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Sou cortesã do meu noivo

Nas relações carnais, a cada dia que passa, transcendo os meus limites animalescos, insanos, pervertidos e lascivos. Tento dominá-los, no entanto, entrego-me a eles e sou dominada em orgasmos frenéticos, intensos, luxuriosos e múltiplos.

Não consigo vencê-los, pois a natureza me fez insaciável, multiorgástica e hipersexualizada. Sempre quero mais, mas, às vezes, o meu noivo não acompanha o meu ritmo, embora se esforce bastante para me satisfazer do jeito que quero.

Ninguém imagina que carrego isso no meu âmago, tanto que dizem que a minha aparência é angelical, devido a minha pele, demasiadamente, branca, olhos azuis, lábios carnudos e cabelo loiro, liso, sedoso e comprido, mas eles não sabem o quão o meu desejo carnal é incisivo e, em determinadas ocasiões, beira ao sexualismo doentio.

Ontem, por exemplo, enquanto assistia, com o meu noivo, o filme Cemitério Maldito, fiquei excitada, ele percebeu, fez cunilíngua (acariciou o meu clitóris e a minha vulva com a língua), enquanto introduzia o dedo na minha vagina até eu gozar. Lentamente, fiz felação (sexo oral) até ele ejacular na minha boca, pois gosto de proporcionar prazer ao meu amado.

Depois do término do período refratário dele, ele me colocou no chão, abriu as minhas pernas, fez anilingus (lambeu o meu ânus), ficou mais excitado, apertou os meus seios e nos relacionamos, violentamente, como se fossemos animais no cio.

Jamais imaginei que seria meretriz de um homem só. No BDSM, sou submissa, ele é o meu dominador, chama-me de “putinha” e afirma que é o meu “dono”. A minha genética me tornou sexólatra.

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Escrito por Anônimo

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