Novamente estou aqui pra contar mais um pedaço da minha história.
Eu confesso que nos últimos dias as coisas por aqui mudaram ainda mais.
Minha mãe entrou de férias do trabalho e eu estou nos últimos dias de recesso da faculdade.
Estamos curtindo uma liberdade e sintonia muito grande. Terminou a época de frio, e a boa época de calor está de volta.
Também significa que minha mãe passa a maior parte do tempo pelada. Só usa roupa quando vem visita ou quando precisa sair.
A diferença é que agora eu comecei a ficar pelado também.
No início só trancado no quarto, mas hoje eu decidi ficar na frente dela. Acordei bem cedo e fui tomar banho, saí do banheiro nu e fui tomar café na cozinha.
Quando ela se levantou tomou um susto (e me assustou também rs). Ela ficou um pouco constrangida, mas curiosa perguntou: "nossa, que novidade é essa?"
Eu só ri e falei "uai, se você pode eu também posso!"
Ela então ficou vermelha e tentou sair da cozinha mas eu puxei ela e dei um abraço dizendo "relaxa mãe, não tem nada aqui que você já não tenha visto e além disso tá só nós dois aqui".
Pela primeira vez na vida estava abraçado a ela, pele com pele, com ela acordada. Então ela sorriu e disse "é mas quando eu vi não tinha esse tamanho"
Sem titubear, soltei uma gargalhada e disfarcei "ué, mas um filho nunca cresce pra mãe" e ela apenas riu e respondeu "as vezes cresce".
Eu poderia dizer que foi um dia normal, exceto que tive que exercer muito autocontrole pra não ficar ereto perto dela. Tarefa difícil.
Tirei algumas fotos dela e a tarde tirei um cochilo. Despertei com ela falando "menino, cobre isso!"
Meu pau estava apontando para o teto de tão duro.
Fiquei bem constrangido e pedi desculpas pra ela, que me respondeu num tom meio irônico "Nossa, parece que duro ele dobra de tamanho, tava sonhando com o quê? "
Estava muito envergonhado e disse que não lembrava. Ela então saiu do quarto e foi lavar as roupas.
Vesti uma bermuda e fui assistir tv.
Depois de terminar com as roupas, ela se sentou no sofá para assistir também.
Pouco tempo depois ela disse que ia tomar banho, me senti mais confortável pra ficar pelado de novo. Foi então que ela me chamou pra ajudar ela com algo.
Fui até o banheiro e ela disse que tava sentindo algo no seio dela.
"Filho, passa a mão aqui pra v… meu Deus vc ta pelado de novo?"
"Eu… ee… t-to uai.."
"Não tem problema, vem aqui e ve se vc sente algo no meu peito"
Comecei apalpando e massageando, mas não senti nada (exceto pelo tesão). Foi quando ela disse "Aperta mais perto do bico"
Então eu massagiei com as duas mãos, mas de novo não encontrei nada.
Então olhei pro espelho e ela exclamou "Filho!?" com uma cara asusstada.
Quando olhei ora baixo, meu pau estava pulsando de tão duro.
Fiquei constrangido e tentei cobrir com as mãos, mas ela disse "não, relaxa, acontece, apenas deixa eu tomar meu banho, obrigado."
Ela estava constrangida também, mas disfarçou bem.
Pensei que nunca mais veria ela pelada, mas pra minha grata surpresa, ela saiu nua do banheiro e pediu pra eu passar creme nela.
Aquele cheiro de cabelo de mulher me deixava extasiado.
Instintivamente eu disse pra ela "Vou me vestir e já vou", então ela respondeu "se não quiser não precisa".
Meu coração acelerou e por um instante eu pensei em ir nu, mas me vesti.
Quando entrei no quarto, ela disse "ué, ta vestido? Por quê?", meio sem jeito eu disse "Achei que vc ia preferir assim".
Novamente ela riu e respondeu "Não tem problema, pode tirar".
Eu relutei e insisti "mas e se o que aconteceu lá no banheiro rolar de novo?"
Minha mãe parecia mais desinibida, diferente e não hesitou em responder "É algo normal, não sei como você aguentou todos esses anos comigo pelada aqui, e além disso eu fico mais à vontade quando estamos os dois pelados".
Minha mente estava em conflito, parte de mim dizia que isso era errado e um caminho sem volta. Outra parte dizendo que isso é necessário e inevitável. Enquanto eu pensava, esqueci de me controlar e o meu pau subiu de novo.
Acabei roçando nela algumas vezes, numa delas, acabei roçando bem no meio das nádegas dela, que instintivamente travou-as e deu um grito "Ei!".
Atônito, eu pedi desculpas e pensei que ela havia ficado brava.
Ela então pediu que eu saísse do quarto e fechou a porta.
Continua…

