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AMOAMO GANHOUGANHOU

Tirando Leite dos Machos da Academia

Ah, como eu adoro ir à academia. Não é só pela saúde, mas por aquele jogo silencioso de poder que acontece lá. Eu entro naquele espaço, e é como se cada exercício fosse um passo de dança, cada gota de suor. Eu sinto os olhares, a mudança na energia do ambiente. Não preciso fazer muito, só estar lá, confiante, movendo-me com propósito. E lá estão eles, tentando se concentrar, mas é como se eu fosse um imã, puxando a atenção deles sem esforço.

Eu sei que quando saio, eu deixo uma marca invisível. Tem uma energia que eu sinto, um reconhecimento silencioso de que, de alguma forma, eu me transformei em um personagem das histórias que eles contam para si mesmos quando estão sozinhos. Imagino que, em suas casas, eles tentem reviver aquele momento, o olhar, a sensação de quase poder, mas não totalmente.

Ah, e saber que eu estou lá, em seus pensamentos, me dá um prazer silencioso, uma satisfação que não precisa de palavras. É como se eu tivesse deixado uma pegada na areia da mente deles, e essa certeza? Esse é o meu pequeno segredo, meu troféu silencioso de uma batalha não declarada. Eu sei que eu fui o último pensamento antes do sono, ou o primeiro ao acordar numa punheta que provavelmente eles repetem e repetem sempre mais, nunca tirando da cabeça casa detalhe do meu corpo, e Isso me faz sorrir por dentro, porque, no final, sou eu quem conduz essa dança invisível de desejos e imaginações.

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Escrito por michigan

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