Minha família sempre foi muito pobre. Houve um tempo que a gente vivia de favor na casa de fundos da minha avó e a luta pelo básico era diária. A situação só não era pior porque eu fazia uns bicos de “modelo” de roupas infantis. Minha mãe me levou a um fotógrafo, fiz um “book” e de vez em quando aparecia uns trabalhos.
Essa atividade durou vários anos. À medida que fui crescendo, fui fazendo fotos diferentes e posei de biquíni, lingerie etc. O material ficou mais adulto. Nessa época eu sofria muito assédio de fotógrafos e empresários. Eu era muito novinha, mas sabia das coisas. Criança pobre meio que já nasce adulta.
O problema era que não parecia criança. Aos 14 eu já média 1,70, tinha peitos e bunda de mulher de 18 anos. Era o que me diziam. Até por isso eu era escalada pra fotos que eram pra maiores. Naquele tempo os filtros eram mais frágeis e hoje isso não poderia ser feito.
Apesar de certa regularidade, o meu trabalho e o da minha mãe não rendiam tanto. Algimas vezes ela me acompanhava o dia todo, perdendo os ganhos dela como diarista. E pra evitar isso, passou a me deixar nos estúdios, assinava a autorização e voltava ao trabalho.
Foi assim, longe dela, que um fotógrafo me fez uma proposta de fazer fotos mais ousadas com pagamento cinco vezes maior. No início eu recusei, mas na segunda vez, cedi.
O local das fotos foi um motel dentro da cidade. Fui de boné e óculos escuros. Entramos e o lugar era muito bonito. Cama estilo princesa, piscina, área externa, varanda com balanço, hidromassagem… realmente lindo.
Ele me deu algumas instruções e fomos fotografar. Posei de roupas normais e ele foi me despindo aos poucos. No início, fiquei de calcinha e sutiã. Eu confiava nele porque já o conhecia havia tempos. Acho que por isso não tive resistência.
Na verdade, o lugar era tão interessante e diferente que fiquei muito mais a vontade que o necessário. Pulei na cama, me joguei na piscina, achei graça e ele fotografava tudo.
Só fiquei mais séria quando ele pediu pra me despedir. Ri de nervosa, mas após dois minutos posando, fiquei relaxada. Eram muitos cenários e ele queria aproveitar tudo. Fomos para a área externa e me deitei na beira da piscina. Foi quando ele disse que queria me passar um óleo pra parecer que eu estava me bronzeando. Acho que foi só um artifício pra me tocar.
Ele aproveitou o momento. Espalhou óleo nas minhas costas, bumbum, pernas…Pediu pra me virar e aplicou em todos os lugares, sempre me elogiando, que eu era linda, que tinha um corpo maravilhoso etc, etc, etc. Ainda que eu soubesse disso, da malícia dele, ser elogiada por outra pessoa, especialmente um homem vem sucedido (e bonito) mexeu comigo.
Terminamos as fotos, nada mais aconteceu. Ele me pagou o combinado e falou que as imagens ficariam bem guardadas. A grana que recebi, escondi por um tempo, mas gastei com contas da casa. Minha mãe não poderia saber de nada.
Depois daquela vez, passei a ser chamada mais regularmente pra fazer fotos no estúdio dele. O que era ocasional passou a ser semanal. E ele sempre me dava muita moral, me elogiava bastante, pagava e me dava um extra pra eu gastar comigo mesma. Mas ainda era pouco para as nossas necessidades e eu ficava esperando outro convite para fotos “especiais”.
Já fazia um tempinho e perguntei daquelas imagens. Ele esperou umas pessoas saírem e me mostrou. Fiquei sem graça ao me ver nua em fotos. Mas outra vez ele teceu inúmeros elogios ao meu corpo e disse que eu estava na minha melhor forma. Falou algumas coisas picantes, disse que as imagens despertavam “tesão” nele. Dentro de mim isso teve um impacto, mexeu com a minha estima e me fez muito bem.
Saber que alguém querido sente tesão por você infla o ego. Perguntei o que ele faria com as fotos e a resposta foi que seriam apenas para os olhos dele. Jura? “Juro”.
