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Traí meu marido com um homem desprezível

Casei-me com meu marido há uns dez anos atrás. Ambos éramos virgens, mas eu tinha mais experiência com namorados. Ele era o garoto mais estudioso da universidade, um nerd como alguns chamam. Portanto, não foi surpresa nenhuma quando ele passou em um concurso para um cargo federal importante e muito bem remunerado.
Quando começamos a namorar, ainda nos primeiros anos da faculdade, minhas amigas me perguntavam o que eu via nele, pois sou bonita e ele meio gordinho, baixinho, e além de tudo, o "otário" do colégio. Mas eu gostava dele, daquele jeito doce com que me tratava, com que me beijava timidamente.
O tempo passou, nos casamos e começamos nossa vida conjugal. Foi difícil perder minha virgindade com ele, pois seu membro era pequeno e não tínhamos prática nenhuma. Mas tivemos uma filha linda e a vida continuou.
Ao comemorarmos dez anos de casados, resolvemos dar uma festa em nossa casa, uma festa de piscina para nossos ex-colegas de escola. E acho que foi ai que errei muito.
Os casais foram chegando, se impressionando com nossa casa e com nossa condição financeira. E eu acho mesmo que foi esse o real motivo de ter pensado naquilo. Meu marido era o rapaz desprezado, humilhado pelos mais "descolados", surrado quando garoto, e aquilo de alguma forma colou em mim, pois passei a ser a perdedora que se casou com o perdedor. Queria realmente mostrar que éramos sim, vencedores, e que estávamos em situação invejável perante a deles.
E a festa provou isso a todos.
Mas um convidado não se abalou com aquilo. Era Danilo, o melhor jogador de futebol do colégio, o pegador, o líder do grupo dos "descolados", o mais forte e o mais tirânico da turma. Passou a fazer piadinhas sobre os tempos de escola, a humilhar meu marido com histórias daqueles tempos, tudo em tom cordial, brincalhão, mas que eu identificava como provocações humilhantes. Havia me namorado um tempo no passado e agora estava separado.
Passou a me assediar com os olhos, a me fazer elogios quando ficávamos sós, elogios grosseiros e cheios de duplo sentido sobre minha beleza e sobre meu corpo. Eu o evitava, e em dado momento subi para trocar o biquine por algo mais confortável, pois o tempo esfriava.
Estava no banheiro da suite quando ele entrou com um drink na mão. Parou na porta ao me ver nua e ficou me admirando um longo tempo. Quando percebi, quase dei um grito, mas me contive e pedi-lhe que se retirasse.
Mas ele não o fez. Pelo contrário, deu um gole na bebida e fechou a porta. Veio em minha direção e me agarrou, forçando um beijo em minha boca. No início lutei muito, mas a medida em que me acariciava as partes íntimas, me tocava os seios, eu fui parando. E aceitando. Com decisão ele me virou de costas para ele, me inclinou sobre o lavatório e começou a me penetrar. Pelo espelho podia ver seu sorriso debochado enquanto me possuía. Estava possuindo a mulher do babaca, do otário que ousara ficar mais rico que ele, que o vencera na vida, mas que nunca deixaria de ser aquele nerd fracote de quem todos abusavam.
Confesso que gostei do sexo. Me senti usada, humilhada e abusada. Mas gostei. Ele ejaculou tão forte que o sêmen logo escorreu por minhas pernas. Se retirou e me beijou, dizendo que voltaria para me "comer" de novo.
Com uma desculpa de que estava passando mal com a bebida, fiquei no quarto o resto da festa, confusa, arrependida, e ao mesmo tempo excitada com o que acontecera. Me masturbei pensando no ocorrido e gozei.
Dois dias depois, após despachar minha filha para o colégio, sentei-me na varanda para fumar um cigarro. Estava relaxando um pouco quando minha secretária me anunciou uma visita.
Era ele.
Sem mais nem menos foi entrando pela casa. Cafajeste, arrogante, servindo-se de nossas bebidas como lhe pertencessem e como se a casa fosse sua. Sentou-se ao meu lado e começamos a conversar como se nada tivesse acontecido. Ele riu debochado e falou do sexo que tivemos. Com ousadia pegou no meu rosto e me beijou na boca e eu não tive forças para recusar. Sem mais nem menos enfiou sua mão por sob minha saia e tocou em meu sexo, que ficou molhado de excitação. E fomos para o quarto de hospedes, onde trepamos mais uma vez. Depois de se satisfazer e me satisfazer, perguntou se o "corno" desconfiara do que ele me fizera na festa. E a cada vez que se referia ao meu marido, usava expressões grosseiras e humilhantes, chamando-o sempre de gordinho escroto e babaca . Pedi timidamente que o respeitasse, mas ele riu. Disse que ele podia ser rico, podia ser tudo, mas nunca deixaria de ser o otário, e agora corno, que ia dividir sua mulher com ele. E se foi.
Não sei o que fazer. Tive prazer com aquele safado, reconheço, mas não quero magoar meu marido. Danilo me excita, me atrai como uma cobra atrai um passarinho, me desperta prazeres que nunca senti, mas não quero esse relacionamento. Da última vez que nos vimos, em um motel, calmamente insinuou uma chantagem, uma ameaça de revelar nosso caso. Estou apavorada.

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Escrito por Anônimo

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