Sou a Sueli, hoje tenho 65 anos e quando tinha 15 anos, Começei a sentir muita tesão pelo meu irmão de 19 anos. Bastava ele se distrair eu ficava olhando suas coxas e o volume de seu pau. Nossa!! Eu agradecia aos céus quando ele estava de shorts curtos e largos, onde eu conseguia ver parte de sua cueca e seu enorme pau fazendo volume. Foram tantas as espiadas vendo ele tomar banho, via ele se masturbando, que nem conseguia segurar o pau e tambem vi ele ejaculando nas minhas calcinhas plasticas que usava qdo estava menstruda e masturbando no plástico de box do banheiro. Ficava tão excitada e tambem tocava uma siririca e também comecei a me exibir pra ele também. Sempre que eu podia eu “acidentalmente” deixava meus peitinhos ou a minha calcinha plástica à mostra. Tudo isso longe do restante da família, é claro. Eu não sabia ao certo se meu irmão estava percebendo as minhas intenções, mas decidi ir em frente e descobri que ele tinha um fetish por calcinhas plásticas, que usava qdo estava menstruada. Muitas vezes eu percebia que eu estava fazendo uma coisa que não era certa, pois é o meu irmão de sangue. Mas confesso que eu ficava extremamente excitada. Minha buceta ficava toda molhada pensando em seu pau duro e grosso nas minhas mãos, pra eu punhetar ele até ele gozar… Que loucura! Por várias meses e anos passei noites me masturbando pensando nele. Uma noite minha mãe e meu Pai decidiram visitar alguns parentes num final de semana. Elas perguntaram se eu queria ir junto, mas eu tinha algumas tarefas da faculdade pendentes e assim eu e meu irmão ficamos sozinhos. Era uma oportunidade que eu não ia deixar escapar. Eu ia dar para o meu irmão. Assim que eles saíram eu corri para o banheiro e tomei um banho muito caprichado. Saí do meu quarto com um short bem curto mesmo, e uma calcinha minúscula e calcinha plástica transparente por cima e enfiada todinha do meu rego. Escolhi uma blusa um pouco transparente e sem sutiã. Meu irmão estava no sofa sala lendo um livro.
Passei lentamente ao lado dele, rebolando minha bunda. Cheirosa como eu estava, seria impossível ele não me notar. Droga…Mas ele não me notou. Me sentei no sofá, abri as pernas, liguei a TV, e nada. Ele fez de conta que eu nem estava lá. Fiquei chateada. – Matheus, já vou dormir, tá? Apaga as luzes quando for terminar! Tá – falei e fui ao meu quarto. Ele apenas concordou e deu uma olhada. Que droga! Eu não sabia mais o que fazer para deixá-lo excitado. Me deitei e fiquei lá, pensativa, com a buceta pegando fogo de vontade. Depois de uma hora, 2 hs não aguentei mais e voltei na sala de baby doll, para tomar agua e vi seu sorriso.. ele disse você esta me provocando, assim não consigo disfarçar, mesmo sabendo que somos irmãos… percebi o negocio crescendo dentro do seu short. que destacava bem o volume de sua rola. fiquixei o olhar naquilo …. ele perguntou …esta sem sono?
– Sim… na verdade está muito calor lá no quarto! – falei e me sentei no sofá de frente de pernas abertas e disse vamos fazer alguma coisa pra gente se divertir? Que tal jogar?
– Sim… pode ser! – ele disse pega o baralho na estande em baixo ..Pega aí! – vi seu sorrisso de malandro… Era uma ótima oportunidade de eu me exibir pra ele. Fique de costa .. abaixei mostrando minha bunda empinada, sentia minha calcinha plásticas entrando entre minhas nádegas. O Matheus não poderia ter uma visão melhor do meu traseiro.
Nessa hora ele reagiu. Senti sua mão forte e firme na minha bunda, apertando e massageando os meus glúteos. Me arrepiei todinha e esqueci do baralho. Antes que eu pudesse falar qualquer coisa ele me puxou pela cintura e me jogou em cima dele no chão. Um segundo movimento eu já estava segurando o bitelo entre os dedos.. Ohhhhh… Matheussssss… eu tenho tanta vontade de ficar com você… desde o dia que eu te via você tomando banho e masturbando nas minhas calcinhas…seu safado…tarado… – falei entre gemidos.