Dias depois fomos a outro local onde faríamos mais uma sessão de fotos. Era um espaço comercial que estava pra alugar. Havia mesas, cadeiras, muitas divisórias de vidro e até um cofre enorme num canto. Ainda que desocupado, estava até limpinho.
Ele levou uma mala de viagem com rodinhas com o equipamento dele e mais uma mochila. Eram roupas pra eu vestir. Havia um conjunto com sapato, meias, cinta, calcinha e sutiã. Eu me maquiei e escovei os cabelos no estúdio antes de sairmos. Lá no local, vesti as roupas e calcei os sapatos. Nunca tinha usado salto alto na vida.
Quando olhei no reflexo e me vi vestida com tudo aquilo, me senti maravilhosa. Juro, nunca tinha me visto como mulher adulta até então. Naquela época, eu tinha até uma boneca em casa, uma Mônica. Não brincava com ela, mas não me desfazia.
A roupa era chique, preta com detalhes em metal prateado, tudo de boa qualidade. Não eram essas coisas baratas que se vê em todos os lugares. O sutiã e a calcinha eram transparentes e dava pra ver a minha xoxotinha que ainda contava com pouquíssimos pelos. Atrás era confortável, nada enfiado na bunda. Ele disse que escolheu por causa da minha altura e cor da minha pele. Sou branquinha, tinha cabelos longos e castanhos bem naturais.
Me troquei no banheiro. Quando saí e ele me viu, soltou um “uauuuuuuu!”. Me fez girar e me analisou nós detalhes. Depois me deu a mão pra eu caminhar um pouco e me acostumar com o salto, mas não precisou muito. Fiz muitas poses, subi em mesas, sentei nas cadeiras e até em cima do cofre.
Enquanto posava, ele me dava dicas de como me posicionar. “Bundinha pra cima, arrebita, faz cara de quem tá gozando gostoso…”. Como? Ele explicou, mas não entendi.
Sexo ainda era uma coisa que não fazia parte da minha vida. Exceto uns toques na hora do banho, uma sensibilidade natural nos seios e uma vontade estranha quando olhava alguns homens na rua, nada mais.
Ele sabia, mas me perguntou se eu era virgem. Acenei que sim. “Mas com esse corpo maravilhoso? Tem que aproveitar”. Eu sabia, queria, mas não tinha maturidade pra começar, nem namorado eu tinha até então. Eu sorri e disse que qualquer hora eu iria fazer aquilo.
As fotos foram ficando mais quentes. Tirei o sutiã, posei escondendo eles, depois mostrando. Ele me pediu pra mecher nos biquinhos, deixá-los “acezos”. Eu mechi e nada aconteceu. Ele pediu licença, me tocou com a ponta do dedo e o primeiro ligou. Foi no outro e o mesmo aconteceu. Cócega gostosa.
Fui pra uma mesa grande, engatinhava sobre ela enquanto ele me fotografava de vários ângulos. Até que veio por trás, puxou a calcinha e me deu um beijo em cada bochecha da minha bunda. “Coisa mais gostosa”, disse ele. Eu sou gostosa?, perguntei.
A conversa que se seguiu foi pura manipulação. Aceitei o fato de que era assim mesmo que as coisas aconteciam, isto é, um cara mais velho e poderoso, uma menina inexperiente, o momento e a oportunidade. É assim que cabacinha igual a mim perdem a virgindade, pensei.
Ele disse que fantasiava transar comigo e que eu era a musa dele. Disse que cuidaria de mim caso pudéssemos ficar juntos de vez em quando, tudo em sigilo, mas sem pressa. Falou isso olhando nos meus olhos e segurando as minhas mãos. Quando terminou de falar, perguntou “você quer”? Acenei que sim com a cabeça e fui beijada nos lábios.
Ele sentou numa cadeira e me chamou pra pertinho. Disse que a gente poderia brincar, que me ensinaria algumas coisas e sempre me daria um presente. “Quer começar hoje?” . Quero!
Votei pra mesa, de quatro, calcinha abaixada e senti a língua dele na minha bunda e vagina. Sensação estranha que foi ficando gostosa à medida que ele tocava nos lugares certos.
