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Sobre a Paulinha

Eu namorava uma garota, durante um bom tempo ficamos juntos, nos dávamos bem, tudo dava certo. Após um tempo de relacionamento, as coisas começaram a esfriar, o sexo não era mais tão bom. Estávamos nos cansando um do outro, foi então que veio o término. É assim que decidi me encontrar com Paula. Paula era uma colega da minha ex namorada, elas não eram muito próximas.

Paula era uma graça, branquinha do cabelo liso, bem magrinha, de rosto encantador.
Decidi chamá-la para uma boa cervejada, bons meses depois do término com minha ex. Ela aceitou prontamente, batemos um papo, ela se amarrava em mim há muito tempo, tanto que saiu escondida do namorado. Conversa vai, conversa vem, o clima esquentou. Demos alguns beijos quentes, pus a mão sobre sua coxa franzina, que já a estremeceu toda. Ela mordeu minha orelha, e me beijou o pescoço. Logo em seguida, cochichando em seus ouvidos alguns segredos, chamei-a para um motel. Ela então aceitou rapidamente, fechamos a conta e fomos. Ao chegar no motel, à convidei para um banho. É um costume particular, sempre tomar um banho com quem levo ao motel. Nos despimos e fomos. Seu corpo branco, destoava do meu bronzeado, não era uma palidez mórbida, mas um branco vivido. Desde as solas dos pés, a os cotovelos, as extremidades de seu corpo eram rosa.
Entramos debaixo do chuveiro, e começamos a nos banhar. Um banho de luxúria e perversidade, sentíamos cada toque, cada aroma, cada gosto. Pus-me abraçá-la por trás, e massagear seus seios pequenos e eretos. Ela fechava o olho e mordia os lábios, o ar de tesão. Ela sentia meu pau em suas costas, duro como uma estaca. Desci minhas mãos por sua barriga delicada, escorreguei os dedos por entre a lateral de sua virilha, por mais que ainda estivéssemos molhados do banho, aquela era a buceta mais molhada que já sentia. Meus dedos escorregaram com maestria. Tardei a lhe encontrar o clitóris, era bem pequeno, como quase tudo no corpo de Paula. O pequenino clitóris pulsava, ao ritmo de seu coração. Como se fosse um pequeno interruptor, que quando pressionado à lançará ao êxtase do prazer, pus-me a tocá-lo. Levando Paula ao efêmero prazer do orgasmo, que a deixou de olhos virados. Suas pernas falharam por um instante, como se desistissem da vida. Enquanto os músculos de suas coxas tinham pequenos espasmos. Paula não gritou, nem gemeu muito alto. Paula se entregou a luxúria momentânea, que lê concedeu um prazer de quase eternidade.
Enquanto ela se recomponha, sai do chuveiro, e me coloquei à se secar. Paula então veio, e se pôs a minha frente, me deu um beijo quente enquanto massageava meu pau.

Ela me olhava com um sorrisinho sacana, enquanto meu pau ia endurecendo em sua mão. Ela então disse, com cara de quem descobrira um novo mundo: Está pulsando tanto! Em um tom de entusiasmo. Logo pôs a se ajoelhar, de cima via ela de joelhos, com suas perninhas juntas e a sola se seus pés rosados para acima alinhadas a curva de sua bunda, me olhando de forma angelical. Enquanto ela chupava delicadamente cada pedaço do meu membro.
Ela lambia a cabeça como se quisesse devorá-lo. Enquanto massageava minhas bolas, lambia cada mínimo centímetro, de uma forma delicada. Eu à via virar os olhos quando enfiava a cabeça de encontro a parte interna de sua bochecha, ou quanto suspirava toda vez que o tirava da boca e o contemplava, por uma faísca de segundo momentânea. Meu pau pulsava como um coração, ela sentia a lubrificação em sua língua sentia meu pré gozo e o almejava. Sentia escorrer da cabeça, uma vez rosada, agora roxa e pulsante.

Pedi que se levantasse, e deitasse na cama. Assim ela o fez, deitou de frente para mim, e abriu as pernas no clássico estilo “papai e mamãe”. Comecei a beijar suas pernas, lisas como seda, brancas como nuvens. É fui descendo. Então que ela parou minha cabeça com uma das mãos, enquanto com a outra ela massageava seu clitóris delicadamente. Olhou nos meu olhos, e com uma voz bem safada ela disse: Eu quero que você me arrombe! Sorri, e à obedeci. Conforme aproximava a cabeça do meu pau, da entrada de sua buceta, eu senti o calor, ela estava em chamas. Ela desejava ser preenchida. Enfiei com cuidado, mesmo estando encharcada, meu pau foi entrando com um certo aperto gostoso. Ela olhou para baixo, e começou a ver meu pau entrar. Dava um certo contraste, o meu pênis mais escuro com aquela buceta tão rosada. É ela sentia entrando cada pedaço, eu a via virando os olhos enquanto tocava o clitóris. Fui aumentando o ritmo, Paula estava em êxtase total, mal abria os olhos, e quando tentava eles tornavam a se revirar em suas pálpebras.
Eu beijava seu pescoço e seus seios, chupava, mordia. Ela me arranhava e murmurava obscenidades em meus ouvidos. Ela anunciou o gozo, eu disse para esperar mais um pouco para irmos juntos, ela por sua vez tentou, mas não conseguiu. Como um raio ela foi atingida, espasmos em suas pernas, ela por um segundo não respirou, não gritou, apenas desfaleceu. Como se uma dose cavalar de prazer lhe fosse injetada na veia, nem a mais pura cocaína ou o mais popular ecstasy lhe deixariam em tal estado. Anunciei que iria gozar, e tirei meu membro rapidamente a tempo de despejar um mar de gozo em sua barriga e peitos, meu pênis pulsava a cada jato como se fosse explodir a cada retração, as veias saltavam enquanto minhas pernas desfaleciam.
Deitamos cansados um ao lado do outro, lhe dei um pequeno beijo e ela sorriu como gratidão. Era verão de 1974, e na rádio do motel tocava- When Love Is New, Billy Paul.

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Escrito por Anônimo

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