– Eu sei, Sueli… a muito tempo percebia você me provocando… depois que vi que você não era mais virgem….que sabia das coisas…fiquei fingindo por sermos irmão …se você quizer vamos tentar…sim mano quero sentir sua rola. fiquei quieta e deixa tirar o baby doll e voce so fica de calcinha plastica. Pela primeira vez eu estava quase peladinha e exposta para um homem, nesse caso, meu irmão.
– Uaaaauuuuu… que cheiro de buceta mais gostoso! – ele falou com a voz cheia de tesão. Finalmente o cheiro da minha perereca limpinha e molhada tinha chegado ao nariz dele.
Eu tinha sonhado com um monte de preliminares, mas não foi isso que aconteceu. Meu irmão estava apressado, nervoso e muito excitado e talvez com medo de alguém chegar….. De imediato percebi ele tirando sua bermuda e cueca e se posicionando atrás de mim.
Fechei os olhos e empinei minha bunda um pouco mais. Ele pincelou a cabeça da pica na minha racha e fez um pouquinho de pressão. Quando ia entrar eu senti um pouco de dor e joguei o meu corpo para a frente.
– O que foi?… não quer mais? – ele falou e me segurou pela cintura, me trazendo de volta para a posição inicial.
– S-s-s-Não vou aguentar, Matheus… eu… eu nunca fiz assim! – falei com a voz baixinha e tremida.
– Hummmmmm… assim é melhor ainda, Sueli… vou fazer com mais cuidado então. – ele falou e me colocou deitada de costas. Nessa hora pareceu que a pressa dele tinha sumido.
Gentilmente chupou os meus peitinhos delicadamente, dando beijinhos nos biquinhos e depois sugando, alternando entre eles. Meu corpo reagiu com pequenos tremores e uma sensação tão deliciosa que minha buceta palpitava.
– Ahhhhhhhhh… irmão… isso é tão gostoso, né?… cuida bem da sua irmãzinha, tá? – falei entre gemidos.
Enquanto chupava meus seios ele ficou brincando com os dedos na minha xoxota, enfiando e tirando, me deixando cada vez mais lubrificada. De repente nos olhamos e resolvemos nos entregar de verdade mesmo. Nossas bocas se encontraram em um beijo super delicioso. Nunca na vida um rapaz tinha me beijado daquele jeito.
Fechei meus olhos e me deixei ser beijada, tocada, bolinada, cheirada e massageada. As mãos do meu irmão percorriam todo o meu corpo e seus dedos atrevidos já invadiam a minha xaninha e também o anelzinho do meu cú. E eu com os olhos fechados e gemendo baixinho. Eu sabia que ele estava se preparando pra meter. Eu já sentia ele se ajeitando no meio das minhas pernas.
– Ohhhhhhhhhhh… meu deusssss… isso é tão errado, Matheussss… nossaaaaa… enfiaaaaaa… p-p-p-por favorrrr… e-e-estou pronta…! – gemi e falei com dificuldade. Ele, sem tirar sua boca da minha, levantou a calcinha plástica e encaixou a cabeça do pau na minha entradinha e empurrou. Seu tarado por calcinhas plásticas.
– Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh…! – soltei um grito desesperado e mordi o braço dele. Não enfia…voce vai me rachar toda..voce nem colocou e já senti dor… O pau dele foi deslizando uns 10 cm pra dentro de mim, me abrindo, me invadindo. Parecia que algo estava me rasgando por dentro. Abracei ele com todas as minhas forças e puxei ele ainda mais pra mim, e gemendo de dor e ele tentando entrerrar até o fim , mas não conseguiu.
– Que delíca… que buceta mais apertadinha da minha irmãzinha…! – meu irmão falou, vamos tentar novamente e começou a bombar lentamente, e depois foi penetrando sem bombar. O peso dele em cima de mim e as estocadas fortes na minha xoxota faziam com que a cama fizesse um barulho dos infernos. Mas eu nem me importei. Eu estava sendo fodida pelo meu próprio irmão, e isso era algo que eu estava esperando há tempos.
