Sou casada a pouco tempo, volto a pé do meu trabalho, no caminho passo por um barzinho onde sempre atraio olhares, sou nova e estou em forma, a algumas semanas um cara mal encarado, negão, tem mexido comigo, sempre que passo assovia e aperta o pau sobre a calça e sorri. Não dou bola, sempre fui fiel ao meu marido. Casamos a 1 ano, mas namoramos por 4 anos antes.
Num final de semana meu marido saiu para o mercado e estava demorando, devia ter parado em algum bar.
Algum tempo depois voltou, muito bebado e com um amigo. Conversavam alto, quando fui ver era o tal negão mal encarado.
Meu marido entrou e acabou dormindo no sofá e seu novo “amigo” ficou lá vendo o jogo.
Estava puta da vida quando vi aquele negro sem camisa coberto de tatuagens, parecia um bandido, ele percebeu e venho até mim sorrindo, começou com uns xavecos e eu não dava bola, até que sacou o pinto pra fora e falou bravo “chupa sua puta”… xinguei muito ele, mas não conseguia tirar os olhos daquele pintão preto, cabeçudo e veiudo. Ele em silêncio me ouvia até que falou “não ouviu puta, chupa!!!”, tentei dizer não, mas novamente me ordenou “chupa logo puta!”.
Me puxou até a sala, se sentou no sofá de frente ao sofá que meu marido dormia e abaixou toda a calça, ele era muito malhado, e era mal encarado, fui e ajoelhei na sua frente.
“Já viu pau assim?”
“Nunca” disse assustada ainda.
“O que está esperando?” Perguntou me dando um tapão na cara. Quase chorei, meu marido sempre foi carinhoso comigo.
Peguei naquele pau que não cabia na minha mão, peguei com as duas mãos, era o dobro do pinto do meu marido, e ainda sobrava a cabeça, fui lambendo e salivando, tinha gosto de suor e pulsava muito, às vezes tentava colocar a cabeça na boca, mas era enorme e eu babava muito. Ele só fazendo carinho no meu cabelo e falando “chupa o pau do negão vadia”.
As mãos dele eram enorme e pesada, começou a forçar meu rosto contra seu pau e quando eu conseguia tirar pra respirar ele esfregava aquela tora na minha cara e dizia “branquela gostosa, fica linda com esse pau preto na cara”.
Aquele pauzão, é as coisas que ele dizia, o jeito mandão, a cara de bandido, fui ficando molhada e chupava com vontade, esfregava minha língua naquele pau, deitei no sofá e coloquei a cabeça naquela barriga tanquinho e abocanhei o pau, na posição que estava podia ver meu marido dormindo. Que peso na consciência.
O negão aproveitou minha posição e colocou a mão no meu short, achei que ele ia mexer na minha bocetinha, mas foi logo mexendo no meu cuzinho, fui falar que não é ele me deu um tapão na cara “quem manda em você agora sou seu, puta”. E meteu um dedinho no meu rabo. Não doeu, embora não estivesse acostumada com isso me fez molhar mais do que já estava.
Dois dedos, para não gritar eu engolia aquele pau. Três dedos socando no meu rabinho e aquela mão segurando meu cabelo e forçando minha boca no pau, que dedos grossos, gemia vendo meu marido dormindo no outro sofá, até que ele falou “vagabunda igual você toma porrada boca” e começou a gozar, fui tirar mas ele segurou e socou o pau na minha boca, socava como se tivesse comendo uma xaninha, me xingava muito “Puta! Vadia! Biscate! Toma a porra do negão na frente do seu corninho “ aquilo somado aos dedos que socava no meu cuzinho me fez gozar muito forte, gemia abafado com aquele pau, a porra vazava pelos cantos da boca e ele continuava socado os dedos… gozei de novo mais forte.
Ele limpou meu rosto com os dedos e meteu os dedos melado de porra na minha xaninha.
Meu marido começou a se mexer, ele rapidamente se levantou e colocou a roupa, me ergueu e me abraçou passou o braço por trás e enfiou uns 3 dedos na minha boceta e disse “na próxima vou arrombar sua buceta, vadia” me deu um tapa na cara e foi embora.
Fiquei muito arrependida, até mudei o caminho do trabalho… mas, estou pensando em passar na frente daquele bar amanhã, meu marido vai ter reunião depois do expediente e tenho me masturbado muito pensando naquele dia…
Beijinhos


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