A partir dos meus 12, 13 anos, começou a despertar em mim um enorme tesão na região anal. Ficava horas admirando meu cuzinho. Esfregava meus dedos nele, o que me propiciava um prazer indizível. Era só ficar sozinho em casa que tirava toda a roupa e ia brincar na cama. Pegava um espelho, um potinho de creme nívea (na época não havia KY) e com meus dedos soltava a imaginação. Enfiava um, dois e sentia um tesão louco. Olhar aquela cena me enlouquecia. Sempre tive um bumbum, modéstia à parte, bem gostoso. Redondinho, empinadinho e lisinho. O cuzinho apertadinho piscava o tempo todo. Cabo de colher de pau, desodorante, enfiava o que tivesse à mão. Confesso a minha total ignorância, à época, a respeito do prazer que a massagem na próstata proporciona. Nem desconfiava. Vim a saber tempos depois. Portanto, não fui buscar um prazer reconhecido pela anatomia fisiológica masculina. Sempre foi puro desejo. Mas deixo bem claro que não sinto a mínima atração pela imagem masculina.
O tempo foi passando e o tesão aumentando. Muitas vezes ficava me admirando de lado, olhando meu bumbum no espelho. Desde essa época adorava vestir as calcinhas de minha irmã. Escondido, claro. Tinha que me segurar, pois o tesão era tanto que meu pau melava rapidinho. Escolhia as calcinhas menores. Enterrava toda no meu rabo. Que delícia! A brincadeira ia até não aguentar mais e me masturbar. Berrava de tanto gozar. Sentia-me uma puta no cio. Muitas vezes gozava na mão e lambia todo o leitinho. Salgadinho e muito gostoso. Só de pensar ficou doido de tesão e meu pau já está latejando.
Mesmo casado, pai de família, continuei nessa adorável prática. Quando sabia que ficaria sozinho em casa já me preparava. A mente se agitava toda. Minha primeira esposa resolveu comprar um vibrador. Escolheu um de 27 cm e 5 de largura. Na primeira oportunidade que tive resolvi experimentá-lo. Chupei muito. Lambuzei iogurte, mel o que tivesse à mão e o abocanhava. Quando já não aguentava mais, encharcava de lubrificante e mandava ver. Obviamente não deu para colocá-lo todo, mas, com paciência enfiei o máximo que pude. Fui nas nuvens. Era uma experiência única. Ele era a réplica do mastro de um ator pornô. Rebolei muito em cima dele. Delirava de tanto prazer e tesão. Gozei feito louco. Delícia total.
Assim como no primeiro casamento, no segundo não tive coragem de revelar minhas fantasias, meus fetiches. Foi depois da viuvez que retomei minha masturbação anal. No começo me deliciava com os pepinos de diversos tamanhos. Vestia camisinha neles e socava até não aguentar mais. Nunca gozei tanto na vida. Verdadeiros orgasmos múltiplos. A impressão que se tem é de desfalecimento, tamanho o prazer. Loucura total! Até que um dia resolvi comprar um consolo. Após pesquisas na internet me decidi por um de 18cm de comprimento por 4cm de largura, com ventosa e escroto.
A excitação começou ao abrir a caixa. Quando olhei, pensei: será que vai caber? Brincadeirinha. Sabia que sim. Afinal, já tinha introduzido um bem maior. Não resisti e logo tirei toda a minha roupa e lambuzei lubrificante naquela pica gostosa. Quando entrou tudo comecei a gritar loucamente. Me fode gostoso! Me come meu macho! Enfia tudo, vai, enfia! Quero gozar com essa pica dentro de mim! Sou puta e quero muita pica! Enterrei ele todo no meu cu e rebolei muito. Pela primeira vez gozei sem encostar no meu pau. Não tem prazer igual. Quem nunca experimentou não sabe o que está perdendo. Com as pernas bambas, não acreditava no que tinha acontecido. Fiquei mole, mas com uma sensação deliciosa. Demorei a me recompor. Em seguida tomei uma ducha gostosa, lavando bem meu cuzinho que ainda piscava. Cada vez mais me sinto uma fêmea no cio, que só pensa em sexo e é louca por pica!

