Eu confesso que ainda na rodoviária Novo Rio, assim que entrei no ônibus havia uma mulher sentada na poltrona da janela. Cumprimentei e sentei ao seu lado. Eram 20:00 estava iniciando a mais louca e deliciosa viagem da minha vida. Tenho 35 anos, casada e tenho uma filha adolescente. Eu estava indo de encontro ao meu marido que estava fazendo um trabalho específico, por seis meses, na filial da empresa em Curitiba. Tenho medo de avião, por isso fui de ônibus.
ISSO É PURA VERDADE.
THAÍS, NÃO ME ESQUEÇA.
Eu e Thais começamos a conversar banalidades. Aos poucos fomos ficando íntimas como se já nos conhecêssemos há muito tempo. Ela me disse que tinha 42 anos e era solteira. Confidenciou que tinha sido noiva com 17 anos e o noivo tentou estuprá-la porque ela não queria ir além de chupar o pau dele. Rimos muito quando ela contou isso. De repente ela ficou séria e me disse que amava ele, mas que depois de diversas tentativas, inclusive dando um tapa no rosto dela e dizendo que ela não era mulher prá ele nem prá ninguém, sofreu muito, mas tomou nojo dele e não ficou com mais nenhum homem.
Fiquei curiosa e perguntei se ela não sentia falta de sexo, se ela se masturbava, pelo menos. Ela riu e me perguntou: – Você quer saber mesmo? Respondi que sim imaginando que já sabia a resposta. Ela me contou que, no tempo da faculdade, ficou muito amiga de uma professora. Sempre saiam juntas e se visitavam mutuamente. Na época ela tinha 18 e a professora 39 anos. No começo parecia que estava assumindo o lugar da mãe dela. É que os pais morreram em um acidente de carro e ela fora criada pelos padrinhos. A amizade foi crescendo e elas ficaram inseparáveis por um bom tempo. A amizade delas ajudava a Thaís sofrer menos pela separação do noivo.
Me contou que um dia a professora a convidou para irem passar um fim de semana em Cabo Frio, numa casa que ela alugara. Viajaram numa sexta feira e, chegaram praticamente na hora de dormir. No dia seguinte, quando vieram da praia, Thaís estava com queimaduras feitas pelo sol. Sentia a pele muito dolorida. Então a sua professora comprou Caladril e começou a passar no corpo ardido de Thaís. Ela me contou que aos poucos ia sentindo alívio. A professora foi passando o creme nas pernas, nas costas e sobre os peitos. Como quem não quer nada, levantou a blusa de Thaís e começou a massagear o bico do peito dela, de modos que ela reagiu. – Não gosta? – Perguntou a professora. Meio sem graça Thaís disse: – É porque aí não está ardendo. Então a professora falou: – Isso eu sei, mas você não medisse se gosta ou não? perguntou sem parar de bolinar o bico – Thaís me contou que sentiu calafrios e os músculos da boceta se contraíram, mas ficou sem ação. A professora, sem parar de massagear tornou a perguntar, quase afirmando: – Você está adorando, não é? Responde senão eu paro. Thaís respondeu simplesmente: – É. Responde direito, menina, gosta ou não? – Estou gostando sim, não para não! – Eu ri junto com ela e disse: você ficou doida de tesão né? – Ele riu também, com malícia e continuou contando que a professora começou a acariciar o rosto dela e foi beijando por todo o rosto até chegar na boca. Foi um beijo demorado.
De repente Thais parou de falar e baixou a cabeça. Perguntei: – Que houve? Ela disse parecendo que se envergonhara do que me contou: – Nem te conheço direito e fiquei contando coisas íntimas de mim, desculpe. Você pode não entender os meus sentimentos e pensar que sou uma vadia. Sem pensar eu disse um segredo só meu: – Olha, eu nunca tive essa experiência, mas sempre tive a fantasia secreta de que uma mulher me beijava. Quando vejo vídeos na internet, de sexo entre mulheres, em que uma seduz a outra, fico excitada. A sedução em si é tão ou mais excitante do que o ato. É aquele sentimento de que não deve fazer, mas tem vontade e se aparecer uma oportunidade, já era. Então ela se animou e me disse – Foi assim que me senti, quando percebi eu estava nos braços dela, me entregando.
