou dua vezes enquanto estava sobre o meu pau. Bebi tudo. Depois foi minha vez de dar o rabo, que ele também sabia que eram abertos. Pois já enfiará o dedo nele, enquanto acampávamos. Cuspiu no meu rabo, e mais uma vez sem cerimônia, enfiou seu cacete duro, que parecia pedra. Não senti dor alguma. Sabia como fazer um sexo gostoso. Relaxei e deixei ele meter forte. Gozou mais duas vezes dentro de mim, não sabia de onde vinha tanta disposição, talvez não estava transando o suficiente com seus amigos. Dormi e acordei 22 minutos depois, ele já estava batendo uma punheta para novamente gozar, na minha cara. Deixei, ele gozou apena sêmen, um líquido transparente, já que seu saco já estava quase seco de tanto soutar aquela porra doce. Bebi tudo oque tinha, depois ficamos deitado nos beijando em um incrível beijo de língua. Ele queria ser dominado, então depois fiz ele ficar chupando minha rola. Já não tinha nada, então só tive a sensação de gozar, mas não saiu líquido algum. Fomos tomar banho, não nos enssabuamos, ficamos apenas nos beijando lentamente. Ficamos lá por meia hora, depois eu o sequei, e ele fez o mesmo, me secou. Eu o vesti com roupas dele mesmo que minha vó sempre guardava, para quando houvesse a visita do netos, ele também me vestiu. Coloquei seus sapatos, pentiei seu cabelo e lhe dei novamente um um beijo longo e demorado. Ele já começava a apertar novamente aminha rola, mas eu não o deixer terminar. Ele me vistiu, passando a mão em tudo que podia. Quando terminamos, pareciamos que estávamos preparados para uma festa. Calça apertada com a rola parecebdo que queria sair, mas não conseguia, camisa apertada, etc. Ele já estava indo embora, quando meu irmão chegou, nisso eram apenas duas horas, e minha vó chegava apenas oito da noite. Essa foi a deixa. Meu irmão viu nossos dois cabelos molhados, e disse: "Vocês estavam dando o cú né?!", "Vocês vão fazer isso denovo, mas agora comigo, senão contarei para todos." Ele não precisavad dizer duas vezes, meu primo Gabriel já havia pulado no seu colo como uma puta que quer mais. Confesso que fiquei com ciúme, mas ataquei também. Mas essa história é para outra confissão. Até a próxima.
Miguel A. T.

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Escrito por Anônimo

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