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Será que foi incesto?

Sou casada e fiz uma coisa que tem me deixado quase louca quando penso.

Nasci em uma fazenda no sul, e era filha única até que meus pais adotaram o filho de uma empregada que fora mãe solteira e não desejava a criança. Ele era quase da minha idade, e assim, crescemos juntos.
Éramos muito unidos, apesar de nossa diferença de cor. Brincávamos juntos pelas terras da fazenda, tomávamos banho no ribeirão e da infância passamos a adolescência.
Não havia maldade entre nós e todos achavam lindo nosso amor fraternal. Mas quando fiz quatorze anos, aconteceu algo que nos afastou um pouco.
Estava muito calor e decidimos tomar nosso costumeiro banho no rio. Fomos ao poço e fiquei de calcinha e soutien como sempre. Ele ficou de cuecas e caímos na água. E em meio a nossas brincadeiras, reparei que seu pênis estava duro. Duro não, mais que duro, apontando fora da cueca.
Fiquei surpresa, mas confesso que fiquei um pouco excitada com aquilo. Já nos víramos nus diversas vezes, de vez em quando trocávamos de roupa na frente um do outro, mas nada além. Mas vê-lo excitado sexualmente me deixou muito confusa.
O tempo se passou. Ele foi para a academia militar e eu fiz faculdade de medicina. Casei-me virgem com meu atual marido, e a vida continuou.
Nos víamos sempre que ele vinha a Porto Alegre. Conversávamos, ríamos e ele passou a frequentar minha casa, fazendo amizade com meu marido, também médico.
Mas meu casamento começou a ficar muito ruim. Meu marido não me procurava, e ficamos meses sem sexo. Ele culpava o stress de nossas profissões, mas eu estava cada vez mais infeliz.
Ele então viajou para um congresso nos USA. Fiquei sozinha em casa e numa tarde, meu irmão apareceu. Ele sempre costumava a se hospedar em nossa casa, que é enorme, e o convidei a entrar.
Nunca tivemos segredos entre nós, e contei-lhe tudo o que estava acontecendo comigo. E ele foi carinhoso, atencioso, e me abraçou enquanto eu chorava, me consolando, e numa dessas vezes, ele beijou-me no rosto e continuou até que estávamos nos beijando na boca.
Eu fiquei louca de tesão. Sem sexo a pelo menos seis meses, ser beijada por um mulato lindo como ele, mesmo que meu irmão, me fez pensar besteiras. Mas nos separamos confusos, nos desculpando, e fomos para nossos quartos.
Dois dias depois, havia saído do banho e enrolada na toalha e fui até a biblioteca apanhar uma revista para levar para meu quarto. Mas meu coração quase parou quando passei pela porta do quarto de hospedes e o vi nu, trocando de roupa após a piscina.
Eu fiquei louca. entrei e fechei a porta atrás de mim. Deixei a toalha cair e o encarei. Logo notei que seu pênis se enrijecia de tesão. E sem falar nada, em silêncio, fui até a cama dele, fiquei de quatro e esperei.
Ele ficou imóvel. Eu comecei a me sentir ridícula, desconcertada, profundamente envergonhada de me oferecer assim a um incesto, ao meu próprio irmão. Já ia me levantar e sair correndo, quando senti seu pau quente encostar em minha vagina. Com uma estocada ele me penetrou deslizando no líquido que me encharcava. E também em silêncio, copulou vigorosamente comigo, me fazendo contorcer de prazer. Um prazer pecaminoso, sujo, criminoso de todas as formas, mas que estava me satisfazendo como nunca. Ele ejaculou, mas tão excitado estava que continuou a socar aquela maravilha em mim até o segundo e definitivo orgasmo.
Após ter gozado três deliciosas vezes, me levantei, peguei a toalha e, sem olhar para ele, voltei para meu quarto, ficando trancada e isolada lá o resto do dia.
A noite ele bateu em minha porta. Eu a abri e ele entrou. Estava desconcertado, arrependido, me pediu desculpas, disse que traíra a memória de nossos pais, que não sabia o que fazer. Eu que também me sentia da mesma forma, o deixei entrar e , sentados num sofá, conversamos durante mais de três horas.
Mas parece que estávamos fadados a pecar. Ele me confessou que sempre sentira atração sexual por mim, que me amava verdadeiramente e fomos mais uma vez para cama, fazendo mais uma sessão de sexo maravilhoso.
Repetimos todas as noites até o retorno de meu marido, quando , terminando sua licença, voltou para seu quartel em Minas Gerais.
Eu obviamente, nada disse para meu marido nem para ninguém. Me senti e me sinto um lixo, uma pecadora no sentido mais nojento da palavra, e tenho certeza que meu irmão também sente o mesmo.
Não sei o que fazer. Ele não é meu sangue, é adotivo. Será que é incesto mesmo assim?

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Escrito por Anônimo

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