Confesso que eu fiquei excitada com aquela história. Eu queria, no meu íntimo, que ela me envolvesse. Perguntei se ela continuava com a professora. Ela respondeu que não. E me disse que estava indo à Curitiba encontrar uma mulher com a minha idade, que ela conheceu na sala de bate papo da internet e ficou com ela no MSN. Estava indo para conhecê-la pessoalmente. Nisso o ônibus parou por uns 15minutos para descanso e a maioria dos passageiros desceu. Então descemos para tomar um café e voltamos rapidamente ao ônibus. O ônibus ainda estava aguardando as pessoas que estavam fora e havia um cara somente roncando bem lá nos fundos. Ela pegou minha mão e disse: – Vou te ensinar uma coisa gostosa – . levou minha mão até a boca e passou a língua entre os dedos, bem na parte que liga os dedos à mão. Suspirei na hora. Que sensação louca. – Faz mais, disse. Então ela me ficou lambendo entre os dedos de uma forma que eu que já estava me sentindo melada, fiquei ensopada entre as pernas. Ela parou de lamber e me disse, sem largar minha mão: – Coloque minha mão onde você quiser. Não pensei duas vezes, coloquei no meio das minhas pernas e ela começou a fazer pressão nas minhas coxas e na minha boceta. Eu estava vestida com calça jeans, então ela me disse prá me trocar. Peguei minha mala e retirei uma saia e fui correndo ao banheiro do ônibus. Quando retornei os passageiros já estavam retornando. Então ela me mostrou uma manta que seria suficiente para cobrir nós duas. Eu já estava dominada. Agora restava esperar prá ver no que ia dar.
A viagem recomeçou. Os passageiros estavam bem alertas, então ficamos falando sobre banalidades, mas ela estava com a mão nas minhas coxas e eu com a mão na coxa dela. Pouco depois todas as luzinhas sob o bagageiro estavam apagadas. Deitamos nossas poltronas e ela pegou meu rosto com as duas mãos, me puxou prá mais perto e enfiou a língua na minha boca e começamos a nos beijar como duas taradas. Eu estava nas nuvens. Sem parar com a língua, ela começou a me tocar, por cima da calcinha. Seus dedos pareciam mágicos. Ela aproveitava a minha umidade e deslizava o dedo na langerie. Me lembro que eu apertava os lábios prá não gritar, mas não evitava o ofegar da respiração. Thaís também me sufocava com a língua e isso me ajudava a somente murmurar: hummmm! Hummmm! (rs). Só percebi que meus peitos estavam prá fora quando ela começou a chupá-los, um de cada vez. Nem meu marido sabia me deixar doida assim, mas o melhor estava prá vir. O medo de que algum passageiro levantasse prá ir ao banheiro, ou mesmo que ouvisse meus múrmuros, se somavam a minha excitação me deixando mais louca. Por fim, ela tirou minha calcinha e começou a cheirar enquanto enfiava o dedo na minha boca prá eu chupar o melado da boceta dela. Que delícia! Repetia diversas vezes, me ensinando a fazer o mesmo. Ela lambia meu caldinho no meu dedo e eu lambia o caldinho dela no dedo dela e nos beijávamos. Ficamos assim nos masturbando e nos beijando não sei por quanto tempo. Então ela falou a palavra mágica: – Se prepara prá gozar. Coloquei minha perna direita em cima do banco e a esquerda no chão, ficando bem aberta prá ela se agachar no meio. Thaís começou a me cheirar. Passou o nariz no meu clitóris e, a seguir o colocou entre os lábios, me sugando. Lambia, sugava e me enfiava a língua, com movimentos que desconhecia. Eu me contorcia e ela continuava. Senti que o gozo estava chegando e eu não queria saber de mais nada, apenas gozar, gozar, gozar. Veio o orgasmo. Ela quando percebeu que me contraí para o gozo, com uma das mãos tapou minha boca e com a outra, enfiou os dedos na minha pomba, socando com força, enquanto me sugava o grelo. Meu Deus, que loucuraaaaaaaaa! Soltei o maior gozo da minha vida.
Thaís, meu amor, quero te encontrar outra vez. Perdi meu telefone e seu número estava gravado nele. Você sabe o meu. Me liga, meu doce.

