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Sexo Escondido no Carro

Eu confesso que quando tinha 18 anos e retornava de alguma festa, um amigo sempre me dava uma carona e íamos para um local discreto, a fim de ver uma revista pornográfica e de nos masturbarmos, todavia, cada um na sua. Era ingênuo e não suspeitava de suas reais intensões, às quais vocês devem imaginar. Novamente, eu confesso que, com o tempo, embora gostasse incondicionalmente do sexo feminino, um infindável desejo começou a me atormentar: chupar um pau e dar o cú. Ele apenas aumentava à medida que assistia a vídeos do gênero na internet. Quase incontrolável, principalmente quando nos masturbávamos. Em uma noite que havia bebido algumas cervejas, fingi-me de bêbado apenas para parecer que fosse algo casual e na volta, e pela primeira vez, chupei um cacete, e o que é pior/melhor, gostei daquela porra. Desde então, o sexo oral passou a ser constante. Mas ele não estava satisfeito, e eu confesso mais uma vez: eu também não. Após alguns meses, fomos a um lugar diferente, realmente afastado da pequena cidade onde moramos. Ele queria me comer. Já havia pesquisado e sabia que era necessário algum lubrificante e fazer uma lavagem anal. Relutei, afinal tinha medo da dor. Após algumas semanas, formei-me e comecei a estudar para concursos públicos. Não fui mais a festas e, com sentimento de culpa, prometi a mim mesmo que não faria mais aquelas coisas. Após alguns meses, ele me ligou. Pediu-me para ajudar-lhe em um trabalho de matemática, ele estuda à noite no EJA. Não pude controlá-lo, o desejo retornou. Realmente, ele precisava de ajuda, mas claro que também tinha outras intenções. Ajudei-o e me convenceu a ir naquele lugar novamente. Como presumi o que poderia ocorrer, preparei-me. Já tinha um lubrificante em casa e tinha feito a limpeza anal. Na hora, pensei em desistir, mas olhei ao redor e não havia ninguém, estava tudo escuro, o que aconteceria ali, ficaria apenas entre nós. Chupei aquele pau bem gostoso, fiquei de quatro na parte de trás do carro e ele me comeu. No começo, doeu um pouco, mas em alguns minutos, a dor deu lugar a um imensurável prazer. Ele batia na minha bunda e me comia com vontade. Delirava de tanto prazer, sentia-me uma verdadeira puta. Depois que gozei, comecei a me sentir muito arrependido. Prometi mais uma vez que não faria aquilo novamente, contudo, aquele maldito desejo sempre voltava/volta a me perturbar. Não consegui mais me controlar. Sempre que há uma oportunidade, saio com meu amigo com a desculpa de ajudá-lo em alguma matéria, mas na verdade não é bem isso o que eu faço. Nunca contei isso a ninguém. Não deixei de gostar de mulher por isso. Sempre após chupar o pau do meu amigo e dar o meu cú bem gostoso pra ele, eu me sinto mal e me arrependo. Mas eu confesso, sim, mais uma vez, que não consigo mais deixar de dar a minha bunda.

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Escrito por Anônimo

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