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Sexo e razão

Eu confesso que eu era uma moça de classe média alta, que vivia com muito conforto. Meu pai sofreu um acidente e não pode mais trabalhar. A partir daí o padrão de minha família caiu vertiginosamente.
Tenho 18 anos e sou noiva de um rapaz bom, mas que não dispõe de recursos e em nada pode nos ajudar.
Em razão de tantas dificuldades e, por não ter uma habilitação profissional específica, tive que me empregar como doméstica em casa de uma amiga da minha vizinha.
Lá eu lavo, passo, cozinho e sirvo a mesa. Minha patroa leva uma vida fútil e é muito arrogante. Enquanto seu marido sai para trabalhar, ela sai para fazer compras, ir à manicure, ao cabeleleiro, fazer massagens estéticas e faciais. Nunca está em casa antes das 19 horas.
Eles têm um filho, creio que um pouco mais jovem do que eu. Frequenta a escola pela manhã e à tarde permanece em casa para estudar.
Durante as tardes eu passo roupa. O faço em um corredor estreito, ao lado do meu quarto, que dá passagem para a sala onde o garoto estuda.
Há algum tempo, transitando pela casa, ele passou onde trabalho, por trás de mim. Como não há espaço, fiquei apertada entre a mesa de passar roupa e seu corpo. Percebi que ele não se esforçou para passar, ficando encostado em mim, a ponto de que eu pudesse sentir seu membro rígido em meu bumbum. Custou um pouco para seguir.
A partir de então ele passou a transitar frequentemente pelo corredor, enquanto eu estava passando roupa. Sempre parava por trás de mim e eu, sem querer criar atrito, não reclamava. Na verdade, eu também passei a achar gostoso. Afinal, o garoto é bem bonito, simpático e inteligente.
Passei a me perfumar e a me vestir com sensualidade. O incentivo foi eficaz. Certa tarde, quando chegou por trás de mim, me abraçou, acariciou meus seios, me virou, beijou minha boca, me levou ao meu quarto, me despiu e acabamos por transar. Ele, inexperiente, achou que ali tivesse tirado minha virgindade. Mas na verdade antes eu só transara com meu noivo.
Eu imaginei um milhão de hipóteses. Ele dizia que estava apaixonado por mim. Acaso, tivéssemos um filho eu poderia entrar para aquela família e todos os meus problemas estariam resolvidos.
Passei a transar com ele praticamente todos os dias. Eu também me apaixonei por ele e ele está cada vez mais vidrado em mim. Ainda não desfiz meu noivado, porque só vou fazê-lo se der certo o que estou tentando.
Recentemente, apareceram sintomas de gravidez. Fiz o teste e foi confirmada. A chance de ser filho do garoto é de 95%, pois praticamente não tenho transado com meu noivo. Não sei qual será a reação dos pais do garoto quando souberem, mas estou com a intenção de levar meu plano avante.
Qual seria o próximo passo?

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Escrito por Anônimo

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2 Comentários

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Será que sou corno?

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Feriado na praia com a ninfeta(finalmente consegui)