Tiramos a cinta e a calcinha pra ele me deitar de costas. A boca dele veio pela frente e fez aquilo novamente e tive sensações maravilhosas.
E surgiu o momento de tocar nele. Eu mesma abri o zíper, tirei o cinto e o ajudei a colocar pra fora. Já tinha visto pinto antes na rua, nas fotos, dos meninos na escola, mas era muito diferente. O dele estava com os pelos aparados, era rosado e tinha a glande pelada.
Peguei, fiz alguns movimentos e ele me perguntou se riu queira colocar na boca. Falei que não, ele não insistiu, mas mudei de ideia instantes depois. Perguntei o que deveria fazer e ele respondeu que bastava simplesmente que eu colocasse na “boquinha”, deixasse salivar e buscasse sentir como se “tateasse” com a língua e os lábios. Até hoje acho isso muito didático.
Ele gemeu de prazer e eu fiquei com tesão de verdade pela primeira vez na minha vida. Dei uma mãozinha pra minha xoxota e ela melou legal. Sei que foi uma chupada tosca, mas amei fazer aquele negócio, sentir a glande na minha língua e ver um cara sentir prazer com isso.
Quando me viu brincando com a minha xoxota, me colocou sentada na mesa, bem na beirada, ergueu as minhas coxas e colocou o pênis na entrada da minha vagina. Falei que não queria perder a virgindade ainda, que a minha mãe descobriria e eu não poderia mais ficar com ele.
Foi uma decisão consciente, mas não foi a melhor. Hoje me arrependo dela. Ele ainda insistiu um pouco, fez uns movimentos forçando, eu queria ceder, mas ao mesmo tempo eu travava. Fiquei olhando aquele pintão rosado todo melado, a cabeça quase dentro de mim e eu quase deixei, mas ele desistiu bem na hora.
Na verdade, depois que ele tirou, passei a mão e notei uma rajinha de sangue, mas não falei nada. Fiquei olhando aquele pau e me ajoelhei voluntariamente e ele me deu pra continuar a chupar e também a me masturbar.
Estava maravilhoso, eu já estava delirando quando e que me pediu pra tentar colocar “atrás”. Me debruçou sobre a mesa, pediu pra eu afastar as nádegas e me fez coisas que eu realmente não sabia que os homens faziam. Depois passou o pênis na minha vagina, parecia querer lubrificante natural. Trouxe para o meu bumbum e encaixou usando o dedo indicador como guia. Não imaginei que seria possível, mas ele me penetrou. Depois de debruçou sobre minhas costas e me beijou a nuca. Tive um arrepio, relaxei e ele foi todo pra dentro de mim.
Foi uma coisa muito estranha. Não doeu. Fui sentir algum desconforto só mais tarde. Mas na hora, foi apenaa estranho ter uma coisa entrando e não saindo de lá, entende?
Ele fez devagarinho, bem suave e me perguntou se eu já tinha visto porra. Falei que não. “Então vem cá”. Ele tirou Lá de trás e pediu pra eu ficar de joelhos e estender as mãos. Ele se masturbou e gozou diante de mim. Foram jatos de esperma tão fortes que vieram até o meu rosto e nos meus peitos. Quentinho, falei pra ele.
Procuramos um chuveiro quente, mas só tinha frio. Tomamos banho lá, juntos. Não tinha sabonete, mas havia um resto de detergente na pia. Usei pra lavar o esperma. Durante o banho ele me abraçou, me beijou profundamente enquanto pegava na minha bunda e colocava o dedo no meu ânus. “Cuzinho maravilhoso” disse ele.
Aquele dia mudou minha vida. Quando cheguei em casa, olhei pra minha boneca pela última vez, a coloquei numa sacola e a deixei na rua com o lixo.
Depois dessa vez, nos tornamos habituais. Por um bom tempo, não dei a xoxota pra ele e nem sempre recebi qualquer coisa pelas transas. Algumas vezes eu mesma o procurava e gente ia pra um motel fotografar e transar. Eu ganhava com o meu trabalho também. E aprendi a me masturbar, a ter prazer em dar prazer.
