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Tenho que gostar de mim. Depos se der, vou amar o meu marido.

Eu confesso que casamo-nos há pouco mais de um ano e viemos trabalhar em uma empresa de investimentos, onde sempre pretendemos fazer carreira e prosperar.
Há cerca de três meses, mudaram o gerente geral, com quem tínhamos uma excelente relação e com quem contávamos para subir na empresa.
O novo gerente chegou com intenção de promover uma série de novidades e fez sucesso porque é um gato. Minhas colegas ficaram ouriçadas.
Eu e meu marido ficamos apreensivos com os novos rumos que a empresa tomaria, pois nossos planos de subir na empresa poderiam vir por água abaixo.
Mas, em pouco tempo, percebi que o novo gerente estava me tratando com atenção especial. Eu teria que aproveitar para não ver os nossos planos frustrados.
Ele me lançava olhares e sempre sorria para mim, lógico que discretamente, longe de todos. Eu fiquei meio desorientada, mas não poderia deixar de aproveitar aquela oportunidade. Ponderei, comigo mesma, que sorrisos e olhares não machucam ninguém e que nada me custaria retribuí-los, desde que meu marido não percebesse. Ele jamais concordaria.
Mas aí estava a chance de eu continuar com perspectivas de subir na empresa. Passei a retribuir os sorrisos e olhares, o que se transformou em verdadeiro flerte.
Percebi que eu estava em alta, mas meu marido continuava marcando passo. Mas, seu eu quisesse crescer teria que pensar em mim, apesar de perceber que meu marido estava ficando para trás.
O gerente me convocava frequentemente a sua sala. Fui aumentada e promovida. Ele sempre me elogiava. Passou a conversar me tocando as mãos, os ombros, as costas e até mesmo, quando eu sentada, apoiando sua mão em minhas coxas.
Desses contatos freqüentes e privativos não custou para que ele arriscasse a me dar um primeiro beijo. Fiquei assustada, mas não poderia deixar que meus planos fossem comprometidos. Acabei retribuindo, pois afinal também ele é um gato.
Dos beijos não custou para que se sucedessem as carícias pelo corpo, seios e coxas.
Eu não tinha mais retorno, embora sentisse que estava traindo o meu marido.
Passamos a transar, mas sem penetração. Na transa, o gerente me coloca contra a parede e me beija a boca, ou vem por trás e me abraça. Põe seu pau no meio das minhas coxas e mexeaté gozar, derramando seus esperma e me deixando toda suja. Mas até então, sempre que transou comigo, eu estava de calcinha.
Na última vez, ele me tirou a calcinha e encostou seu pau em minha xaninha. Estou morrendo de medo, pois não sei se com isso eu posso engravidar ou se poderão haver também outras conseqüências.
Já nem penso mais no progresso de meu marido. Estou assegurando o meu, mas não se a que custo.

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Escrito por Anônimo

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2 Comentários

  1. Bom pelo jeito caráter não é o seu forte, você ja traiu o seu marido deveria pegar o que sobrou da vergonha na cara, se é que sobrou e se separar do seu marido, afinal ele merece coisa melhor do que você que acha que carreira está acima da família e quiz ser promovida não pela competência mas sim com seu corpo.

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