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Será que fui corno?

Eu confesso que Olha, quando me casei com minha esposa e fazíamos amor, eu insinuava qualquer coisa mais picante sugerindo ela com outro homem, ela ficava furiosa, dizia que eu não a amava mais, etc. Eu pensava que jamais eu iria ser corno. Quando mudamos para perto da casa de um amigo meu, da minha época de faculdade – formamos juntos, há muitos anos eu não o via, ele já era casado, tinha 2 filhas e um menino mais novo, com 7 anos. Minha esposa e a dele ficaram amicíssimas, ele frequentava nossa casa e a gente a deles. Ele começou a ir em casa, sozinho, com bastante frequência, nos visitar. Nossos filhos eram pequenos, deitavam cedo e a gente ficava até tarde jogando conversa fora. E a amizade entre nós foi só aumentando. Eu ia para o trabalho mais cedo e, como minha esposa não tinha carro na época, e meu amigo trabalhava perto de onde ela estudava, eu sempre pedia para ele a levar, já que os horários coincidiam. Nos fins de semana, eu era muito caseiro, gostava de ficar em casa com as crianças ela queria ir ao shopping fazer compras, como era longe, eu ligava para esse amigo nosso e pedia a ele para levá-la, inventando sempre um pretexto. Isso acabou virando rotina. Nos finais de semana, sábado de manhã, ele já passava em casa e perguntava se a Cláudia (minha esposa) não queria nada do mercado, ela dizia que precisava ir e eu nunca me opunha. Com o decorrer do tempo, eles acabavam demorando cada vez mais nessas saídas. Tinha dia, por exemplo, de voltarem apenas por volta de sete horas da noite. Como eu, a esposa dele tb detestava sair, assim os dois (ele e minha esposa) passavam a maior parte do tempo juntos e a amizade deles foi aumentando cada vez mais. Ele já ia em nossa casa, chegava lá, procurava diretamente por ela, ficavam conversando e, muitas vezes, eu os deixava a sós e pegava as crianças minhas e deles e saía com elas para levar para passear no parque, no zoo, ora para um lanche e ele ficava fazendo companhia em casa para ela. Hoje, nossos filhos estão todos formados, mas recordo desses bons tempos e da grande amizade e proximidade que tínhamos. Oportunamente, contarei mais sobre essa proximidade nossa. Penso que, para cultivar uma amizade entre casais e famílias, temos de ser desprendidos, não podemos ser egoístas, tampouco termos sentimento de posse sobre nossos cônjuges.

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Escrito por Anônimo

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enfio coisas ba buceta e cú

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quero ver minha esposa meter com o primo dela