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SOU CASADO E AMO UMA MULHER CASADA 6

Eu confesso que estive com a Roberta de novo. Combinamos que só iríamos a motéis de 15 em 15 dias, mas não foi possível cumprir o combinado pois o tesão é demais. Passou o fim de semana e eu estava sem fôlego de tanta vontade de transar com ela. Falando ao telefone ela só sabia me dizer que estava doida para transar comigo, para eu chupá-la, gozar na minha boca, socá-la na parede, e coizas mais. Não teve jeito. Perguntei a ela se estava com vontade mesmo porque eu estava a ponte de quebrá-la ao meio de tanta vontade. Peguei roberta e fomos direto para o motel. No caminho ela pegava no meu pênis, me beijava e beijava minha orelha susurrando tudo ao meu ouvido (não sou de ferro gente). Entramos na suite e eu joguei Roberta na parede com força, acho que até doeu (rs). Ela gemia e eu sarrava como um adolescente (observe o termo “sarrava”). Fomos naquela bobiça até agacharmos no chão. Não sabia mais o que fazer, se pegava, beijava, perdi a noção. Roberta parecia um furacão também. Joguei ela na cama. Gente, coloquei roberta de quatro e ela falava assim: “me fode, me fode, me fode com força”. Peguei na cintura dela e penetrei com tanta força que se pegasse na beirada quebrava. Bombei aquela vagina linda (o corpo dela é de criança, já pediram até identidade no motel e Roberta tem até cabelo branco), e ficava olhando aquela bundinha maravilhosa por cima e meu pênis só entrando e saindo, ô alegria. Gente, comecei a fazer movimentos mais lentos e maus braços já doiam de tanta força, mau conseguia controlar a respiração. Gozei. Gozei gostoso demais, gozei demais e permaneci penetrado, ela gosta assim. Na hora em que o pênis saiu escorreu uma cachoeira de esperma, nusssss. Roberta não deixou, mais uma vez, eu fazer oral sem ela se lavar. Fomos para a ducha e, sabe como é né gente, aquela coiza linda tomando banho e lavando a vagininha. Um verdadeiro espetáculo. Voltamos para cama e começou tudo de novo. Achei que a gente ia entrar um para dentro do outro, por isso iniciei um oral naquela vagininha “obra de arte”, adoro o gosto dela gente. Lambi aquilo até Roberta chorar. Roberta gozou com tanta intensidade que nunca a vi assim. Ela gemia e falava umas coizas (não vou dizer né gente) e quanto mais ela falava gemia e mais doido eu ficava. Abraçei Roberta. Naquela pegada toda terminei por penetrá-la de novo, fomos trocando posições e Roberta pedia para eu gozar nela todinha. Hà, um pedido de Roberta é uma ordem né gente. Ela tava de quatro e eu já ia gozar, pedi a ela para virar de modo que eu gozasse na cara dela. Gente,,,,,,Roberta colocou a boca no meu penis eu eu enchi aquela boquinha linda de esperma. Nusssss, a boca dela ficou cheinha e quanto mais saia mais ela chupava. Dessa vez quem quase chorou fui eu. Desculpe-me o termo, mas que prazer do caraaaaaaaaaaaaalho. Nunca gozei com tanta intensidade. Continuamos na safadeza até eu fazer oral nela de novo. Passava a língua em torno da vagina dela pegando o clitóris, movimentos uniformes e Roberta gozou em menos de um minuto. The Flash. Gente, foi assim. No caminho de volta ela não me poupou e continuou me tesando. Já marcamos para outro dia, vamos ficar o dia inteirinho juntos, acho que vou ter que chamar ambulância. Brincadeirinha viu gente.

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Escrito por Anônimo

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Um Comentário

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Preferivel chupar pinto do que se viciar em drogas

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estou de saco cheio