– Mete, Matheus… mete… mete bem gostoso… fode ela todinha…nao precisa ter dó dela não, tá?… ela foi feita pra isso… mete nela… soca nela até o fim… meu deussssss… como isso é bom… ahhhhhh… sssssssss… seu safado…!! – eu gemia cada vez mais alto e falava essas safadezas.
Meu irmão estava gostando tanto de me comer que às vezes até babava no meu pescoço. Ele parecia um animal, um enorme leão em cima da leoazinha. E a leoazinha era eu, toda magrinha e frágil debaixo dele. Com um movimento rápido ele me passou para cima dele e me pegou de jeito mesmo. Com força ele me jogava pra cima e eu descia deslizando em seu pau.
– Sua safada… putinha… você gosta é de pica, Laura… você gosta é de pau nessa sua buceta, não é, sua safadinha?… que buceta mais gulosa… toma pau, toma… putinha gostosa…! – meu irmão falava isso enquanto eu subia e descia em seu pau. A penetração estava tão deliciosa que eu já tinha esquecido a dor inicial.
– Fala mais, Matheus… fala mais, fala… fala que sou uma putinha safada, irmãozinho… fala que sua irmãzinha é uma saliente… ohhhhhhh… meu deusssss… ahhhhhh… que delíciaaaaaaaa… ssssssss…! – eu gemia desesperada, soltando gritos cada vez mais altos.
Comparando o tamanho do meu irmão e o meu, eu parecia uma boneca em cima dele, e seus braços fortes levantavem meu corpo e me soltava, fazendo com que eu descesse em seu pica, deslizando até o saco encostar na minha bunda. Que loucura!!!
– Uiiiiiiiii… – me assustei quando, de repente, ele me jogou para o lado e me arrastou até a beirada da cama, me deixando de quatro. Nem tive tempo de me ajeitar e o pau dele já tinha sumido dentro de mim novamente. Eu sempre tinha sonhado transar de cachorrinho, e agora eu estava ali, totalmente entregue ao meu irmão.
Me empinei ao máximo e fiquei rebolando meu quadril lentamente, enquanto ele me segurava firme pela cintura e metia sem dó, até o fundo. Gemi e pedi pra ele me comer bem gostoso. Por mim a gente ficava metendo a noite inteira.
De repente ele deu uma enfiada daquelas que vai até o juízo. O orgasmo que eu tanto desejava e que estava sendo reprimido pelo meu nervosismo finalmente veio.
– Ahhhhhhhhhhhh… ahhhhhhhhh… estou gozandooooooo… Matheussssss… estou gozandoooooooo…!! – senti uma descarga elétrica percorrer todo o meu corpo. Involuntariamente minha buceta começou a contrair de tal forma que eu achei que meu coração ia sair pela minha boca.
– Ohhhhhhhhhhhhhh… que delíciaaaaa…! – meu irmão falou entre gemidos e começou a me encher de porra. Foram várias cuspidas de esperma quentinho que encheram minha xoxota e começou a escorrer pelas minhas pernas, que tremiam descontroladas. Caí para a frente e meu irmão veio por cima de mim, quase me esmagando na cama.
– Matheus do céuuuuuuu… a mãe já deve estar chegando!! – falei assustada e tentei sair de debaixo dele. Ele desengatou o pau da minha buceta e caiu para o lado, rindo. Olhei para seu pau e ele estava todo lambuzado do meu gozo e algumas gotinhas de sangue. Fui ao banheiro, peguei papel higiênico e limpei pra ele.
– Você é muito bonita, sabia? você nem imagina o quanto eu esperei por isso! – ele falou enquanto eu terminava de limpar a pica dele com o papel e usava a minha calcinha pra limpar a porra que escorria pelas minhas coxas.
– Você me queria mesmo? – perguntei e dei mais um beijo na boca dele.
– Sim… a gente pode fazer todas as vezes que você quiser… escondido da mãe, é claro! – ele falou acariciando o meu rosto. – Mas só vou ficar com você se você não ficar com outro menino. Só eu posso te tocar. A partir de hoje você é minha irmã e minha namoradinha, tá?… Você concorda?
obs: isso é um caso real


Delícia de relato.
Caso verdade eu adoro ler… agora papo furado de quem tá afim de levar uma pica no cu, não rola
Com certeza o mais tesudo relato que leio aqui a anos, rico em detalhes, tesudo do princípio ao fim, maravilhoso!