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Tenho 34 anos e não sei se gosto ou não de homem.

Sou mulher e tenho 34 anos. Comecei a namorar aos 28 anos por pressão das minhas tias. Antes até aparecia alguns rapazes, mas não sentia atração e eles não faziam o meu tipo. De tanto as minhas tias me encherem resolvi me abrir e comecei a ficar disponível para ter um namorado. Apareceu um rapaz. Não gostava dele de início, mas depois de alguns dias comecei a admirar. Só que ele terminou comigo com um mês de namoro. Eu fiquei arrasada por uma semana. Logo apareceu outro. Resolvi sair com ele e logo no terceiro dia já senti que ele não tinha nada haver comigo. Ele é festeiro. Gasta todo o dinheiro com bebida. Enfim com seis meses de namoro ele terminou comigo. Ahhh …. antes que eu me esqueça…. O primeiro namorado ficou ligando. Eu nem atendi. Não queria mais saber dele, por que morreu o que sentia por ele ainda bem. O segundo me mandou uma mensagem no dia do meu aniversário querendo ser meu amigo. E o nosso relacionamento havia acabado fazia 2 meses. Ele simplesmente escreveu um email e eu liguei para ele para poder entender o motivo. Ele nunca me atendeu. Portanto no dia que ele me enviou a mensagem no meu celular desejando ser apenas meu amigo. Eu nem respondi. Depois de uma semana ele mandou outra dizendo que não custa nada dizer um oi. Eu não respondi. Pela imensa mágoa. Enfim… passaram 4 ou 5 meses … conheci um outro homem. Não gostei dele por que não me atraia fisolamento. Apesar de ser alto e ter na época 42 anos. Mas com o tempo ele me cativou. E eu realmente me apaixonei. Só que ele me enganava com outras e sumiu. Não atendia as minhas ligações e nem respodia as minhas mensagens. Então entendi que não tinha mais compromisso com ele. Passou um mês e apareceu um outro homem. Eu já tinha 32 anos e ele 52 anos. Só que ele não aparenta ter a idade que diz. A primeira vez que olhei para ele achei estranho. Sei lá. Quando fui conhecer a casa dele vi um quadro estranho feito pela mãe dele. Ela fez um tapete com uma linha grossa. E aparentava a figura de várias pessoas olhando. Eu não perguntei. Mas aos poucos fui percebendo que ele acredita em místicismo. Até aí tudo bem. Depois ele me contou que ia na doutrina espírita e que o médium ficava revelando o que eu fazia quando não estava com ele. Quando a gente brigava ele pedia conselho a esse médium. Só que esse médium não conseguia me ver o que acontecia de fato. Ele via só 60% e olhe lá. Outra vez brigamos feio. Ele começou a me humilhar no telefone e eu desliguei na cara dele. Ele disse que o médium falou que eu saia com outro cara. Pois é. Eu não estava saindo com ninguém. E achei injusto isso. Por que ficou a minha palavra contra a desse médium. Ou seja. Não tinha a menor chance. Ele terminou comigo. E antes de terminar de falar eu já desliguei na cara dele. Por que ele colocou toda a culpa em mim. Como se o relacionamento dependesse só de mim. Achei extremamente imaturo. E também não gostei de ser espionado por essa doutrina espírita. Eu achava que esse tipo de doutrina espírita era para evoluir espiritualmente e não para ficar espionando a vida alheia e respondendo fofocas. Enfim. Fiquei arrasada. Depois pesquisei essa religião que ele não quis me dizer qual era. E por muito pesquisar achei. Ele frequenta a umbanda. Nada contra. Mas ele deveria ter dito no começo do namoro. Por que eu avisei no começo que sou ciumenta e se ele frequenta alguma religião, por que eu sou ateu. Passando algum tempo me sinto mil vezes melhor. Estou feliz sozinha. E ainda bem que só apresentei para a minha família o primeiro namorado o restante nem apresentei. Ahh esse último namoro durou um ano. Mas eu prefiro ficar sozinha. Estou em paz. Só fico triste por que a minha mãe quer que eu me case e o meu tio vive arrumando alguém para mim que não tem nada haver. E por mais que eu fale eu percebo que é os outros que se sentem incomodado pelo fato de eu ser solteira. Agora eu não sei se me fechei a novos relacionamentos por que me magoei demais. Ou por que não confio nos homens. Só sei que sou muito mais feliz assim. Sozinha!!!! 🙂

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Escrito por Anônimo

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