Comecei a namorar um rapaz que tem 18 anos. Estou apaixonada e tenho medo de perdê-lo. Uma amiga, que também tem a mesma idade que ele, me disse para não o decepcionar, pois se eu não lhe proporcionasse prazer, outras, mais experientes, o fariam. Especialmente, uma garota nossa vizinha, que já tem 22 anos e fama de se entregar. Essa garota dá em cima de meu namorado e sabe provocá-lo com sua sensualidade. Tenho que estar à frente para que ele não pense em mulheres que o façam ter prazer. Eu, embora já tenha corpo de mulher, ainda sou muito jovem, não tenho experiência e meus seios estão em fase final de desenvolvimento. Juntos, não aparentamos ter muita diferença de idade, por causa do meu corpo já formado. Com o propósito de prendê-lo, fui com ele ao cinema, disposta a deixá-lo com tesão por mim. Ao apagarem as luzes, instruída pela minha amiga, passei a mão em seu pau, que cresceu imediatamente. Ele disse para não fazermos isso, pois não era próprio para um namoro sério, não era uma conduta adequada para uma moça correta e ainda muito nova.
Fiquei desapontada. Eu me senti diminuída. Achei que ele não estava gostando de ficar com uma namorada muito mais nova que ele e que, se fosse a outra, deixaria acontecer, sem reclamar.
Conversei de novo com minha amiga que me disse para não desanimar. Eu deveria criar para ele um problema de consciência e com isso eu o prenderia. Combinamos que ela iria nos convidar para uma reunião na casa dela, mas que só iríamos nós três. Lá ela o esperaria sozinha, serviria whisky, porque já o conhece e sabe que ele perde a noção e a censura. Quando ele estivesse alto, colocaria um DVD com um filme provocante, com uma atriz pornô muito sensual. Quando percebesse que ele estaria fora de si, embriagado e excitado com a atriz pornô, ela sairia e eu entraria em cena. Fizemos isso e entrei maquiada, toda produzida, com blusa semiaberta, deixando um pouco os seios à mostra, saia com botões desabotoados até as coxas. Percebi que ele nem sabia mesmo quem eu era. Sentei a seu lado, pus a cabeça em seus ombros e a mão direita sobre suas pernas, encostando, com que sem querer, o dedo em seu pinto. Cresceu na hora. Aí, beijei prolongadamente sua boca. Instintivamente ele enfiou sua mão dentro de minha blusa e começou a acariciar meus seios. Foi o bastante. Nos envolvemos completamente. Abri suas calças e chupei seu pau. Quando percebi que estava doidinho, pedi que ele me deflorasse. Ele o fez. Doeu um pouco, mas achei maravilhoso.
No dia seguinte ele estava desorientado, sem saber bem o que havia acontecido. Eu havia conseguido criar para ele um problema de consciência. Sentia-se responsável por mim, mas não sabia com certeza o que havia acontecido. Eu lhe contei. Ficou sem saber se poderia acredita. Simplesmente disse: era você?!
Estou aguardando para ver se, depois disso, firmamos o namoro. Mas se ele não mais quiser? Conversei com minha amiga que sugeriu, nesse caso, eu deveria com uma queixa crime contra ele, por ser maior e eu não. Aí seria obrigado a se casar comigo. Estou na dúvida.

