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Traí meu marido com um amigo

Eu confesso que sou casada a pouco tempo, uns 3 anos mais ou menos. Meu marido é um amigo de meu pai, bem mais velho que eu, um homem bonito, inteligente e muito charmoso. Sempre o admirei muito, e quando a oportunidade surgiu, nos envolvemos e nos casamos.
Moramos no sul. Eu estou cursando universidade de direito aqui em Porto Alegre, com o incentivo de meu marido, que me apoia muito.
No primeiro ano de estudo, totalmente deslocada no ambiente da capital, aproximei-me de outro colega, um imigrante nigeriano que também cursava o mesmo período que eu. Apesar de estrangeiro, já tinha sua situação regularizada e falava muito bem o português.
Mas a turma toda o discriminava. Ninguém se aproximava dele e atos velados de racismo partiam de todos, moças e rapazes. Como ele trabalhava de garçom, era-lhe difícil até mesmo comprar livros, e essa situação nos aproximou.
E isso me despertou solidariedade com ele. Um homem discriminado apenas por ser negro e estrangeiro e de um continente miserável.
Passei a lhe emprestar os meus livros. Até mesmo paguei por diversas xerox para que ele pudesse estudar, e uma grande amizade começou.
Mas uma coisa me chocou bastante. Numa vespera de prova, levei-o para minha casa,e, após concluir os estudos e ele voltar para sua casa, meu marido me aconselhou a evitá-lo, pois "esses imigrantes africanos são perigosos" .
Aquilo me deixou passada. Nunca esperava uma reação dessas vinda dele, e aquilo apenas me incentivou a continuar a amizade com o pobre africano.
Passamos a estudar na biblioteca da universidade, e conversavamos muito sobre nossas vidas, sobre as desgraças que aconteceram na vida dele, as dificuldades, a morte da esposa. Eu sempre o deixava na porta do albergue onde ele morava e as vezes conversávamos muito no carro, quando ele desabafava os horrores que vivenciou. E durante um desses desabafos, ele chorou a solidão que vivia, soluçou forte, mostrando toda a dor que lhe ia no peito. E eu, tomada de pena e revolta,o beijei. O beijei como se quisesse consolá-lo por tudo que sofrera. Como se eu, uma branca, tivesse vergonha de meus privilégios sociais e econômicos e tivesse tomada de remorsos .
Ele me correspondeu e, após uns minutos, tocou meus seios por sobre a blusa.
Difícil descrever o que senti. Me senti molhada de excitação e deixei ele me tocar a intimidade. Em pouco tempo estava seminua , tocando seu pênis que se endureceu como uma rocha.Esquecendo meu casamento, tudo, fomos para o banco de trás,onde ele me possuiu com doçura, delicadamente, carinhosamente, mesmo sendo seu pau bem grande. Ele gozou fora, espalhando seu semen no banco, e eu tive dois orgasmos quase sucessivos. Após nos vestirmos rapidamente, expliquei a ele que aquilo jamais se repetiria, que havia sido uma fraqueza,uma coisa errada. Ele concordou, dizendo que me entendia e que não forçaria nenhuma situação.
Mas isso não durou. Transamos mais duas vezes, em um motel próximo a universidade.
Não sei o que faço agora. Não sinto amor por ele,mas uma forte atração e simpatia. Um tesão enorme,para simplificar. Pensei em contar ao meu marido,mas sei que ele jamais aceitaria ou me perdoaria essa traição, ainda mais com um africano. O pessoal da universidade já começa a estranhar demais nossa amizade e acho que será questão de pouco tempo até os boatos começarem.
Não sei o que fazer.

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Escrito por Anônimo

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