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TENHO TESÃO POR CONSULTAS MÉDICAS (3)

Eu confesso que continuando o que relatei ontem, venho contar pra vocês como foi a consulta médica da minha esposa, no ginecologista: ela fez questão de chegar atrasada, pois sabia que a secretária do médico a colocaria por último para ser atendida, e era exatamente isso que ela queria. Por volta das 18:30, quando o médico a chamou, imediatamente ele disse à sua secretária que poderia fechar o consultório e ir embora, pois já havia passado de seu horário de ir, o que a mesma atendeu prontamente. Pediu pra minha esposa entrar na sala do médico, trancou a porta do consultório e foi embora, pois não havia mais ninguém para ser atendida. Ao entrar na sala do médico, o mesmo de sempre, ele muito receptivo, já tratou de pedir-lhe sentar à sua frente e iniciou aquela bateria de perguntas costumeiras de um médico para sua paciente, tipo: como anda a saúde, se queixa de algum problema, alguma dor, etc., etc. e tal … Minha esposa pediu alguns exames de laboratório, que há tempo não faz e ele então disse: “Preciso examiná-la antes, para vermos se é necessário !” … ” Vá atrás do biombo, dispa-se, coloque o avental e deite na maca para examiná-la !” Em seguida ela fez todo esse “ritual” costumeiro em consultas médicas e deitou-se na maca diante do médico. Ele começou todos aqueles procedimentos de examinar uma paciente, da cabeça aos pés, e conforme minha esposa disse, de acordo como ele ia tocando nela, não parecia um toque normal de médico apenas examinando, parecia algo à mais, algo mais excitante, mais quente, mais “intencional”. Apalpou seus seios com habilidade, primeiro um lado, com carinho, parecendo mais uma massagem do que um exame, na base do seio, em sua volta, até chegar ao biquinho, que à essa altura já estava hiper durinho, tipo “farol acesso”, apontando para o teto; depois examinou o outro com a mesma habilidade, deixando minha esposa arrepiada, em seguida, desceu suas mãos por seu ventre, apertando-lhe suavemente nas laterais, fazendo aquela típica pergunta: “dói aqui ?” … “não ?”, em seguida pediu que levantasse suas pernas, colocando nos suspensórios, ficando naquela famosa posição do “franguinho assado”. Colocou luvas, pegou o vidro de lubrificante líquido, deixou pingar várias gotas sobre sua vulva, mas não se absteve de roçar-lhe o clitóris antes de penetrar seus dedos em sua vagina com lentidão e suavidade. Dois dedos … apenas dois dedos, passearam por dentro de sua gruta úmida e latejante, enquanto, sentado em um banquinho bem a frente, olhava sua xoxota com olhar de desejo, não fazendo questão de esconder isso. Minha esposa lembra vagamente quando ele disse: “Você está ótima, perfeita, sem problemas”. Tirou seus dedos e disse: “Agora, vamos ver o seu reto como está ?”. Minha esposa estremeceu de tesão, pois uma das coisas que ela adora é sexo anal, ou seja, a penetração em seu cuzinho delicioso. Da outra vez que ela foi ao médico, esse mesmo médico, comentou com ele que nós dois estávamos praticando muito sexo anal, mas que ela ainda sentia dor em algumas situações, embora nós procurássemos fazer com todo cuidado, usando gel lubrificante, sem exageros, e contou também que estava ainda muito “apertadinha”, talvez por isso sentisse essas dores. O médico, então, lembrou-se desse fato e disse que iria ensinar-lhe um exercício para “alargar” um pouco seu ânus, evitando assim, possivelmente, essas dores. Colocou gel em seus dedos e foi introduzindo aos poucos em seu cuzinho, fazendo movimentos com os dedos, girando-os para os dois lados, bem devagar, e sempre perguntado: “está doendo ?” … “está doendo ?” … É claro que não estava doendo, estava era muito gostoso, conforme minha esposa disse para mim, e deixou ele fazer isso por um longo tempo, o quanto ele quis. Ela me disse que teve que se conter para não gozar na cara do médico, pois ele estava com o rosto bem pertinho dela, e corria o risco de levar uma jorrada de orgasmo na cara. Talvez fosse isso que ele queria. Depois de “ensinar a técnica” dele, perguntou se ela estava se sentindo confortável, no que ela respondeu que sim. Pediu para que ela se virasse de lado, e repetiu o “exame anal”, nessa posição, justamente a que minha esposa mais gosta, sexo anal de ladinho. Ela não se lembra quanto tempo ficaram assim, mas disse que ela curtiu muito e lógico, ele também. Prescreveu os exames que achou necessário (ou não, hehehe), e pediu que voltasse assim que ficarem prontos, nos próximos dias. Ao chegar em casa, ela me contou tudo isso, fez questão de não se limpar no banheiro do médico, vestiu suas roupas toda melada de gel lubrificante, para mostrar-me como o médico havia feito, inclusive, como seu cuzinho estava mais dilatado depois dos “exercícios” que o médico ensinou à ele. Como se nós já não soubéssemos disso, hehehe…
Ficamos muito excitados com tudo isso e transamos até as 2 da manhã, das maneiras mais loucas que conhecemos, sempre fazendo de conta que eu era o médico e ela a paciente. Muito gostoso … muito tesão … como estou ainda até agora. Espero que tenham gostado, pois são coisas reais que aconteceram, e futuramente, quando ela voltar ao médico eu conto de novo o que aconteceu. Comentem, por favor. Abraços.

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Escrito por Anônimo

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