Foi assim até o meu noivo me dispensar tempos depois. Quando isso aconteceu, vi que pedi muito tempo me preservando pra macho me dar um pé na bunda.
Em fim, o começo foi assim. Tem mais.
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Começou bem…. bela experiencia!!!!
Excelente texto!
Um desabafo sensível e profundo.
Obrigado por ter partilhado esta parte tão importante de tua vida, Bruxabranca.
Uau, que belo desabafo. Tão bem escrito que foi fácil imaginá-la em cada uma das situações. A visão maravilhosa que ele teve de seu corpo juvenil, lindo, gostoso, as sensações provocadas pelo “jogo” de sedução.
Imagino como foi difícil para ele ter você ali, nua em sua frente, pincelando o pau duro em sua bucetinha toda molhadinha e resistir. Mesmo com o possíveis problemas, se manter firme e não aproveitar de uma situação dessas é bem difícil.
Depois, a sensação maravilhosa de enrabar uma menina tão jovem, linda e gostosa deve ter sido uma experiência inesquecível.
Beijos e continue seus relatos!
[email protected]
Foi bom pra mim também. Acho que foi muito positivo tudo que aconteceu e da forma que aconteceu. Fosse outro cara, teria me machucado e me estuprado. Fiquei com ele muitas e muitas vezes ao longo de quase 3 anos e só deu bom. Apem de aprender muita coisa, fui auxiliada em muitos momentos, particularmente em trabalho. Em fim, a vida dá um limão e vc faz limonada.
Bom, nesse caso, uma bela limonada. Uma que foi boa para as duas partes.
Você aprendeu muito com ele e foi auxiliada em um momento difícil da sua vida, enquanto ele teve a oportunidade de curtir uma belíssima garota, linda, gostosa!!!
Tenho certeza de que os momentos que vocês passaram juntos ficaram marcados na memória dos dois.
Ótimo relato. Gosto do jeito que você escreve.
Esse seu noivo era uma besta, e você uma mulher rara, desde novinha dona do seu prazer e do seu destino. Eu adoraria te ver, mesmo que numa imagem 100% convencional.
Que história maravilhosa, vc escreve muito bem e me deu tesão. Legal saber q vc não foi forçada e curtiu o momento, ele de certa forma se aproveitou mas respeitou. Vc deve ter um cuzinho delicioso mesmo
Eu me amo, eu me amoooo, não consigo mais viver sem mimmm….
Eu curto transar. Difícil pensar em sexo sem prazer, sem liberdade, sem entrega. Nunca foi difícil usar o bumbum, pra mim é até mais fácil as vezes. Tem coisa que não cabe na frente e vai melhor atrás. Eu tbm tenho útero retrovertido e a mulher que tem essa condição tem um tantinho de dificuldade em certas posições, sabia? Assim eu me divirto com até mais tranquilidade.
Nossa, não conhecia essa condição. Ainda bem q vc arrumou uma forma de se divertir. Vc deve se amar sim, eu no lugar do seu namorado ia me divertir com o seu bumbum. Até deixar vc dar pra outros se quisesse claro
Uaaau! Li tudo numa tacada só, sem respirar!
Reli outras tantas vzs e sempre de pau duraço aqui.
Nota MIl baby!
Poderias numerar as publicações, assim poderemos segui-las.
Ex: Trabalho Adolescente II, III, IV etc.
É evidente que esse cara era um pedófilo, afinal tu tinhas apenas 14 anos, mas apesar disto tu curtiu essa terrível experiência. Viveu coisas que traumatizariam qualquer criança dessa idade aí, mas tu pelo contrário gostou…
Oi…Hummm, não sei, acho que não…eu era novinha e tal, mas não tinha jeito de criança. Acho que mulher amadurece primeiro que homem. Tenho primos da minha idade e na época eles eram uns pirralhos. Eu queria trabalhar, estudar, ganhar meu dinheiro, namorar…Em fim, não acho que fui abusada e muito do que aconteceu, especialmente depois, foi eu que procurei, sabe? Ele era casado, a mulher dele era uma chata e eu não gostava dela…Eu conto isso depois.