Oi, meu nome é Jonathan, tenho 20 anos. Sou filho de um dono de academia e de uma massagista.
Eu era um menino normal, cresci como a maioria dos outros garotos. Gostava de jogar bola, aprendi a tocar instrumentos… Mas quando cheguei nos meus 13, 14 anos, percebi que gostava de homens.
Foi difícil aceitar, mas nada me deixou tão confuso quanto o que passei a sentir pelo meu pai. Certo dia, no início da minha adolescência, notei que o corpo do meu pai passou a ter outro significado. Aqueles braços fortes, eu já não os via apenas como algo pra fazer cafuné em minha cabeça ou me botar no colo.
Eu queria tocá-los, beijá-los, senti-los. Eu estava sentindo tesão em meu proprio pai.
Não podia aceitar aquilo. Disse a minha mãe que precisava de uma psicóloga, sem dar o motivo. Ela aceitou, e pagou sessões pra mim durante mais ou menos um ano e meio. Não resolveu. Tive que enrustir meus desejos, e assim, amargurado, fui crescendo.
Até que aos meus 18 anos, minha mãe descobriu que tinha um tumor no cérebro.
Lutamos, pelejamos, mas um ano depois, a perdemos. Foi o dia mais triste e difícil de nossas vidas. Acreditamos que Deus nos estenderia a mão, mas não foi isso que aconteceu. Ela se foi.
Sempre fomos católicos, e quando eu e meu pai estávamos nos arrumando pra missa de sétimo dia, o impensável aconteceu.
Meu pai estava tomando banho de porta aberta, de costas. Eu vi aquelas coxas malhadas, aquela bunda. Me impressionei com o quanto ele conseguia ser atraente com seus quase cinquenta anos.
Mesmo ele não entendendo nada, eu não hesitei. Invadi o banheiro, e ao som das perguntas e indagações que ele fazia, tirei minha roupa e me juntei a ele.
Fiquei de frente, e ele me encarou até entender o que se passava.
Foi aí que virei a bundinha pra ele, e disse pra ele botar ali dentro.
Para minha surpresa, ele fez exatamente isso. Fodemos por uns 15 minutos, até que ele se sentiu culpado ao pensar no que minha mãe acharia de tudo isso. Se enxagou, secou o corpo, saiu do banheiro e foi se arrumar para a missa,
Depois de pensar um pouco nu e parado em pé ali, constrangido, fiz o mesmo.
Acham que eu errei demais fazendo isso? Me sinto um completo depravado.

