Eu confesso que, se no começo do namoro eu via a minha ex-sogra como uma mulher casta, depois de dois anos mudei completamente de ideia e comecei a sentir muito tesão por ela. Quando vejo ela hoje em dia, depois da separação, já logo penso bobagens, e sempre colho fotos dela em sites de relacionamento ou com amigos em comum pra gozar forte. Certa, vez, dormi na casa de minha ex-namorada e metemos à noite. No dia seguinte, ela me ligou "Venha aqui em casa, pois minha mãe está nervosa, já que encontrou a camisinha usada". Eu fui e, chegando lá, vi a coroa, de 44 anos, segurando a camisinha diretamente, com a minha porra ainda dentro. Na hora, fiquei com vergonha, afinal, ela tava vendo minha porra ali, além de ter descoberto que o silêncio da noite anterior tinha motivo. Não entendi a atitude dela, mas disse-lhe, a sós, que faria qualquer coisa pra ela não contar o que aconteceu ao marido, aos demais filhos etc, pois eles pensavam que a ex ainda era virgem (tinha perdido a virgindade há um ano…). Eu estava assustado. Uma semana depois, pensei bem e comecei a ficar com tesão. Primeiro, estava mais tranquilo. Vi que ela havia guardado segredo. Depois, pensei: além da filha, também a mãe tinha visto a minha porra e, além disso, tinha tocado nela, pois manuseava a camisinha tanto que vi ela sacudindo a mão e indo lavá-la, na semana anterior. Era como se guardássemos um segredo só nosso, e como se o marido dela fosse o corno da história. E tem mais. Quando eu perguntei à minha namorada se ela estava sofrendo pressão, ouvi que a sogra, uma amiga e ela conversaram sobre virgindade logo depois (o fato era uma novidade), e a sogra perguntou qual o tamanho do meu pau. Acrescentou que só havia conhecido o pau do marido. Comecei então a sentir o maior tesão por ela, e daí veio o principal. Poucos dias depois, ela, acabando de tomar banho por volta das 18 horas (eu sempre ia ver a ex por volta desse horário), disse quando eu ia ao banheiro: "Aiai, você vai ao banheiro? Eu deixei minhas roupas fora do balde. Ai que vergonha". Disse a ela para não se preocupar, e cheirei a calcinha dela. Só que ela começou a fazer isso todos os dias. Pra quem nunca tinha feito antes, era muito… Eu me senti incentivado. Eu chegava a deixar a calcinha dela toda revirada, pra ela perceber que eu mexia nela. Até a namorada chegou a dizer: "Coloca a calcinha no balde, mãe". Ela ria, dando uma de inocente, e dizia: "Desculpa, ai que vergonha. Meu Deus, que vergonha. Esqueci". Um dia, gozei na calcinha e guardei no balde, e disse: "Não sei se fiz errado, mas eu guardei as suas roupas no balde". Ela agradeceu normalmente… Poucos dias depois, quando eu, espertamente, ia ao banheiro (logo depois de ela se banhar), ela me veio com essa: "Desta vez eu guardei a calcinha", e fez uma voz de menininha sapeca e carinha de "estamos entendidos? Eu sei o que você fez…" Cara… ela falou de "calcinha", não falou de roupa! Por que justo "calcinha"? Aquilo não era censura. E pior que eu demorei dias a perceber. Ela sabia que eu estava atrás das calcinhas dela e nunca e tratou mal depois daquilo. Um determinado dia, depois do banho dela, eu cheguei lá com um puta tesão, já pensando em testar se ela estava gostando. Fiz, logo que cheguei, uma pergunta, insinuando que eu já sabia que as peças íntimas dela estariam expostas: "Devo guardá-las?" Ela me respondeu: "Já estão guardadas. Não se preocupe", com um risinho maroto no canto da boca, como que dizendo: "Ah, ah, se deu mal, espertinho. Você não tem jeito, mesmo!". Pra mim isso foi uma confirmação da safadeza dela. Aquilo das calcinhas virou um jogo entre nós. Nem sei se eu devia ter ido mais fundo, declarado o meu tesão ou continuado a brincar, perguntando quando ela iria voltar a deixar a calcinha fora do balde, etc. Mas tenho certeza de que ela também sentiu vontade de dar pra mim, apesar da filha dela e da casa sempre com gente. Aliás, mesmo depois do escândalo inicial, nunca proibiu que eu ficasse sozinho com a filha dela no quarto. E ela fica bem ali, na sala, com o volume da televisão abaixado. Aposto que tentando ouvir algo.

